Skip to main content
República de Ideias

República de Ideias

By Ateliê de Humanidades
Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.
Listen on
Where to listen
Apple Podcasts Logo

Apple Podcasts

Breaker Logo

Breaker

Google Podcasts Logo

Google Podcasts

Overcast Logo

Overcast

Pocket Casts Logo

Pocket Casts

PodBean Logo

PodBean

RadioPublic Logo

RadioPublic

Spotify Logo

Spotify

#013 [Áudio-leitura] A antiética evangélica que ajuda a distrair o espírito do capitalismo
Áudio-leitura do artigo  A antiética evangélica que ajuda a distrair o espírito do capitalismo – por Nelson Lellis, publicado no Fios do Tempo. Para lê-lo acesse: https://ateliedehumanidades.com/2020/09/09/fios-do-tempo-a-antietica-evangelica-que-ajuda-a-distrair-o-espirito-do-capitalismo-por-nelson-lellis/ ** Nesta semana o Fios do Tempo traz uma série de artigos inéditos sobre religião. Começamos com mais um texto do sempre lúcido, bem informado e sagaz Nelson Lellis, que reflete sobre o recente perdão de dívidas das Igrejas evangélicas: como isso expressa a forma pela qual os evangélicos se relacionam com o capitalismo e o modo como o capitalismo se realiza no Brasil? A seguir publicaremos dois textos que contribuem para pensar o que é, afinal, religião: primeiramente, discutindo com Lactâncio e Durkheim, Fábio Costa levanta uma interrogação sobre a concepção clássica de religião como “religação”: religar o quê, afinal?; e, em seguida, Wellington Freitas nos proporciona uma reflexão sobre o que é sagrado e como ele está, hoje, a ser simplesmente “encaixotado”. Acompanhe-nos. E desejamos, como sempre, uma excelente leitura, ou escuta. A. M. Fios do Tempo, 09 de setembro de 2020
16:36
September 9, 2020
#043 Vila Morena (IV): As mitopoiéticas de um imenso Portugal
Chegamos ao quarto episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados. Neste quarto episódio entramos no tema desenvolvido por Lacerda no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, denominado “dialética do esclarecimento à portuguesa”. Conversamos aqui sobre uma vertente de pensamento português que atravessou os séculos XIX e XX, chamado pelo autor de “mitopoético”. Dialogando história, sociologia e poesia, trazemos ao público um pouco das formas de compreender o moderno Portugal por meio do pensamento mitológico, situando o debate em meio à Renascença Portuguesa no século XX. E, para tanto, refazemos brevemente um percurso que vai desde Lusíadas até Agostinho da Silva, passando pelo fulcral livro de poesia Mensagem de Fernando Pessoa. E como sempre, terminamos nosso episódio com uma música expressiva da ambiência portuguesa, desta vez o Rosinha dos Limões, do cantor português Max. Tópicos Recapitulação do último episódio O que seria uma “dialética do Esclarecimento à portuguesa”? A modernidade portuguesa entre mythos e logos Os “estrangeirados” nas distintas épocas de Portugal A Renascença Portuguesa e a revista Águia Significados do discurso mitopoético e suas repercussões sobre a compreensão da história de Portugal Um momento fulcral: alguns poemas de Mensagem, de Fernando Pessoa O Grupo de São Paulo De Padre Antonio Vieira a Agostinho da Silva: do federalismo democrático e catolicismo popular ao “imenso Portugal” do quinto Império Terminando com um pouco de música: Rosinha dos Limões de Max
47:17
August 30, 2020
#012 [Áudio-leitura] Não é possível apagar o fogo com combustível: o racismo e a discriminação sempre matam
Áudio-leitura de artigo publicado no Fios do Tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/24/fios-do-tempo-nao-e-possivel-apagar-o-fogo-com-combustivel-o-racismo-e-a-discriminacao-sempre-matam-por-adrian-scribano/ As lutas contra o racismo e a discriminação não apagarão o fogo lançando mais combustível no ódio. Isso seria apenas aumentar a pira da tanatologia contemporânea. Ao invés, cabe-nos lembrar, com Martin Luther King e outros, que o caminho da luta contra o racismo e pela liberdade pode ser trilhado pelo amor e a esperança. O Fios do tempo traz hoje, como preparativo para o Painel internacional Racismos e discriminações, que se realizá nesta terça-feira (amanhã) às 16h no Brasil (https://www.youtube.com/watch?v=b39duT8lX84&feature=youtu.be), a tradução deste brevíssimo, mas incisivo, texto do sociólogo argentino Adrian Scribano (diretor do Centro de Investigaciones y Estudios Sociológicos (CIES) | Universidade de Buenos Aires). Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
04:43
August 24, 2020
#011 [Áudio-leitura] Os desafios na pós-democracia brasileira
Áudio leitura do artigo publicado no Fios do tempo Os desafios na pós-democracia brasileira – por Nelson Lellis, com leitura feita pelo próprio autor. Para ler o artigo, acesse: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/19/fios-do-tempo-os-desafios-na-pos-democracia-brasileira---por-nelson-lellis/(abrir em uma nova aba) O que é pós-democracia? Estamos a viver em uma? A quem convém a lógica pós-democrática e como podemos sair dela? Publicamos hoje no Fios do Tempo mais um texto de Nelson Lellis, que sempre em boa prosa, com acesso aos leigos sem perder a qualidade acadêmica, toca questões importantes para pensar na crise de nossa democracia: a crise do neoliberalismo; o empobrecimento da linguagem e a anti-política do imigo a ser batido. Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
12:03
August 19, 2020
#042 "Oh, musa de meu fado, oh, minha mãe gentil!": conexões de uma geração entre Moçambique, Portugal e Brasil
Chegamos ao terceiro episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados. Neste terceiro episódio, reconstituímos o contexto da primeira formação de Hermínio Martins em Moçambique, tratado no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, recuperando a trajetória de três intelectuais portugueses da geração de Martins: Eugenio Lisboa, José Gil e Ruy Guerra. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo, o segundo feito generosamente pelo próprio Marcos Lacerda, que apresenta didaticamente a fortuna crítica de Martins. Tópicos I. Recapitulando o episódio anterior II. A primeira formação de Hermínio Martins: a geração do Liceu Salazar em Moçambique III. O Império colonial português em tempos de Salazar 1. Questão a nos guiar: como se constrói o debate de ideias em Portugal no século XX? Quais são suas principais linhas de força? 2. Modernidade portuguesa, “mitologias compensatórias” e colonialidade 3. Reconectar Brasil e Portugal: retomar o fluxo de ideias entre os dois países IV. Um panorama sobre a geração de Hermínio: 1. Eugenio Lisboa (1930- ) e suas memórias 2. José Gil (1939- ): “Portugal, medo de existir” 3. Ruy Guerra (1931- ): o Brasil da Bossa Nova, o cinema novo e Calabar 4. Portugal como corpo místico no processo descolonizador: da tese do luso-tropicalismo de Gilberto Freyre ao Fado Tropical 5. José Gil nos “Cadernos de Memórias Coloniais” de Isabela Figueiredo: as ambivalências do colono português no continente africano e a experiência dos “retornados” V. Cenas do próximo episódio: a questão da dialética do esclarecimento à portuguesa Ver mais sobre a série Vila Morena em nosso site: https://ateliedehumanidades.com/2020/08/16/podcast-vila-morena-iii-conexoes-de-uma-geracao-entre-mocambique-portugal-e-brasil/
36:36
August 16, 2020
#041 Vila Morena (II) Uma obra de fortuna, um fado de loucura
Há mais culturas entre franceses e alemães do que pode crer nossa tradição intelectual. Neste espírito de difusão de novos autores, pensamentos e culturais intelectuais, começamos nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com nossas atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ela consistirá em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro Sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins, e convidados. O objetivo é ambientar o ouvinte com o debate de ideias em Portugal, trazendo temas como: o colonialismo português e europeu; a relação entre Portugal e o Ocidente europeu; o mundo luso-brasileiro e ibérico; a trama complexa que envolve figuras de porte na vida cultural portuguesa como Eduardo Lourenço, António Sérgio, Agostinho da Silva e o próprio Hermínio Martins. Neste segundo episódio, nós apresentamos a fortuna crítica da obra de Hermínio Martins, falando sobre o percurso de sistematização de seus trabalhos e de recepção na Inglaterra, em Portugal e no Brasil; e terminamos nossa conversa com o Fado loucura, cantado por Ana Moura. No nosso próximo episódio, nós iremos apresentar a juventude de Hermínio em Moçambique e seu contato com uma importante geração de intelectuais portugueses com suas conexões com o Brasil. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo, o segundo feito generosamente pelo próprio Marcos Lacerda, que apresenta didaticamente a fortuna crítica de Martins.
36:54
July 25, 2020
#040 Vila Morena: Pitadas de Martins, temperadas com o amanhecer de Lisboa
