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Diálogos Olimpianos

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By Diálogos Olimpianos
Diálogos e muita história das sociedades da Antiguidade. Do Mar do Norte ao Mundo Mediterrânico, navegando pelo Rio Nilo ou atravessando o Crescente Fértil e indo além...
Diálogos Olimpianos é um projeto do Grupo de Estudos sobre o Mundo Antigo Mediterrânico - GEMAM, sob coordenação da Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM), que visa trazer o conhecimento produzido na universidade sobre as sociedades antigas de forma acessível, divertida e prazerosa. Bate papo com pesquisadoras e pesquisadores, entrevistas e comentários de fontes, filmes e estudos contemporâneos sobre a Antiguidade.
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59. Mulheres da Antiguidade #2: Eva (Comentário por Sue'Hellen Monteiro de Matos)
Neste episódio, a Profa. Ma. Sue'Hellen Monteiro de Matos (UMESP/UNIMES) trata sobre Eva, personagem que tem sua história narrada, inicialmente, no livro de Gênesis (2-4) do Antigo Testamento. A culpabilização e os castigos de Eva pelo mal no mundo no Antigo e no Novo Testamento são analisados, bem como, são trazidos contrapontos de outras fontes antigas e medievais sobre essa personagem e uma possibilidade de leitura sobre Eva à luz da hermenêutica feminista. O episódio é o segundo de uma série de divulgação dos verbetes do Compêndio Histórico de Mulheres da Antiguidade, obra em dois volumes, organizada pelos Profs. Semíramis Corsi Silva, Rafael Brunhara e Ivan Vieira Neto. O conteúdo deste episódio é o verbete Eva (volume 1 do Compêndio), de autoria de Sue'Hellen Monteiro de Matos. Referência principal: MATOS, S. M. Eva. In: SILVA, S. C.; BRUNHARA, R.; VIEIRA NETO, I. (Orgs.). Compêndio Histórico de Mulheres da Antiguidade. Vol. I. Goiânia: Tempestiva (No Prelo). Página da Profa. Sue'Hellen Monteiro de Matos no Academia.edu: https://metodista.academia.edu/SueHellenMonteirodeMatos Imagem da capa do Episódio: Eva. De Lucien Levy Dhurmer, pintor simbolista francês (1865-1953). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 59. Mulheres da Antiguidade #2: Eva (Comentário por Sue'Hellen Monteiro de Matos). Narração de Sue'Hellen Monteiro de Matos. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 28 mar. 2022. Podcast.Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/59--Mulheres-da-Antiguidade-2-Eva-Comentrio-por-SueHellen-Monteiro-de-Matos-e1gc5d5. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
19:57
March 28, 2022
58. A filósofa Hipátia e o filme Alexandria (Comentário por Semíramis Corsi Silva)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) apresenta elementos gerais sobre quem foi Hipátia de Alexandria e faz uma análise de pontos importantes sobre o filme Ágora, lançado no Brasil, em 2009, com o título de Alexandria. O filme, dirigido pelo cineasta chileno-espanhol Alejandro Amenábar, retrata o conflito envolvendo a morte de Hipátia como uma espécie de metáfora para problemas contemporâneos entre fé e razão. Onde a fé é simbolizada pelo bispo de Alexandria, Cirilo (futuro São Cirilo de Alexandria), e a razão pela filósofa Hipátia. As antigas disputas de Hipátia com Cirilo e o diálogo de Amenábar com seu próprio presente e com a situação política da Espanha na época de produção do filme são tratados neste episódio. Referências principais: FIGUEIREDO, D.; SILVA, S. C. Representações da Antiguidade Tardia no cinema: o filme Alexandria. In: CARLAN, C. U.; FUNARI, R. S.; FUNARI, P. P. A. (Orgs.). Cinema e o Mundo Antigo. Antiguidade através da Sétima Arte. Saarbrücken/Alemanha: Novas Edições Acadêmicas, 2015, p. 133-152. SILVA, S. C.; FIGUEIREDO, D. História e Cinema em sala de aula: reflexões a partir do filme Alexandria, de Alejandro Amenábar. Revista Chrônidas, v. II, p. 110-134, 2012. SILVA, S. C.; FIGUEIREDO, D. Mulheres no Império Romano da Antiguidade Tardia: considerações em torno da filósofa Hipátia de Alexandria. In: AMARAL, F. P.; GONZÁLEZ MARTÍNEZ, M. N. (Orgs.). Género y Ciencias Sociales: Arqueologías y cartografías de fronteras. Barranquilla: Universidad Simón Bolívar, 2015, p. 251-280. SILVA, S. C.; FIGUEIREDO, D. Imagens e realidades em torno da filósofa Hipátia de Alexandria. In: RIBEIRO, E. (Org.). Imagens de mulheres na antiguidade e no medievo: símbolos, ícones e representações. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2017, v. 11, p. 33-62. Os textos podem ser baixados aqui: https://ufsm.academia.edu/Sem%C3%ADramisCorsi?from_navbar=true&trigger=account-menu Entrevista sobre Hipátia de Alexandria para o Grupo GERMINA (UFSC): https://germinablog.wordpress.com/2020/06/14/entrevista-sobre-hipatia-de-alexandria/ Imagem da capa do episódio: Cartaz do filme Ágora(Alexandria). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 58. A filósofa Hipátia e o filme Alexandria (Comentário por Semíramis Corsi Silva). Narração de Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 05 mar. 2022. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/58--A-filsofa-Hiptia-e-o-filme-Alexandria-Comentrio-por-Semramis-Corsi-Silva-e1f9h42 Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
19:06
March 05, 2022
57. Especial Dia Mundial do Gato: A Deusa Bastet (Comentário por Lucas Araújo)
Neste episódio Especial Dia Mundial do Gato, o pesquisador Lucas Araújo (graduado em História pela UNINTER, pós-graduando em História Antiga e Medieval pela FMS/ITECNE e membro da Organização É Cada História Na História) nos apresenta a deusa egípcia Bastet. A deusa Bastet é uma das deusas de maior destaque no panteão egípcio antigo, adorada por um longo período da história faraônica. Em sua forma antropozoomórfica Bastet era representada como humana e também como gato. Neste episódio são apesentados aspectos da mitologia em torno de Bastet, seus domínios, sua dualidade com a deusa leoa Sekhmet, sua festa e muitos elementos sobre a antiga adoração dos egípcios em torno dos gatos. Dia 17 de fevereiro é considerado Dia Mundial dos Gato e, com esse episódio, o GEMAM faz sua homenagem a esses animais que encantam nossas vidas e que eram divinizados no Egito antigo. Referências principais: PINCH, G. Egyptian Mythology: A Guide to the Gods, Goddesses and Traditions of Ancient Egypt. Londres, Oxford University Press, 2004. MÁLEK, J. The Cat in Ancient Egypt. Londres: The British Museum Press, 1993. WILKINSON, R. H. The Complete Gods and Goddesses of Ancient Egypt. Londres: Thames and Hudson, 2003. Imagem da capa do episódio: À esquerda, representação da deusa Bastet como um felino, acervo do Museu do Louvre. À direita, representação de Bastet em sua forma antropozoomórfica, acervo do Museu Britânico. É cada História na História Canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCE8tSVJv-_rbjuNB42bwPLw Instagram: @ecadahistorianahistoria GEMAM Canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC7raJs5_PNid4dnpfIkA9AA Instagram: @team.gemam Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 57. Especial Dia Mundial do Gato: A Deusa Bastet (Comentário por Lucas Araújo). Narração de Lucas Araújo. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 12 fev. 2022. Podcast.Disponível em:  https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/57--Especial-Dia-Mundial-do-Gato-A-Deusa-Bastet-Comentrio-por-Lucas-Arajo-e1ea4ob. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
20:29
February 12, 2022
56. Mulheres da Antiguidade #1: Lilith (Comentário por Janaina Zdebskyi e Cauana Harz de Lima)
Neste episódio, as pesquisadoras Janaina Zdebskyi (Doutoranda em História pela UFSC) e Cauana Harz de Lima (Graduanda em História pela UFSC) nos apresentam o mito de Lilith. A personagem Lilith surge na Antiguidade, mas toma diferentes rumos nas leituras das fontes medievais, sendo considerada nessas fontes, a partir de uma leitura baseada na divergência existente do Livro de Gênesis, como a primeira mulher criada por Deus. Com a Segunda Onda do Feminismo, seu mito ressurge como um dos principais símbolos de resistência e independência feminina. Todos estes elementos são tratados neste episódio que é o primeiro de uma série de divulgação dos verbetes do Compêndio Histórico de Mulheres da Antiguidade, obra em dois volumes, organizada pelos Profs. Semíramis Corsi Silva, Rafael Brunhara e Ivan Vieira Neto. O conteúdo deste episódio é o verbete Lilith (volume 1 do Compêndio), de autoria de Janaina Zdebskyi e Cauana Harz de Lima. Referência principal: LIMA, C. H.; ZDEBSKYI, J. F. Lilith. In: SILVA, S. C.; BRUNHARA, R.; VIEIRA NETO, I. (Orgs.). Compêndio Histórico de Mulheres da Antiguidade. Vol. I. Goiânia: Tempestiva (No Prelo). Imagem da capa do episódio: Lilith and Eve (1973). De Yuri Klapouh. Instagram do MERIDIANUM: @meridianumufsc Instagram do GEMAM: @team.gemam Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 56. Mulheres da Antiguidade #1: Lilith (Comentário por Janaina Zdebskyi e Cauana Harz de Lima). Narração de Janaina Zdebskyi e Cauana Harz de Lima. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 31 jan. 2022. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/56--Mulheres-da-Antiguidade-1-Lilith-Comentrio-por-Janaina-Zdebskyi-e-Cauana-Harz-de-Lima-e1dn9ho. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
15:30
January 31, 2022
55. Magia na Antiguidade #4: As defixiones latinas (Entrevista com Carlos Eduardo da Costa Campos)
Neste episódio, a Profa. Semíramis Corsi Silva (UFSM) entrevista o Prof. Dr. Carlos Eduardo da Costa Campos (UFMS) sobre as defixiones latinas. As defixiones (defixio, no singular) eram lâminas com imprecações mágicas escritas em latim, feitas, geralmente de chumbo ou de ligas de outros metais, de cera, etc. Elas foram encontradas pelos arqueólogos em lugares como antigas sepulturas, fontes, poços e ruas. Similares aos katadesmoi (katadesmos, no singular) gregos, são conhecidas hoje cerca de 1.600 lâminas em latim e/ou grego. Neste episódio são tratados elementos sobre a circulação das defixiones (espaço e tempo), as particularidades do material latino em relação ao grego (especialmente da região do Lácio), as divindades evocadas, questões de gênero e de autoria, desafios da tradução, etc. Referência principal: CAMPOS, C. E. da C. As Tabellae Defixionum da região do Lácio (I AEC – II EC): tradução e análise textual. Tese de Doutorado em Letras Clássicas defendida na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, 2021. Imagem da capa do episódio: Exemplos de defixiones latinas. Instagram do ATRIVM: @atrivmufms Instagram do GEMAM: @team.gemam Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 55. Magia na Antiguidade #4: As defixiones latinas (Entrevista com Carlos Eduardo da Costa Campos). Entrevistado: Carlos Eduardo da Costa Campos. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 16 jan. 2022. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/55--Magia-na-Antiguidade-4-As-defixiones-latinas-Entrevista-com-Carlos-Eduardo-da-Costa-Campos-e1d13n5. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
51:08
January 16, 2022
54. Especial de Natal: Maria, mãe de Jesus (Comentário por Juliana Cavalcanti)
Neste episódio, Especial de Natal, a Profa. Dra. Juliana Cavalcanti (Museu Nacional) fala sobre Maria, a mãe de Jesus. Tratar sobre a Maria histórica é um verdadeiro desafio devido à escassez de documentação. O que temos é muito mais recepções sobre a personagem entre as primeiras gerações de cristãos. No entanto, as pesquisas em torno da literatura cristã, tanto canônica como extracanônica, têm tentado apontar alguns indícios da possível Maria histórica, que serão apresentados neste episódio. Também será tratado um pouco sobre a recepção desta interessante personagem. Especial atenção foi dada para um curioso uso de Maria nas evocações mágicas ainda no contexto do Império Romano. Referência principal: CAVALCANTI, J.; MARIA, T. de. O anúncio da ressurreição nas narrativas neotestamentárias. In: CHEVITARESE, A.; CAVALCANTI, J.; MARIA, T. de Ressurreição: recepções na literatura e na cultura material antigas cristãs. Rio de Janeiro: Editora Kliné, 2021, p. 117-132. Imagem da capa do episódio: Maria e o menino Jesus sendo visitados pelos magos. Detalhe de um sarcófago romano do séc. IV, proveniente do cemitério de Santa Inês. Atualmente no Museu Pio Christiano. Página da Profa. Juliana Cavalcanti no Academia.edu: https://ufrj.academia.edu/JulianaCavalcanti Canal da Profa. Juliana Cavalcanti: https://www.youtube.com/c/JulianaCavalcanti Instagram da Profa. Juliana Cavalcanti: @juliana_cavalcanti_14 Instagram do GEMAM: @team.gemam Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 48. Especial de Natal: Maria, mãe de Jesus (Comentário por Juliana Cavalcanti). Narração de Juliana Cavalcanti [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 23 dez. 2021. Podcast. Disponível em:https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/54--Especial-de-Natal-Maria--me-de-Jesus-Comentrio-por-Juliana-Cavalcanti-e1c35ad. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