Há mais culturas entre franceses e alemães do que pode crer nossa tradição intelectual. Neste espírito de difusão de novos autores, pensamentos e culturais intelectuais, começamos nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com nossas atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. (https://ateliedehumanidades.com/2020/07/10/republica-de-ideias-vila-morena-o-debate-de-ideias-em-portugal/). Ela consistirá em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro Sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins, e convidados. O objetivo é ambientar o ouvinte com o debate de ideias em Portugal, trazendo temas como: o colonialismo português e europeu; a relação entre Portugal e o Ocidente europeu; o mundo luso-brasileiro e ibérico; a trama complexa que envolve figuras de porte na vida cultural portuguesa como Eduardo Lourenço, António Sérgio, Agostinho da Silva e o próprio Hermínio Martins. Neste primeiro episódio damos algumas pitadas da obra do sociólogo e filósofo português Hermínio Martins, falando quem ele é e quais são as facetas de sua obra: a filosofia da ciências, a sociologia de Portugal e a filosofia e sociologia das tecnociências. Além da pitada de entrada, terminamos, como sempre ocorrerá, com um tempero musical, Lisboa que amanhece, que nos traz para um universo musical e cultural de nosso debate de ideias. Além do podcast, trazemos também um pequeno vídeo que apresenta Hermínio Martins, feito generosamente pelo próprio autor, Marcos Lacerda (https://www.youtube.com/watch?v=2sW4QoacWsU)
20:51
July 17, 2020
#010 [Áudio-Leitura] Que comunicação e que jornalismo para o mundo pós-coronavírus?
Áudio-leitura de artigo no Fios do Tempo: Que comunicação e que jornalismo para o mundo pós-coronavírus?, de José Luís Garcia, sociólogo português da Universidade de Lisboa. Acesse o artigo no link: https://ateliedehumanidades.com/2020/07/13/fios-do-tempo-que-comunicacao-e-que-jornalismo-para-o-mundo-pos-coronavirus/ Neste texto que ora publicamos, de José Luís Garcia, começamos por reconhecer que os mídias e a profissão do jornalismo em nossas sociedades urbanas e complexas são vulneráveis a inúmeras críticas, mas que é impossível passar sem eles. Diante do debate sobre pós-verdade, a ideologização política e a consciência da importância de informações confiáveis e de uma mediação simbólica estável para conduzir nossas vidas e tomar decisões, percebemos que não é mais aceitável contornar questão cruciais tais como: como se dá a comunicação em nossa sociedade? Qual é o papel do jornalismo em uma democracia? Qual uso deve ser feito das tecnologias digitais no exercício de seu papel? Há espaço ainda para um jornalismo não digital baseado em interações e papéis? Desejamos uma excelente leitura, ou escuta!
17:38
July 13, 2020
#009 [Áudio-leitura] Por uma política em memória das vidas interrompidas
https://ateliedehumanidades.com/2018/07/04/uma-politica-em-memoria-das-vidas-interrompidas-artigo-de-andre-magnelli-para-o-jornal-do-brasil/ Há dois anos André Magnelli escreveu um artigo no Jornal do Brasil defendendo "Uma política em memória das vidas interrompidas". De lá para cá, infelizmente, a normalização das mortes se ampliou ainda mais e de forma surpreendente, com uma nova normalização, oriunda das quase 60 mil mortes provocadas pela pandemia.  O Brasil é uma máquina de triturar gente sem perder o humor. Isso porque persiste em negar e desresponsabilizar, em um ciclo de indiferença. O que fazer? Foi proposta ali uma política de memória das vidas interrompidas.  Vale notar que houve louváveis iniciativas durante a pandemia, trazendo corpos, rostos e relações para além dos números, como o projeto Inumeráveis (https://inumeraveis.com.br/). Elas devem ser reforçadas, difundidas e ampliadas. Abraços fraternos. https://ateliedehumanidades.com/2018/07/04/uma-politica-em-memoria-das-vidas-interrompidas-artigo-de-andre-magnelli-para-o-jornal-do-brasil/
06:44
July 4, 2020
#008 [Áudio-leitura] Para superar o divórcio entre economia e sociedade
Áudio-leitura do artigo "Para superar o divórcio entre economia e sociedade : diagnóstico crítico e notas propositivas em um contexto de pandemia" (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/24/fios-do-tempo-para-superar-o-divorcio-entre-economia-e-sociedade-por-genauto-franca-filho-andre-magnelli-e-philippe-eynaud/). , escrito por Genauto Carvalho de França Filho, André Magnelli e Philippe Eynaud, que foi publicado na Revista Nau Social no Fórum Especial: Democracia, Políticas Públicas e Covid-19.
1:10:35
June 25, 2020
#007 [Áudio-leitura] Não há mal que sempre dure - por Luiz Werneck Vianna
Áudio-leitura de artigo de Luiz Werneck Vianna, "Não há mal que sempre dure", publicado no Fios do tempo no dia 21 de junho de 2020. Acesse nosso site para ler o artigo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/21/fios-do-tempo-nao-ha-mal-que-sempre-dure-luiz-werneck-vianna/. Aproveite para conhecer o acervo do Fios do tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/23/fios-do-tempo-analises-do-presente-acesse-o-acervo/ *** O texto de Luiz Werneck Vianna que ora apresentamos nos oferece uma perspectiva sobre a conjuntura política recente do país, identificando as ameaças à democracia e aos recursos de proteção social que foram constituídos pela Constituição de 1988. Ele aponta para o cerne do projeto autoritário que se articulou a partir da derrocada de nosso sistema de representação política. Seu artigo sustenta que esse movimento não pode ser compreendido sem um exame das políticas anteriores que desvalorizaram as capacidades de ação da sociedade civil e projetaram o Estado como um poder tutelar sobre uma sociedade em que os cidadãos são reduzidos a consumidores. Há contudo resistências que se erguem nas instituições e que podem se beneficiar de bons ventos que vão surgindo no plano global. Desejamos uma excelente leitura! Felipe Maia & André Magnelli Fios do Tempo, 21 de junho de 2020
08:06
June 23, 2020
# 006 [Áudio-leitura] O egoísmo integral como política de representação
Áudio-leitura de artigo de Emmanuel Rapizo publicado no Fios do Tempo em 20 de junho "O egoísmo integral como política de representação". A leitura é feita pelo próprio autor.  Acesse o texto no site do Ateliê de Humanidades: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/20/fios-do-tempo-o-egoismo-integral-como-politica-de-representacao/(abrir em uma nova aba). Acompanhe nossas publicações no Fios do Tempo! https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/
16:56
June 20, 2020
#039 Os nós do bolsonarismo: sobre laços, embaraços e confusões do novíssimo fascismo tabajara
..O República de ideias publica hoje, na forma de podcast e vídeo, uma conversa sobre nosso fascismo tabajara ou cesarismo tropical. Felipe Maia (UFJF), Emmanuel Rapizo e André Magnelli conversam sobre a conjuntura política contemporânea e os possíveis desdobramentos do governo Bolsonaro, analisando os "nós" do bolsonarismo compostos pelos laços, embaraços e confusões entre Bolsonaro, os militares, o empresariado, os cidadãos e as instituições políticas.   Isso é feito dialogando com dois textos publicados no Fios do tempo: "A resistência ao fascismo tabajara", de Luiz Werneck Vianna (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/01/fios-do-tempo-a-resistencia-ao-fascismo-tabajara-luiz-werneck-vianna/), e "Crise e ameaça cesarista", de Felipe Maia (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/25/fios-do-tempo-crise-e-ameaca-cesarista-por-felipe-maia/).   Desejamos uma excelente escuta! Tópicos - A contribuição de L. Werneck Vianna para a compreensão do Bolsonarismo: o fascismo tabajara como forma de novo liberalismo; - Reflexões sobre quem são os grupos empresariais que apoiam Bolsonaro; seus interesses e representações; - Como  o conceito de cesarismo permite entender a concepção de representação do presidente e seus seguidores? - Comparações com o contexto mexicano; - Os militares e o governo: tentando desatar nós e desvendar certos enigmas; - O bolsonarismo: como nasceu do judiciarismo e se voltou contra o judiciário? - Será possível projetar cenários do que ocorrerá com o governo?  Apresentadores: André Magnelli e Emmanuel Rapizo Convidado: Felipe Maia (UFJF) Produção e edição audiovisual: Henrique Rapizo Vinheta de abertura: Bruno Albert Direção de produção: Emmanuel Rapizo Direção geral e concepção editorial: André Magnelli
1:05:21
June 17, 2020
#005 [Áudio-leitura~] Dez fragmentos e aforismos em tempos de perplexidade – por Gabriel Restrepo
Áudio-leitura de artigos publicado no Fios do tempo, do Ateliê de Humanidades: " Dez fragmentos e aforismos em tempos de perplexidade", do sociólogo colombiano Gabriel Restrepo. Acompanhe nossas publicações no site do Ateliê de Humanidades: https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/ Apresentação do artigo no Fios do Tempo Na continuidade dos debates do Fios do tempo sobre a pandemia de coronavírus, publicamos agora uma belíssima reflexão poético-sociológica do escritor e sociólogo colombiano Gabriel Restrepo. Nestes “Dez fragmentos e aforismos em tempos de perplexidade”, Restrepo acompanha os ritornelos da experiência humana e “ladino”-americana pelas dobraduras do tempo. Sendo um exemplar do que há de melhor na tradição intelectual das terras do Sul, esta peça de arte literária nos propicia uma viagem pelo que é tecido em conjunto (o complexo) – percorrendo os fios dos saberes em busca de uma razão potente e expandida, apta a entrelaçar ciência, poesia e sapiência. Desta forma, movido pelas perplexidades de nosso tempo, Restrepo nos convida não apenas a realizar uma anamnese, filológica e poeticamente ilustrada, de nós mesmos e da história da humanidade em seu enraizamento bio-ecológico, como também a nos conectar com a sabedoria emergente da condição descentrada, periférica, perplexa e paradoxal própria à experiência “ladino”-americana. Em um mundo de infinitos “soluços sem cuidado”, somente o retorno à sabedoria, o amor  e o exercício de uma escuta profunda poderão, talvez, nos salvar da terrível profecia heideggeriana de que “só um Deus poderá nos salvar”.
31:49
June 10, 2020
#004 [Áudio-leitura] A resistência ao fascismo tabajara, por Luiz Werneck Vianna
Áudio-leitura de artigo publicado no Fios do Tempo: https://ateliedehumanidades.com/2020/06/01/fios-do-tempo-a-resistencia-ao-fascismo-tabajara-luiz-werneck-vianna/. Diante da escalada autoritária, Luiz Werneck Vianna expõe com clareza a natureza do problema político que ameaça hoje a democracia brasileira e conclama a nossa resistência. Ele argumenta que o desígnio autoritário tem por alvo a Constituição de 88, com sua inspiração nos modernos Estados de direito democráticos e nas redes de direitos e de proteção social, pois pretende removê-los em favor de interesses e projetos de extração neoliberal. Neste ordenamento, as funções do poder Judiciário foram ampliadas para salvaguardar a Carta, mas necessitam da escora da sociedade civil e de seus movimentos, que apesar de suas divisões internas e das limitações decorrentes da pandemia, precisam se reunir e se fazer ouvir. Desejamos uma excelente leitura, ou escuta! Felipe Maia & André Magnelli Fios do Tempo, 01 de junho de 2020
08:10
June 2, 2020
#038 O direito à saúde em face ao coronavírus: um diálogo latino-americano
O República de Ideias, na continuidade da série de debates sobre o coronavírus, publica um episódio que discute o artigo do economista colombiano Hernando Sáenz Acosta. Nele, o autor reflete sobre o direito à saúde e a proposta convivialista em face aos desafios oriundos da pandemia em curso, trazendo para tanto uma análise da experiência de privatização ocorrida na Colômbia desde os anos 1990. Com isso, Hernando gera uma importante reflexão cruzada: aos colombianos (e outros que sofreram um processo de privatização de seus sistemas de saúde) , é dada a oportunidade de refletir sobre a natureza do processo de privatização; e aos brasileiros, é dada a possibilidade de refletir sobre o sistema público de saúde e dos direitos sociais, antevendo quais seriam as consequências de uma privatização avançada. Para garantir esse reflexão cruzada, também convidamos a pesquisadora e mestra em saúde coletiva pela UFF, Amanda Rodrigues. Ela nos apresenta um pouco da história e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Destaca os desafios e as ameaças presentes, permitindo identificar as diferenças e similitudes com o caso colombiano.  Por fim, temos a participação de Emmanuel Rapizo, que apresenta um panorama da estrutura da área de saúde no México. A conversa é sobre o ensaio que publicamos no Fios do tempo. Convidamos a todos que o leiam também: https://ateliedehumanidades.com/2020/03/30/fios-do-tempo-o-direito-a-saude-em-face-ao-coronavirus-reflexoes-a-partir-da-experiencia-colombiana-por-hernando-saenz-acosta/. Apresentadores: André Magnelli e Emmanuel Rapizo Convidados:  Hernando Sáenz Costa (Universidade Santo Tomás - Bogotá, Colômbia)  Amanda Rodrigues (Fiocruz) Edição: Henrique Rapizo Vinheta de abertura: Bruno Albert Tópicos: 1. Saúde como direito ou saúde como mercadoria; 2. A montagem do sistema colombiano de saúde: como funciona, quais problemas? (Hernando Sáenz) 3. O Sistema único de Saúde no Brasil: como funciona e é percebido (Amanda Rodrigues) 4. O sistema mexicano: o desafio atual de construção de um sistema público (Emmanuel Rapizo) 5. Quais são os processos de privação em curso? Como se dá a relação entre público e privado  no Brasil? 6. Modelo hospitalar e modelo de atenção primária 7. Efeitos positivos da descentralização do SUS no Brasil 8. Os desafios contemporâneos em meio à pandemia 9. Perspectivas desejadas para o pós-pandemia na Colômbia, no México e no Brasil. *** Siga o Ateliê de Humanidades nas redes sociais! Twitter: https://twitter.com/AtelieHuman Instagram: https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ Facebook: https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/ Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCcS3jWlBCrLvtcWgmgDcn1w/featured Desejamos uma boa escuta!
1:32:57
May 29, 2020
#003 [Áudio-leitura] Adoecer em um mundo convivial: debates para o tempo que vem
Agora publicamos em áudio-leitura na República das Ideias uma terceira leitura em áudio dos artigos e ensaios que publicamos em Fios do Tempo, do Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). Também está disponível em nossa página e no canal do YouTube. Trazemos o texto "Adoecer em um mundo convivial: debates sobre o tempo que vem", de Jaime Torres Guillén, com a leitura de André Magnelli. Parar ler o texto, é só acessar nosso site (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/15/fios-do-tempo-adoecer-em-um-mundo-convivial-debates-para-o-tempo-que-vem-por-jaime-torres-guillen/) *** Seções Da doença reificada ao convivial como ferramenta / Questionar o mito-motor da medicina industrial / Da desorientação prática à desorientação teórica / Palavras finais *** Quem é Jaime Torres-Guillen? Jaime Torres Guillén é doutor em antropologia social e professor na Universidade de Guadalajara, México, diretor da revista Pieces in Dialogue Philosophy and Human Sciences e membro do SNI Nível I.
31:44
May 16, 2020
#002 [Áudio-leitura] Enfermarse en un mundo convivencial. Debates para el tiempo que viene
Ahora publicamos en audio-lectura en el República de Ideias una segunda lectura de audio de los artículos y ensayos que publicamos en Fios do Tempo, del Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). También está disponible en nuestra página y en el canal de YouTube. Traemos el texto "Enfermarse en un mundo convivencial. Debates para el tiempo por venir ", de Jaime Torres Guillén, con lectura de Emmanuel Rapizo. Para leer el texto, simplemente acceda a nuestro sitio web (https://ateliedehumanidades.com/2020/04/27/fios-do-tempo-enfermarse-en-un-mundo-convivencial-debates-para-el-tiempo-que-viene-por-jaime-torres-guillen/) *** Secciones Introducción Cuestionar el mito-motor de la medicina industrial De la desorientación práctica a la desorientación teórica Palabras finales *** Quien es Jaime Torres-Guillen? Jaime Torres Guillén es doctor en antropología social.  Es profesor de tiempo completo de la Universidad de Guadalajara, Director de la revista Piezas en Diálogo Filosofía y Ciencias Humanas y miembro del SNI Nivel I.
36:11
May 14, 2020
#001 [Áudio Leitura] O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado
Pela primeira vez aqui no República de Ideias, disponibilizamos um áudio-leitura dos artigos e ensaios que publicamos no Fios do Tempo, a tribuna do Ateliê de Humanidades (https://ateliedehumanidades.com/category/fios-do-tempo-analises-do-presente/). Ele também está disponível na nossa página e no canal do youtube. Como primeiro áudio-leitura, trazemos o texto "O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado", com autoria de Thiago Panica e André Magnelli. Para ler o texto, é só acessar nosso site (https://ateliedehumanidades.com/2020/05/04/fios-do-tempo-o-fim-de-uma-era-para-uma-sociedade-maior-que-o-mercado-por-andre-magnelli-thiago-panica/) Se quiser dialogar com o texto ou mandar alguma colaboração para o debate, só nos contactar por aqui, no República de Ideias, ou pelas redes sociais do Ateliê. *** Iniciamos nesta semana do dia 04 a 7 de maior, reflexões e proposições a respeito da dimensão econômico-social da crise que atravessamos. Começamos com as publicações do ensaio “O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado“, de André Magnelli & Thiago Panica, e em seguida da tradução do artigo “A urgência absoluta é evitar o pior”, de Thomas Piketty. Acompanhe-nos! Segue abaixo a programação da semana: 04 de maio Fios do tempo: “O fim de uma era: para uma sociedade maior que o mercado“, por André Magnelli & Thiago Panica Fios do tempo: “A urgência absoluta é evitar o pior”, por Thomas Piketty 05 de maio Fios do tempo: “A pandemia põe o decrescimento na ordem do dia: raízes teóricas de um debate“, por Elimar P. do Nascimento (UNB) 06 de maio Divulgação e debate de “Para superar o divórcio entre economia e sociedade: diagnóstico crítico e notas propositivas em um contexto de pandemia”, por Genauto Carvalho de França Filho, André Magnelli, Philippe Eynaud. 07 de maio Ciclo de Humanidades Virtual: “Metamorfoses da colonialidade: pensar o capitalismo na era das incertezas”, com participação de Paulo Henrique Martins (UFPE) e Ricardo Pagliuso Regatieri (UFBA).
52:56
May 13, 2020
#037 Entre pandemias, catástrofes e patologias sociais. Diálogo com Jaime Torres Guillen
O República de ideias traz hoje uma conversa com o sociólogo mexicano Jaime Torres Guillén, professor da Universidade de Guadalajara, México, e pesquisador parceiro do Ateliê de Humanidades, sobre "pandemias, catástrofes e patologias sociais". André Magnelli e Emmanuel Rapizo conversam sobre as possibilidades de uma investigação sociológica das catástrofes e pandemias que seja capaz de revelar as gramáticas normativas da vida social, entre suas experiências de alienação e suas reivindicações de autonomia.   Tópicos   - Por que fazer uma interpretação externalista da pandemia?  - Como pensar, diante da crise da pandemia, a relação entre a autonomia da sociedade e os imperativos sistêmicos?  - A partir das crises e dos conflitos, revelam-se as gramáticas normativas das pessoas - O que é a patologia social? Além do medo e da anomia, trata-se de uma reivindicação de autonomia  - As classes populares serão as mais afetadas. Como responderão?  - A sociologia, uma ciência vocacionada a diagnósticos críticos e normativos do presente?   A conversa é sobre o ensaio que publicamos no Fios do tempo. Convidamos a todos que o leiam também:  Sobre pandemias, catástrofes e outras patologias sociais. Sobre Jaime Torres Guillen  É doutor em antropologia social e professor na Universidade de Guadalajara, diretor da revista Pieces in Dialogue Philosophy and Human Sciences e membro do SNI Nível I.