18:23
December 23, 2021
53. Divulgação do livro “A Magia no Mundo Greco-Romano” (Entrevista com Rafael Benthien)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) conversa com o Prof. Dr. Rafael Faraco Benthien (UFPr) sobre o livro “A Magia no Mundo Greco-Romano”, organizado por ele e lançado, em 2021, pela Edusp. Este livro é o sétimo volume da coleção Biblioteca Durkheimiana, publicada pela Edusp, sob organização do Prof. Benthien e da Profa. Dra. Raquel Weiss (UFRGs), que traz traduções e análises de textos de importantes intelectuais da Escola Sociológica Francesa. Neste volume, especificamente, temos a tradução do francês para o português, em edição bilíngue, do estudo monográfico Magia de Henri Hubert, além de um Dossiê crítico e uma série de Anexos sobre a escrita do material de Hubert, preparados cuidadosamente pelo Prof. Benthien e pela equipe da Edusp. Referência principal: BENTHIEN, R. F. (Org.). A Magia no Mundo Greco-Romano. Henri Hubert (Edição Bilíngue e crítica). São Paulo: Edusp, 2021. Imagem da capa do episódio: Capa do livro “A Magia no Mundo Greco-Romano”. Para aquisição do livro: https://www.edusp.com.br/loja/produto/1566/magia-no-mundo-grecoromano,-a Conheça a Coleção Biblioteca Durkheimiana: https://www.edusp.com.br/loja/colecoes/20/biblioteca-durkheimiana PARA CITAÇÃO NO FORMATO ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 53. Divulgação do livro “A Magia no Mundo Greco-Romano” (Entrevista com Rafael Benthien). Entrevistado: Rafael Benthien. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 05 dez. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/53--Divulgao-do-livro-A-Magia-no-Mundo-Greco-Romano-Entrevista-com-Rafael-Benthien-e1b96n8. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
38:41
December 05, 2021
52. Adriano e Antínoo: Poder e Erotismo em Roma (Entrevista com Filipe Noe da Silva)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) entrevista o Prof. Dr. Filipe Noe da Silva (UNICAMP e Faculdades Integradas Maria Imaculada) sobre as relações afetivas, eróticas e de poder em torno do imperador Adriano (117-138) e de Antínoo. Segundo testemunhos textuais da Antiguidade, Adriano teria mantido relações afetivo-eróticas com Antínoo, um jovem bitínio muito honrado pelo imperador. A relação de ambos ficou especialmente conhecida na Contemporaneidade por meio do romance Memórias de Adriano, de 1951, da autora belga Marguerite Yourcenar. Romances como esse ajudaram a caracterizar Adriano e Antínoo como ícones homossexuais. No entanto, tal termo repousa em critérios modernos muito diferentes dos termos e sentidos da Antiguidade. Todos estes elementos serão tratados neste episódio. Além disso, o Prof. Filipe nos traz algumas informações sobre as moedas cunhadas por Adriano e também sobre os libertos provinciais e suas práticas em prol das cidades romanas na Hispania Baetica, este último, tema de seu doutoramento. Referência principal: SILVA, F. N. da. Gênero e Poder no Império Romano. Considerações sobre o Imperador Adriano. Dissertação de Mestrado em História defendida na UNICAMP, 2016. Imagem da capa do episódio: Busto do imperador Adriano à esquerda e busto de Antínoo à direita. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 52. Adriano e Antínoo: Poder e Erotismo em Roma (Entrevista com Filipe Noé da Silva). Entrevistado: Filipe Noé da Silva. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 21 nov. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/52--Adriano-e-Antnoo-Poder-e-Erotismo-em-Roma-Entrevista-com-Filipe-Noe-da-Silva-e1ajouc. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
29:27
November 21, 2021