51:01
April 24, 2020
#036 Horizontes pós-coronavírus: diálogos entre o psicológico e o social
O República de Ideias traz hoje mais um episódio em que conversamos sobre a pandemia de coronavírus não apenas refletindo sobre o que acontece no presente como também pensando sobre futuros porvir. Neste episódio, Paulo Henrique Martins, Marco Aurélio de C. Silva e André Magnelli conversam sobre os horizontes de uma sociedade pós-coronavírus, analisando as ambivalências das tendências atuais a partir de um diálogo entre o psicológico e o social.  Desejamos uma boa escuta!   https://ateliedehumanidades.com/2020/04/15/podcast-horizontes-pos-coronavirus:-dialogos-entre-o-psicologico-e-o-social/   Tópicos   1. Reacomodações neoliberais ou reformas de vida?   - Vírus não é revolucionário: as reacomodações possíveis - Lembrar a convivialidade de Ivan Illich - O tempo e o espaço encurtados: uma possibilidade de recompor as formas de convivência - Do espaço-tempo de controle e exploração à revolução do intimismo - Breve apresentação dos princípios conviviais   2. Seremos ainda mais solus ou reencontraremos o socius?   - Atentado às Torres Gêmeas e a descoberta do viver no “tempo real” - Da sociedade da intimidade ao retorno de ser-conjunto? - De um sujeito da performance a uma pessoa moral e política? - Nascerá alguma transcendência que irrompa o “terror da imanência”?  - Superaremos as dualidades entre natureza e cultura?   3. A necessidade de uma abertura da sociologia   - A sociologia está muito focada nos novos papéis sociais - O desafio de pensar a individuação - Além do fanatismo e do narcisismo: a horizontalidade da dádiva - Individuação é diferente de individualização: a revolução molecular ainda não pensada do convivialismo - Fazer a dádiva circular para construir indivíduo, sujeito e coletividade - Refletir criticamente sobre as lutas por reconhecimento: narcisismo e afetos tristes - Responsabilidade, solidariedade e cuidado - A dádiva permite repensar o reconhecimento em uma chave generativa   4. Porvires   - O aprisionamento da teoria no mal-estar: reenriquecer a teoria e a concepção de civilização e cultura - Incertezas das catástrofes: a oportunidade de metamorfosear as estruturas psíquicas pela dádiva - Individuação pela dádiva
1:08:59
April 15, 2020
#035 Coronavírus, uma oportunidade para outra globalização: um diálogo com Daniel Chernilo
O República de ideias, podcast do Ateliê de Humanidades, traz hoje um episódio especial com participação do sociólogo e filósofo chileno Daniel Chernilo, que é a nosso ver um dos principais teóricos sociais contemporâneos. Sua obra reúne pesquisas sobre o nacionalismo, o cosmopolitismo e o Estado-nação, o direito natural e as ciências sociais, as relações entre filosofia e sociologia, o lugar da normatividade na sociedade contemporânea e o projeto de uma sociologia filosófica. Neste episódio, Felipe Maia, Emmanuel Rapizo e André Magnelli conversam com Chernilo sobre a atual crise do coronavírus, refletindo em torno de seu artigo publicado aqui no Fios do tempo:  A crise do coronavírus: breve história do desencaixe entre globalização, sistema internacional e Estados-nação (em português e espanhol). Em um espírito tipicamente internacionalista, buscamos nos entender em nossas línguas natais e irmãs: os entrevistadores perguntam em português, Chernilo responde em castelhano. Desta forma, toda a América latina tem a se beneficiar. Tópicos 1. Provocação de partida: em que o coronavírus nos faz pensar (ou repensar) sobre nossa sociedade? 2. Como o desencaixe entre o sistema internacional, a globalização e os Estados-nação permite compreender a crise da pandemia? 3. Reflexões comparadas: Ásia, EUA, Europa, Chile, Brasil, México 4. O que virá da crise? Mais globalização ou mais soberanismo? A busca de reencaixes 5. Que fazer? Perspectivas normativas para uma sociedade pós-coronavírus
1:02:36
April 8, 2020
#034 A pandemia do governo e o governo da pandemia
Trazemos hoje um episódio do República de Ideias, tanto no formato de podcast quando no de vídeo, em que Felipe Maia, Emmanuel Rapizo e André Magnelli conversam sobre nossa conjuntura pandêmico-política em diálogo com os artigos Falso arrependimento de Bolsonaro sobre coronavírus não pode ser aceito, de Marcos Nobre (publicado hoje) e Solidariedade e confiança são os melhores recursos para lidar com a crise, de Felipe Maia.
1:15:02
April 1, 2020
#033 O que o coronavírus nos faz pensar? Diálogos entre S. Žižek, Byung-Chul Han, Joanildo Burity e outros autores
Publicaremos hoje no República de Ideias um podcast (também em formato de vídeo) em que Emmanuel Rapizo, Marco A. de Carvalho Silva e André Magnelli conversam sobre os artigos de Zizek, Byung-Chul Han e Jonanildo Burity sobre a atual crise, não sem incluir no papo os textos de Daniel Chernilo, Paulo Henrique Martins e Saskia Sassen. O objetivo não é apenas pensar sobre o que está ocorrendo hoje, mas também refletir sobre nosso futuro, sobre caminhos porvir. Tópicos O diálogo crítico entre Zizek e Byung-Chul Han A visão de S. Žižek sobre a China:o golpe dos cinco passos; A crítica de Byung-Chul Han: aprendizados com a China e os países asiáticos; O que seria o comunista para S. Žižek? Liberalismo diplomado? Social democracia? Um vírus messias?; Byung-Chul Han: será o vírus mesmo um ponto de inflexão? Algumas noções sobre Byung Chul-Han em sua obra: terror da imanência, imunologia e pós-imunologia; Questão da "permissividade" nas nossas sociedades: convergências entre os autores; Pensando por contrastes entre o "oriente" e o "ocidente"; A questão do sistema internacional. Visões alternativas: Joanildo Burity e Daniel Chernilo Daniel Chernilo: desafios para a democracia diante do desencaixe entre sistema interncional, globalização e Estado-nação; Saskia Sassen: território, autoridade e direitos. Mudanças não zeram tudo! Quais capacidades são necessárias para superar a crise contemporâneas? Comparação entre as concepções do que pode vir da crise pandêmica contemporânea? Comparação entre os autores; Aprender a ser si mesmo com o conjunto: construir a convivialidade, renovar a psicanálise; Reencaixar global, internacional e nacional: retomar a capacidade do Estado agir e assumir as políticas públicas; Terminando com uma poesia de Camões.
1:25:58
March 28, 2020
#032 As consequências da vida sob o tempo da urgência
No último encontro do Ciclo de Humanidades de 2019 trabalhamos o tema do tempo e do efeito da aceleração sobre nossas vidas em Na máquina do tempo: como viver em uma sociedade em (des)aceleração?. Naquele momento, estávamos a refletir sobre uma sociedade em aceleração, em um ciclo de sucessão de acontecimentos frenéticos. Naquele dia, tivemos a fala de Bruna Bataglia sobre “Os efeitos da vida sob o tempo de urgência”, feita por skype. Disponibilizamos sua exposição gravada antes do encontro, feita aqui tanto na forma de episódio de podcast como também na forma de vídeo. Com a pandemia do coronavírus, temos um fato novo, marcado por dura ironia: continuamos a nos defrontar com um frenesi de fatos e contingências difíceis de compreender, mas, com as medidas preventivas de confinamento social, nos vemos diante de uma interrupção abrupta das atividades, com uma desaceleração repentina e de duração incerta da nossa vida social e individual. Como pensar este momento ambivalente? Acreditamos que a fala de Bruna poderá nos ajudar a refletir. Uma boa escuta! Tópicos Como devemos entender o tempo da urgência? As várias formas de chamar o atual regime de temporalidade: presentismo, tirania do instante, império do efêmero, crise do porvir, 24/7, império da velocidade etc. As diferenças entre a aceleração do início do século XX e aquela dos anos 1970 em diante: o papel da internet, dos transportes etc.; A aceleração nas relações sociais, no trabalho e nas relações sociais e a explosão dos horizontes de escolha; A aceleração cultural: a recusa da morte e os ideais de felicidade Efeitos do tempo de urgência sobre nossas vidas Tempo da urgência como tempo do mercado; Efeitos da aceleração sobre a democracia Efeitos da aceleração sobre os indivíduos e o psiquismo: questão da depressão e da compreensão do mundo; O capitalismo emocional e a destruição de processos racionais; As fake news e os efeitos emocionais imediatos. Importância do direito em uma sociedade em aceleração: O jurídico como instituição de uma temporalidade social; A garantia da memória coletiva; Perdão e promessa; As regulações da vida diante das incertezas, dos riscos e das contingências do futuro; A importância da reflexividade para a vida democrática.
28:33
March 21, 2020
#031 Itinerários do dom (II): Rumo a uma sociedade convivial?
Publicamos hoje no República de Ideias o segundo episódio da série Itinerários do dom, que realizamos com o professor titular da Universidade Federal de Pernambuco, líder na América Latina do Movimento Anti-utilitarista em Ciências Sociais (M.A.U.S.S.) nas bandas e autor de dois livros pelo Ateliê de Humanidades Editorial: "Itinerários do dom: teoria e sentimento" e "Teoria crítica da colonialidade". Neste episódio, conversamos em torno do Manifesto Convivialista, que foi publicado em 2013 sob liderança de Alain Caillé e que, agora em 2020, tem uma segunda versão publicada, com mais de 200 signatários. Não apenas apresentamos qual a proposta do Manifesto, como também os meios de torná-lo muito mais do que um livro e uma carta de princípios, de forma a se tornar conectado com as práticas e instituições. Tópicos - Passagem do debate sobre dom para o debate sobre convivialismo;  - Ambiguidades e equívocos do termo dom;  - Diálogo da filosofia política com as ciências sociais;  - O problema da hubris na sociedade capitalista;  - Do primeiro ao segundo Manifesto Convivialista;  - O que é convivialismo? Como se opor sem se massacrar?;  - O esgotamento das ideologias modernas e os princípios do convivialismo;  - Por que o Manifesto Convivialista não pode ser apenas uma carta de intenções ou uma discussão teórica?; - Questões práticas: (1) ,metodologias para o convivialismo; - Questões práticas (2): o problema da formação da opinião pública; - Estratégias de condução do convivialismo em terras brasileiras e latino-americanas; - O que fazer? Imaginações institucionais e o lugar do Ateliê de Humanidades.
52:37
March 5, 2020
#030 A alegria da máscara e a potência do brincar: uma conversa sobre riso, criança, gaia e política
Publicamos neste sábado de Carnaval, no República de Ideias, uma conversa entre Aldo Tavares e André Magnelli sobre o carnaval, refletindo sobre a potência do falso presente em sua metafísica, em sua história e seus devires. O fio de nossa conversa entrelaça temas como a leveza do infantil, a subversão pelo riso e pela linguagem, a natureza do poder e da representação, a metafísica do Momo, os limites da luta política de esquerda, as formas de guerra, dádiva e amizade etc.  Desejamos uma boa escuta e um excelente carnaval! Tópicos  - Começando por lembranças afetivas: pierrots, palhaços e bate bolas;  - Fantasia como ampliação dos signos e aproximação afetiva;  - Carnaval como excesso, suspensão e expansão: a experiência do infantil, do riso;  - A moralização e a demonização do Carnaval: graças a Deus temos Crivella, apesar dele mesmo;  - A relação do carnaval com o poder: sua potência política e crítica;  - O rei Momo: sua história e seus símbolos;  - Gaia-Terra, crianças e dádivas: o universo de Momo;  - Os devires do carnaval: duelos, plasticidades e inversões na linguagem;  - Mentira nobre e mentira falsa: os rostos dos governantes e as máscaras do carnaval;  - A leveza e o bailar: não acreditamos em um Deus que não saiba dançar;  - Um contraste entre o carnaval, a procissão e a parada militar: a necessidade de uma memória da tradição do carnaval;  - Crítica da tradição de esquerda: linguagem militarizada, rigidez e a dificuldade do riso e da leveza;  - Digressão sobre Maluf, Lula e cia.;  - O que pode o carnaval? A subversão do brincar, a potência do falso e a alegria da máscara;  - A luta política pelo Entre: corpos, bailares, comidas, infiltrações, enganos, mentiras, jogos e traições; - Como entender o conceito de máquina de guerra de Deleuze: linguagem, desejo, e devir, e não combate, ocupação e força bruta;  - Carnaval, uma Gaia Ciência;  - O que não pode o carnaval? A pura destrutividade e a pornografia que pode matar eros; - Os extremos são fracos, os minoritários fortes; - Amizade e dádiva: uma declaração de amor-philia mútuo, um pacto de amigos por uma pólis feliz.
52:36
February 22, 2020
#029 A revanche de Deus!? (II) Religião em tempos de crise
O República de Ideias traz hoje a conferência de Volney Berkenbrock, feita no dia 25 de julho de 2019 no “Ciclo de Humanidades: ideias e debates em filosofia e ciências sociais”, com o tema “A revanche de Deus: religião em tempos de crise”. Em sua conferência, Volney Berkenbrock se propôs a ler o significado de religião ao longo do tempo e seu (não) lugar na sociedade (pós)moderna.  Neste dia tivemos também a participação de Wellington Freitas, tratando dos evangélicos hoje. Mas como ele está participando de nossa série do República de Ideias e para não termos um episódio muito grande, aqui disponibilizamos apenas a fala do conferencista principal.  Se liga, o Ciclo de Humanidades começa em 2020 no dia 26 de março!  Tópicos  1. Religião: o que seria isso?  – Possibilidades etimológicas (religare, religere, rem ligare), – O uso do termo ao longo da história do ocidente cristão  2. A individualidade subjetiva e seu lugar ou a “emergência do sujeito”  – História longa e curta do sujeito; – algumas concepções de sujeito – passos no surgimento do sujeito religioso – onde chegamos na emergência do sujeito  3. A religião no tempo de transição do sujeito:  –  Crise do conceito de religião – Compreensão funcionalista da religião prevaleceu no Ocidente – Questões: Mas o que acontece com as individualidades (a questão da identidade individual:“identidade é a grande musa da pós-modernidade”) na sua relação com a religião?Como individualidade (identidade subjetiva) e religião irão se relacionar no novo contexto? – Algumas propostas interessantes de compreensão: Maffesoli, Hervieu-Leger, Luc Ferry  4. Novas apropriações da religião a partir da individualidade:  – Religião como experiência; – Espiritualidade pós-religião; – Religião como moldura  5. Considerações finais  – a convivência das três compreensões de religião – pelo que devemos entender a crise da religião hoje? Da superstição à revanche dos deuses  6. Perguntas e respostas  – evangélicos e o movimento dos 12. Como pensar isso? (Túlio) – religião como moldura como democratização da experiência religiosa? (Rubens) – religião hoje está a serviço do ego? (Andrea) – a crise da religião e a sociedade do cansaço: seria necessário um religar? (Zalboeno) – como compreender hoje em dia a ideia de salvação? (Mário) – religião e redes sociais (Antonio)
1:27:57
February 17, 2020
#028 Incertezas da inteligência artificial (II) A guerra inteligente potencializada
O República de Ideias publica hoje o segundo episódio da temporada sobre as "Incertezas da Inteligência Artificial", que é derivada de uma série de ensaios publicados nos Cadernos do Ateliê. Com participação de Renato Magnelli, livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades e engenheiro de automação, e André Magnelli, tratamos dos usos das IAs nas guerras híbridas de nosso tempo e refletimos assim sobre as  ameaças potenciais das IAs para a segurança digital, física e política. Após termos conversado sobre a "ciberguerra em curso" no primeiro episódio, encaramos agora os distintos modos pelos quais as IAs podem ser usadas para gerar danos físicos, seja em seu uso bélico ou civil. https://ateliedehumanidades.com/2020/02/08/podcast-incertezas-da-inteligencia-artificial-a-guerra-inteligente-potencializada/ Tópicos - Recapitulando as capacidades das Inteligências Artificiais: em que isso muda as ameças físicas e o modo de fazer guerra? - Os usos militares das IAs: as armas letais autônomas (LAWs) e o movimento pelo seu banimento no Future of Life Institute - Sobre o documentário Slaughterbots - As questões éticas, jurídicas e políticas em torno das armas letais autônomas; - Os usos maliciosos das IAs para gerar ameaça física: convertendo hardwares e manipulando softwares... - A ascensão das "forças clandestinas": uma capacidade de violência desproporcional a seu número, recurso e território; - Da questão do terrorismo àquela do risco de sofisticação do monopólio da violência estatal; - As propostas de regulamentação para uma ecossistema robótico livre de violência maliciosa - Reflexões críticas sobre as propostas de concentração, centralização e controle - O que restou da doutrina de dissuasão recíproca?
48:26
February 8, 2020
#027 Novos livros para outros horizontes: uma conversa latinoamericana
Publicamos hoje a conversa entre Jaime Torres Guillén (Universidade de Guadalajara, México), Paulo Henrique Martins (UFPE) e André Magnelli (Ateliê de Humanidades), realizada no contexto do lançamento de livros do Ateliê de Humanidades Editorial realizado no Congresso da Associação Latinoamericana de Sociologia (ALAS), ocorrido em dezembro de 2019 no Perú. Tópicos:  - Breve introdução ao lançamento;  - Apresentação, por Paulo Henrique Martins do livro "Teoria crítica da colonialidade" (a ser lançado em breve no Brasil);  - Um debate em torno do projeto Cartografias da crítica e do editorial do Ateliê de Humanidades: reflexões de Jaime Torres Guillén;  - Costuras entre os Cartografias da crítica e Uma democracia (in)acabada;  - Um papo sobre horizontes outros horizontes (latinoamericanos e globais) do pensamento crítico. Gostou das propostas dos livros? Você pode comprá-los agora mesmo: https://www.amazon.com.br/gp/offer-listing/6580291052/ref=tmm_other_meta_binding_new_olp_sr?ie=UTF8&condition=new&qid=1579850176&sr=8-1 https://www.amazon.com.br/gp/offer-listing/658029101X/ref=tmm_other_meta_binding_new_olp_sr?ie=UTF8&condition=new&qid=&sr=
31:59
January 24, 2020
#026 Incertezas da Inteligência Artificial (I) Cenários hipotéticos de uma ciberguerra em ação
Ameaças generalizadas à segurança, armas de guerras (reais e virtuais), desaparecimento súbito de postos de trabalho, fake news automatizadas disseminando instabilidade política, sofisticação do sistema de controle dos Estados, algoritmos mapeando e classificando todos nossos passos, formando uma bolha ideológica e de consumo – não faltam sinais de que os autômatos dos novos tempos prometem nos deixar em constante sinal de suspense. Parece-nos, diante da avalanche de informações e inovações, que os valores mais caros da vida humana estão ameaçados permanentemente pelos autômatos que os próprios humanos estão a criar e proliferar. O República de Ideias publica hoje o primeiro episódio de uma série sobre "As incertezas da Inteligência Artificial", vinculada a ensaios que publicamos nos Cadernos do Ateliê no Plano de Convergência "Tecnociências & Sociedade: Interflúvios e Porvires da Máquina, da Vida e do (Pós-)Humano". Nesta série analisamos questões sobre IA em torno do relatório The Malicious Use of Artificial Intelligence: Forecasting, Prevention, and Mitigation, por meio do qual vinte e seis especialistas em Inteligência Artificial oriundos de centros universitários (Yale, Stanford, Cambridge e Oxford) e de organizações não-governamentais (como Electronic Frontier Foundation e OpenAI), assumiram uma posição sobre os potenciais usos maliciosos das IAs com ameaças à segurança digital, física e política. Neste episódio apresentamos e refletimos sobre uma das dimensões das incertezas sobre IAs, a da cibersegurança. Tópicos Apresentação do contexto da série sobre Incertezas da Inteligência Artificial: um ensaio sobre uso de IAs na política e em fake news vem aí! O que é Inteligência Artificial: brevíssima definição A automatização por IA, suas vulnerabilidades e suas consequências para a segurança digital, física e política; As capacidades potencialmente sobre-humanas das IAs; Uma questão de conjunto: as guerras (híbridas) de nosso tempo; Ciberguerras: ciberataques e ciberdefesas; Consequências das IAs para a segurança digital: invasões, engenharia social e adaptabilidade; Exemplos de ciberguerra em ação; Uma reflexão sobre propostas de medida e controle. Aproveite e leia o ensaio em nosso site! https://ateliedehumanidades.com/2018/03/10/incertezas-da-inteligencia-artificial-1-4-cenarios-hipoteticos-de-um-ciberguerra-em-acao/
35:18
January 8, 2020
#025 Agonias do público em tempos de Narciso
O República de Ideias traz hoje uma conversa entre Marco Aurélio de Carvalho Silva e André Magnelli sobre as "agonias de público em tempos de Narciso", tema originalmente desenvolvido por eles em um artigo publicado no Jornal do Brasil (https://ateliedehumanidades.com/2019/03/15/ciclo-humanidades-ideias-e-debates-em-filosofia-e-ciencias-sociais/). Dialogando com vários autores, como Richard Sennett, Freud, Lacan, Byung Chul Han, Hannah Arendt, Marcel Gauchet e Edgar Morin, refletimos sobre as consequências subjetivas, sociais e políticas de uma sociedade. Tópicos - O mote: "Narciso acha feio o que não é espelho; e odeia o que, sendo público, não tem face"; - A dificuldade de pensar o público: o que é viver em uma sociedade da intimidade? - A era da autenticidade: quando o que importa é deportar os outros e expressar a si mesmo; - Uma forma de ascese bem estranha; - Do dever ao poder: viver em uma sociedade do desempenho e do cansaço; - O que é um narcisista? E por que ele sofre e é frágil?; - Por que o público se torna uma questão de amor e ódio? - O palco da sociedade antiga versus o palco das redes sociais; - A fadiga de si mesmo e a sociedade pós-depressiva: rememorando o Ciclo de Humanidades com Arthur Bueno (Rumo a uma sociedade pós-depressiva?: https://ateliedehumanidades.com/2019/08/19/ciclo-de-humanidades-rumo-a-uma-sociedade-pos-depressiva-perspectivas-franco-alemaes-sobre-o-sofrimento-psiquico-evento-gratuito/); - Onde buscar a imortalidade? O público, o corpo e o mundo; - Qual a importância do espaço público para o florescimento dos indivíduos e da democracia?; - A necessidade de dar à luz um sentido do público e do coletivo; - A lição de Hannah Arendt: renascer é sempre possível; - Rumo a uma metamorfose? Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).
57:10
December 18, 2019
#024 Itinerários do dom (I): Para nos situar no mundo contemporâneo
Primeiro episódio da temporada do República de Ideias que é baseada no livro de Paulo Henrique Martins, publicado pelo Ateliê de Humanidades Editorial: "Itinerários dom Dom: teoria e sentimento". Nele, Paulo Henrique Martins e André Magnelli dialogam a fim de nos situarmos no mundo contemporâneo. Para tanto, tratamos  das transformações do capitalismo, do trabalho, do mundo da vida e das subjetividades tanto nos países capitalistas centrais quanto periféricos; refletimos sobre a radicalização do utilitarismo na esteira destes processos; e falamos um pouco sobre o que é o antiutilitarismo e o dom e o papel do Ensaio sobre a Dádiva. E terminamos com considerações sobre o que vem por aí na temporada! Boa escuta! Tópicos - Uma linha das crises contemporâneas: a desinstitucionalização do modelo de Estado nação e do desenvolvimentismo latino-americano; - A dificuldade da esquerda de pensar a crise do Estado desenvolvimentismo; - A crise atual em suas manifestações corporativas; - Efeitos da exclusão, vulnerabilidade e violência das comunidades populares: a transmutação dos movimentos religiosos rumo a um neoevangelismo; - A colonialidade do saber e do poder nas universidades: por que os intelectuais não conseguem falar do que ocorre?; - A dádiva e sua relação com a crítica descolonial; - Para repensar as formas associativas em um mundo fragmentado. Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).
49:03
December 13, 2019
#023 A Revanche de Deus!? (I) Para entender o "evangeliquês" e ir além dele
O República de Ideias inicia hoje uma nova temporada, "A Revanche de Deus!? Religião em tempos de mutação", cujo nome remete ao encontro do Ciclo de Humanidades, realizado pelo Ateliê de Humanidades no Consulado da França, onde nos dedicamos ao tema da religião com conferência de Volney Berkenbrock e testemunho de Wellington Freitas (https://ateliedehumanidades.com/2019/07/17/ciclo-de-humanidades-a-revanche-de-deus-religiao-em-tempos-de-crise-evento-gratuito/).  Nesta temporada, conversaremos sobre o mundo religioso como um todo, não apenas as religiões cristãs (católicas e reformadas) e demais monoteísmos, mas também sobre as religiões afro, as "orientais", as indígenas, o espiritismo, os novos movimentos etc. O objetivo principal é pensar as mutações e dinâmicas das religiões no mundo contemporâneo, mas, para tanto, percorreremos, sempre que oportuno, as histórias das distintas religiões a fim de compreender o presente. Importante dizer: trataremos das religiões com pensamento alargado, sem preconceito e sem frescura de qualquer tipo, religioso ou ateu, com uma atitude de compreensão, mobilizando conhecimentos de ciências da religião e, ao mesmo tempo, dos próprios atores religiosos, levando a sério seus pontos de vista. Decidimos começar esta série nos situando no mundo dos "evangélicos", com uma conversa entre André Magnelli e Wellington Freitas. Muito se fala, hoje, da ascensão dos evangélicos, sobre seus costumes, sua presença na política e sua forma de evangelização. Mas o que são os "evangélicos"? Como entender o "evangeliquês"? E como ir além dele?  Quem é "evangélico" encontrará aqui um início de conversa sobre sua identidade indo além do "senso comum" de sua ilha; quem não é evangélico poderá começar a entender este mundo altamente dinâmico e complexo. Tópicos - como definir um evangélico sem ter um papa que os defina? Saindo da ilha e da contemporaneidade para a história; - As solas da Reforma e alguns traços do protestantismo tradicional; - A entrada dos evangélicos no Brasil: dos primeiros tempos ao início do século XX; - As igrejas pentecostais: origens histórias e características, com continuidades e diferenças em relação ao protestantismo clássico; -  As mudanças desde a década de 1970: o surgimento das Igrejas neopentecostais; - São os "evangélicos" de hoje "evangélicos"? Continuidades e descontinuidades no mundo evangélico contemporâneo.
48:22
November 21, 2019
#022 Da repressão à depressão? Um olhar psicanalítico sobre os sentidos da religião e da vida
Publicamos hoje uma conversa entre o psicanalista e livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades Marco Aurélio de Carvalho Silva e André Magnelli. A partir da psicanálise e em diálogo com os sentidos da religião trazidos por Volney Berkenbrock no Ciclo de Humanidades, refletimos sobre a associação entre os destinos da religião nas nossas sociedades secularizadas e as buscas atuais de sentido da vida. Tópicos: - Qual a concepção psicanálise de "sentido" da existência? Um pouco de Freud e Lacan; - O que a psicanálise herdou do contexto em que nasceu? A era da repressão e as neuroses; - Da repressão à depressão: as mudanças do nosso tempo; - A busca de um sentido dentro de si mesmo: seus paradoxos e sofrimentos; - O furo e a cultura como tesouro de significantes; - Da falta e desejo ao vazio: a busca de sentido da vida a partir da clínica; - Recapitulando os sentidos de religião segundo Volney Berkenbrock em "A revanche de Deus" no Ciclo de Humanidades: a religião como moldura; - A busca imediata de bem estar entre religião e ciência e seus desencantamentos; - O que fazer diante do desamparo hoje? A referência positiva a uma coletividade e a manutenção do "mistério" do inconsciente; - A síndrome da bela adormecida: "o mundo tudo me deve ", entre o adormecer encantado e a expectativa de "salvação individual"; - Liberdade como aceitação das contingências da vida; - A psicanálise como teoria e prática da individuação psíquica: o reconhecimento da responsabilidade por si e por outrem. Para assistir a outro episódio com Marco Aurélio de Carvalho Silva, "A criança, sua majestade!", acesse: https://ateliedehumanidades.com/2019/07/16/podcast-a-crianca-sua-majestade-os-desafios-da-psicanalise-para-os-novos-tempos/ Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).
46:06
November 8, 2019
#021.1 Estruturalismo, um movimento inacabado
O República de Ideias disponibiliza em formato de podcast a palestra "Estruturalismo, um movimento inacabado", dada por André Magnelli no Congresso Interdisciplinar Estruturalismos. Agradecemos aos organizadores, em especial a Carlos Coelho, pela iniciativa do Congresso e pelo convite para a palestra. Se quiser assistir em formato de vídeo, é só acessar o canal do Atelie no youtube. André Magnelli reflete sobre o inacabamento do projeto estruturalismo: o que é o estruturalismo? Qual sua relação com o contexto histórico do pós-guerra, quando ele emergiu como movimento? Como podemos relacioná-lo com a tradição da teoria crítica e com o estado do pensamento crítico hoje? Por que o projeto foi interrompido? Como podemos prosseguir com a promessa estruturalista, ao mesmo tempo que superar os seus limites? André Magnelli busca responder a tais questões, dialogando o estruturalismo com o Movimento antiutilitarista em ciências sociais, a retórica e o político. Publicamos conjuntamente uma homenagem a um dos principais pesquisadores sobre o estruturalismo linguístico e antropológico no Brasil, Ricardo Jardim Andrade. Magnelli apresenta a tese de Jardim Andrade, Structuralisme et la question du sujet: la formation du champ sémiologique [Estruturalismo e a questão do sujeito: a formação do campo semiológica] e suas contribuições mais amplas para o estudo do estruturalismo e para sua conexão com a psicanálise, a fenomenologia e a hermenêutica.
50:00
November 4, 2019
#020 Cartografias da crítica (II): Em busca de um diagnóstico das nossas crises
Publicamos hoje o segundo episódio de uma temporada do República de Ideias sobre o Plano de Convergência “Cartografias da crítica: entre crise, crítica e reconstrução”, do qual resultou uma publicação do Ateliê de Humanidades Editorial: “Cartografias da crítica: balanços, perspectivas e textos”. Neste episódio, Felipe Maia (professor da UFJF) e André Magnelli conversam sobre a possibilidade de uma teoria de nossas crises. Tópicos: - Vivemos em tempos de crises hiperbólicas: serão elas objetivas ou subjetivas?; - A relação entre crítica e crise e os sentidos do termo crise (Reinhart Koselleck); - Existe crise em tempos de normalidade? Existe um mundo sem crise? Como identificar uma experiência como sendo de "crise"?; - Será que as críticas são responsáveis por crises?; - Sobre a relação da crise com a ação humana e a diferença entre crise e catástrofe; - Crise como narrativa, controle e materialidade - Como fazer um bom diagnóstico de crise? Quais são as vias possíveis de uma teoria da crise? O papel da reflexividade - Uma tentativa de pensar a crise política brasileira Conheça o livro “Cartografias da crítica: balanços, perspectivas e textos” no nosso site: https://ateliedehumanidades.com/2019/08/06/cartografias-da-critica-balancos-perspectivas-e-textos/. Você pode comprar o livro na Amazon e na Estante Virtual! Escute os episódios quando, onde e como quiser! Eles estão disponíveis em quase todos os armazenadores de podcast (Spotify, Anchor, Castbox, Apple podcasts, Google podcasts, Breaker, Overcast, Pocketcasts, Radiopublic).
1:00:48
October 25, 2019
#019 Cartografias da crítica (I): O que há de crítico com a teoria crítica?
Publicamos hoje o primeiro episódio de uma temporada do República de Ideias sobre o Plano de Convergência "Cartografias da crítica: entre crise, crítica e reconstrução", do qual resultou uma publicação do Ateliê de Humanidades Editorial: "Cartografias da crítica: balanços, perspectivas e textos". Neste primeiro episódio, Alberto Luis Cordeiro de Farias e André Magnelli refletem sobre o que é a teoria crítica partindo do tempo presente: o que há de crítico com a teoria crítica hoje? Tópicos: - a origem do projeto e seus contornos iniciais;   -  esboço de diagnóstico sobre o estado do pensamento crítico no mundo contemporâneo.   - quais são os "fins da crítica"; - Quais são os elementos sistemáticos que fazem de uma teoria uma teoria cŕitica?  Por fim, falamos sobre nossas problemáticas e linhas de pesquisa dentro deste Plano de convergência, convidando a todos que não apenas nos acompanhem, mas que também se interessem em agregar forças à empreitada de reconstruir a teoria crítica e a prática transformadora no nosso tempo. Conheça o livro "Cartografias da crítica: balanços, perspectivas e textos" no nosso site: https://ateliedehumanidades.com/2019/08/06/cartografias-da-critica-balancos-perspectivas-e-textos/. Você pode comprar o livro na Amazon e na Estante Virtual!
49:04
October 11, 2019
#018 Amor e generosidade - para que isso nas humanidades?
Esta pequena conversa entre Paulo Henrique Martins e André Magnelli serve de preparativo para o próximo Ciclo de Humanidades, que será realizado dia 26-09, com tema: "Além da Crítica: por que o amor importa?" (https://ateliedehumanidades.com/2019/09/17/ciclo-de-humanidades-alem-da-critica-por-que-o-amor-importa-evento-gratuito/). Para que o amor e a generosidade nas ciências sociais? É sobre isso que conversamos, inspirados pelo artigo de Paulo Henrique Martins "Generosidade e vida social", publicado no Jornal O Povo. A partir de uma reflexão sobre os limites de um pensamento meramente abstrato e de uma moral e política baseada apenas na lógica do combate e da luta, dialogamos com o budismo e o cristianismo a fim de pensar toda uma gramática da moral e dos afetos positiva para as ciências sociais - incluindo o aspecto metodológico -, e também para a experiência individual e coletiva. Boa escuta!
19:15
September 23, 2019
#017 As sexualidades de Foucault (IV): As confissões da carne
Publicamos hoje o quarto e último episódio da temporada do República de Ideias, podcast do Ateliê de Humanidades, sobre os quatro volumes da História da Sexualidade de Michel Foucault. Com Lucas Soneghet e André Magnelli, este episódio trata do quarto volume, publicado postumamente em 2018 pela Gallimard, a ser lançado em português pela Paz e Terra: "As confissões da carne". Nele, conversamos sobre a genealogia do sujeito de desejo e de direito no contexto dos pais da Igreja, nos primeiros séculos do cristianismo. Como emergem as práticas de penitência e de confissão, as concepções de virgindade e casamento? Ao contrário de ser uma religião de opressão da sexualidade, Foucault mostra como ela faz nascer o conceito de "carne" e a libidinização do sexo. Um boa escuta!
47:26
September 20, 2019
#016 Uma democracia (in)acabada (V): À prova dos populismos
Quinto e último episódio da temporada do República de Ideias sobre o Livro " Uma Democracia (in)acabada: quadros e bordas da soberania do povo com Pierre Rosanvallon", lançado pelo Ateliê de Humanidades Editorial. Com participação de Emmanuel Rapizo e André Magnelli, refletimos sobre os fenômenos populistas contemporâneos, tanto de esquerda quanto de direita: reconstruímos um pouco os sentidos do termo populismo, em seu uso histórico e polêmico; propomos uma definição de populismo a partir do conceitual de Pierre Rosanvallon; e buscamos refletir sobre "o que os populismos querem dizer" sobre nossas democracias. Todo o episódio é atravessado com uma preocupação para pensar a democracia hoje no mundo e no Brasil. Boa escuta! Se você gostou da temporada e do conteúdo, adquira  o nosso livro nas redes de loja on-line: https://ateliedehumanidades.com/category/todos-os-livros/ Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/ Sigam nossas redes: Site:  https://ateliedehumanidades.com/ Twitter:  @AtelieHuman Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/ Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/
42:31
September 12, 2019
#015 Cosmopolíticas para Gaia em Tempos de Antropoceno
As queimadas na Amazônia e a postura do governo Bolsonaro colocaram a questão ambiental no centro das atenções dos brasileiros, e o Brasil no centro de um turbilhão mundial. Hoje, no República de Ideias, o Ateliê de Humanidades revisita o tema "Cosmopolíticas para Gaia em tempos de Antropoceno", tratado por nós no Ciclo de Humanidades. Com participação de Alyne Costa, Rafael Damasceno e André Magnelli, apresentamos o que significa Antropoceno e Gaia; refletimos sobre as catástrofes ambientais em curso - tratando, inclusive, do problema do desmatamento; e pensamos sobre as respostas possíveis para os desafios impostos a nós em tempos de Antropoceno. Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Sigam nossas redes:  Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/
50:37
August 23, 2019
#014 Uma democracia (in)acabada (IV): Os messianismos à brasileira
 Quarto episódio da temporada do República de Ideias sobre o Livro " Uma Democracia (in)acabada: quadros e bordas da soberania do povo com Pierre Rosanvallon", lançado pelo Ateliê de Humanidades Editorial.  Com participação de Lindoberg Campos e André Magnelli, refletimos sobre os messianismos na história da democracia brasileira; fazemos um panorama na história; distinguimos entre dois tipos de messianismo; e tratamos de sua presença hoje em nossa política e sociedade, discutindo sobre suas permanências e metamorfoses hoje. O próximo episódio, último da temporada, é: (V) Na era dos populismos. Boa escuta!  
31:56
August 14, 2019
#013 Uma democracia (in)acabada (III): A tentacao cesarista
 Terceiro episódio da temporada do República de Ideias sobre o Livro " Uma Democracia (in)acabada: quadros e bordas da soberania do povo com Pierre Rosanvallon", lançado pelo Ateliê de Humanidades Editorial.  Com participação de Emmanuel Rapizo e Felipe Maia, o episódio apresenta o livro de Rosanvallon: A democracia inacabada: história da soberania do povo na França. Falamos do desencantamento da democracia; do cesarismo e bonapartismo; sobre os conceitos de soberania e representação; e concluímos com considerações sobre a soberania complexa e a representação generalizada.  Os próximos episódios serão: (IV) Os messianismos à brasileira;  (V) Na era dos populismos. Boa escuta!  
42:24
July 30, 2019
#012 A Criança, sua majestade!
Neste episódio Marco Aurélio Carvalho Silva conversa com André Magnelli sobre seu artigo "The child, his majesty! The challenges of psychoanalysis for the new times". Refletimos sobre a mudança das experiências subjetivas entre a época de Freud e a contemporânea. Para isso, dialogamos com a ideia de uma "criança do desejo", desenvolvida por Marcel Gauchet, pensando sobre suas consequências para os indivíduos e a democracia
41:25
July 16, 2019
#011 As sexualidades de Foucault (III): A arte de cuidar de si
Terceiro episódio da temporada do República de Ideias, do Ateliê de Humanidades, sobre os quatro volumes da História da Sexualidade de Michel Foucault. Este episódio trata do terceiro volume: O cuidado de si (1984). Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Sigam nossas redes: Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
26:55
July 2, 2019
#010 Entrevista com Alfredo Pena-Vega (III): Entre ecologia complexa e fenomenologia das cat\u00E1strofes
 Terceira parte da entrevista com Alfredo Pena-Vega, professor e  pesquisador do Centre Edgar Morin (EHESS/CNRS), feita no dia no contexto do  primeiro encontro do "Ciclo de Humanidades: ideias e debates em filosofia e ciências sociais", com o tema: "Ética complexa: religar o mundo, assumir o humano",  ocorrido no dia 28 de março de 2019 na BiblioMaison/Consulado da  França, com apoio da Editora Sulina. A duas primeiras partes foram: "Em torno de Edgar Morin" e  "As universidades de uma perspectiva global".  Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/   
1:23:18
June 27, 2019
#009 Uma Democracia (in)acabada (II): o povo, um soberano cheio de complexos
Segundo episódio da temporada do República de Ideias sobre o e-book/livro "Democracia (in)acabada: quadros e bordas da soberania do povo com Pierre Rosanvallon", lançado pelo Ateliê de Humanidades Editorial. O episódio anterior foi: (I) Uma história filosófica do político: https://ateliedehumanidades.com/2019/05/16/podcast-uma-democracia-inacabada-historia-filosofica-do-politico/.  Com participação de Emmanuel Rapizo e André Magnelli, o episódio apresenta o livro de Rosanvallon: A democracia inacabada: história da soberania do povo na França. Falamos do desencantamento da democracia; dos equívocos e antinomias originários da democracia; dos quadros e bordas do regime; e concluímos com considerações sobre a soberania complexa e a representação generalizada. Os próximos episódios serão: (III) A tentação cesarista;  (IV) Os messianismos à brasileira;  (V) Na era dos populismos. Boa escuta!  Para conhecer e comprar o e-Book, basta acessar: https://ateliedehumanidades.com/2019/05/22/uma-democracia-inacabada-quadros-e-bordas-da-soberania-do-povo-ebook/ Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e conheça nosso site (ateliedehumanidades.com), inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
35:54
June 11, 2019
#008 As sexualidades de Foucault (II): Os prazeres gregos
Segundo episódio da temporada do República de Ideias, do Ateliê de Humanidades, sobre os quatro volumes da História da Sexualidade de Michel Foucault. Este episódio trata do segundo volume: O uso dos prazeres (1984).  Por que a volta para a Grécia Antiga? Hipótese e objetivo do livro (o sujeito e não mais o saber ou o poder) Modos de subjetivação e práticas de si Quatro conjuntos de problematização moral grega (um medo, um esquema de comportamento, uma imagem, um modelo de abstenção) Eixos da problematização (aphrodisia, chresis, enkrateia, sophrosune e episteme) Regimes de prazeres: Dietética, Econômica e Erótica Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Sigam nossas redes: Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
49:29
May 28, 2019
#007 Uma Democracia (in)acabada (I): história filosófica do político
Primeiro episódio da temporada do República de Ideias sobre o e-book/livro "Democracia (in)acabada: quadros e bordas da soberania do povo com Pierre Rosanvallon", que será lançado agora pelo Ateliê de Humanidades Editorial. Com participação de Emmanuel Rapizo e André Magnelli, o episódio discute o capítulo que trata da história filosófica do político (sociologia histórica do político) de Pierre Rosanvallon: seus conceitos, sua forma de articular teoria e práxis, e quais trajetos intelectuais o autor seguiu. São ressaltados as diferenças para a sociologia histórica de origem anglo-saxônica e as relações de Rosanvallon com os historiadores franceses do século XX. Os próximos episódios serão:  (II) O Povo, um soberano cheio de complexos;  (III) A tentação cesarista;  (IV) Os messianismos à brasileira;  (V) Na era dos populismos. Boa escuta!  Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e conheça nosso site (ateliedehumanidades.com), inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
35:45
May 16, 2019
#006 As sexualidades de Foucault (I): Sexo, razão de tudo!
Primeiro episódio da temporada do República de Ideias, do Ateliê de Humanidades, com participação de Lucas Soneghet e André Magnellli, sobre os quatro volumes da História da Sexualidade de Michel Foucault. Este episódio trata do primeiro volume: A vontade de saber (1976).  Foucault: saber-poder Sujeito fora da filosofia do sujeito Grandes instituições de saber-poder na modernidade  Por que a sexualidade?  Sexualidade como dispositivo de poder  O problema da liberação ou das práticas de liberdade     Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e conheça nosso site (ateliedehumanidades.com), inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
29:39
May 7, 2019
#005 Entrevista com Alfredo Pena-Vega (II): As universidades em uma perspectiva global
Segunda parte da entrevista com Alfredo Pena-Vega, professor e  pesquisador do Centre Edgar Morin (EHESS/CNRS), feita no contexto do  primeiro encontro do "Ciclo de Humanidades: ideias e debates em filosofia e ciências sociais", com o tema: "Ética complexa: religar o mundo, assumir o humano",  ocorrido no dia 28 de março de 2019 na BiblioMaison/Consulado da  França, com apoio da Editora Sulina. A primeira parte foi "Em torno de Edgar Morin" e a próxima é: "Entre ecologia complexa e  fenomenologia das catástrofes".      Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e conheça nosso site (ateliedehumanidades.com), inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
1:08:14
April 29, 2019
#004 Mais Oswald, menos Ernesto. Mais Brasil, menos pátria
Neste episódio do República de Ideias, conversamos sobre o artigo de Sebastião Lindoberg da S. Campos, publicado no Jornal do Brasil na saída do Carnaval: Mais Oswald, menos Ernesto. Mais Brasil, menos pátria. Em diálogo com Emmanuel Rapizo e André Magnelli, refletimos sobre o que é o Brasil, sobre nação e nacionalismo. Tendo por tema a proposta de Lindoberg retomar a antropofagia de Oswald de Andrade, pensamos o contraste entre o patriotismo do atual ministro das Relações Exteriores do Governo Bolsonaro, Ernesto Fraga Araújo, e o desfile da escola de samba Mangueira, vitoriosa do carnaval de 2019 com o enredo História para ninar gente grande.    Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e conheça nosso site (ateliedehumanidades.com), inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
27:47
April 16, 2019
#003 Assumamos nosso próprio tempo: Manifesto por uma Slow Science
Episódio do República de Ideias em que debatemos o Manifesto para uma slow science, buscando diagnosticar os problemas de um sistema de fast science e pensando caminhos para um tempo cadenciado.  Uma época de aceleração de todos os aspectos da existência.   Efeitos negativos na vida cultural, intelectual, universitária e existencial.  Public or perish!   Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e conheça nosso site (ateliedehumanidades.com), inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
50:04
March 30, 2019
#002 Entrevista com Alfredo Pena-Vega (I): Em torno de Edgar Morin
Primeira parte da entrevista feita por André Magnelli com Alfredo Pena-Vega, professor e pesquisador do Centre Edgar Morin (EHESS/CNRS), feita no contexto do primeiro encontro do "Ciclo de Humanidades: ideias e debates em filosofia e ciências sociais", com o tema: "Ética complexa: religar o mundo, assumir o humano", ocorrido no dia 28 de março de 2019 na BiblioMaison/Consulado da França, com apoio da Editora Sulina. Serão publicadas mais duas partes: "As universidades em uma perspectiva global" e "Entre ecologia complexa e fenomenologia das catástrofes".   Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e conheça nosso site (ateliedehumanidades.com), inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
1:27:04
March 29, 2019
#001 Um Ateliê de Humanidades, que coisa é esta?
Este é o episódio piloto do canal de podcast do Ateliê de Humanidades! Nele é discutida a ideia de um "ateliê de humanidades” e apresentamos o que é o Ateliê de Humanidades. Para isso, fazemos um diagnóstico sobre as crises de nosso tempo: as crises das universidades e dos saberes, a crise de valores, existencial e política, e, de maneira mais geral, a crise das humanidades.   Gostou do República de Ideias? Gostou da proposta do Ateliê? Nos apoie no Catarse:  https://ateliedehumanidades.com/apoio/  Aproveite e conheça nosso site (ateliedehumanidades.com), inscreva-se no República de Ideias e siga-nos em todas as redes. Site:  https://ateliedehumanidades.com/  Twitter:  @AtelieHuman  Facebook:  https://www.facebook.com/ateliedehumanidades/  Medium:  https://medium.com/@ateliedehumanidades  Instagram:  https://www.instagram.com/ateliedehumanidades/ 
34:20
March 29, 2019