51. Especial Dia das Bruxas: Gênero e Magia na Antiguidade (Comentário por Semíramis Corsi Silva)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) trata sobre as praticantes de magia da Antiguidade Clássica, em especial aquelas representadas pela literatura grega e romana, e alguns dos principais elementos trazidos pelo debate historiográfico sobre a questão de gênero entorno desse tema. Os textos literários e a cultura material mostram que havia praticantes de variados tipos de saberes mágicos nas antigas cidades gregas e em todo Império Romano. No entanto, há menos evidências da cultura material para estudarmos a figura das mulheres do que dos homens em contextos mágicos da Antiguidade greco-romana. O contrário pode ser percebido na análise do material literário. No episódio, são trazidos elementos do debate sobre as problemáticas supracitadas, termos em grego e latim para definir praticantes de magia e reflexões sobre o tipo de conhecimento possível de homens e mulheres em relação à magia nas sociedades da Antiguidade greco-romana. Referência principal: SILVA, S. C. Praticantes de Magia. In: SILVA, S. C.; BRUNHARA, R.; VIEIRA NETO, I. (Orgs.). Compêndio Histórico de Mulheres da Antiguidade. Vol 2. Goiânia: Tempestiva (No Prelo). Imagem da capa do episódio: The Love Potion (1903). De Evelyn De Morgan. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 51. Especial Dia das Bruxas: Gênero e Magia na Antiguidade (Comentário por Semíramis Corsi Silva). Narração de Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 31 out. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/51--Especial-Dia-das-Bruxas-Gnero-e-Magia-na-Antiguidade-Comentrio-por-Semramis-Corsi-Silva-e19iejm. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
23:56
October 31, 2021
50. As autobiografias funerárias do Egito antigo (Comentário por Wellington Rafael Balém)
Neste episódio, o doutorando Wellington Rafael Balém (PPGH/UFRGs), trata do tema das antigas autobiografias egípcias. No antigo Egito nunca foram escritas biografias e autobiografias propriamente, como elas são pensadas hoje. Porém, temos alguns exemplos de materiais que são classificados como tal. De forma geral, as autobiografias egípcias foram escritas quase sempre em 1ª pessoa do singular. Elas relatam uma vida idealizada de alguns homens da elite, bem como suas expectativas para o pós vida, já que, em sua maioria, estão em contexto funerário. Comumente, elas tratam da carreira de altos funcionários da administração do Estado, seus títulos, suas virtudes, suas conquistas, suas vitórias, sua proximidade com o rei. No episódio são apresentadas a problemática do estudo desse interessante material documental, formas propostas de classificação do mesmo, alguns exemplos, problemas em relação à autoria, à questão da individualidade, entre outros aspectos em torno do tema. Referência principal: BALÉM, W. R. Weni, o Velho: o problema de uma (auto)biografia egípcia no Reino Antigo Tardio. Dissertação de Mestrado em História defendida na UFRGs, 2017. Imagem da capa do episódio: Detalhe de Estela Funerária do Vice-Rei da Núbia Setau em veneração à deusa Nephtis (XIX Dinastia, c. 1250 AEC). Relevo em calcário, atualmente no Museu do Louvre. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 50. As autobiografias funerárias do Egito antigo (Comentário por Wellington Rafael Balém). Narração de Wellington Rafael Balém. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 16 out. 2021. Podcast. Disponível em: Acesso em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/50--As-autobiografias-funerrias-do-Egito-antigo-Comentrio-por-Wellington-Rafael-Balm-e18shj3. COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
22:25
October 16, 2021
49. O rei Genserico e os vândalos (Comentário por Gabriel Freitas Reis)
Neste episódio, o doutorando Gabriel Freitas Reis (PPGH-UFSM) trata sobre os povos vândalos e seu mais destacado rei, Genserico. Os vândalos foram um povo germânico que invadiu os territórios do Império Romano do Ocidente no século V. Eles conquistaram a Bética (atualmente no território da Espanha), além de uma parte da Lusitânia (atualmente no território de Portugal). Atravessando o Estreito de Gibraltar, sob comando do rei Genserico, eles constituíram um reino vândalo na África do Norte. O termo vândalo e vandalismo é atualmente bastante pejorativo, mas nem sempre esses nomes foram sinônimos de coisas negativas. Neste episódio todos esses pontos são trabalhados, apresentando e analisando fontes históricas e debatendo com base em trabalhos historiográficos. Referências principais: REIS, G. F. Genserico nos panegíricos de Sidônio Apolinário (século V). In: SANTOS, A. B.; VARGAS, J. M.; LEAL, E. C. (Orgs.). Fronteiras e Identidades: reunião de artigos do III EIFI. Pelotas: Edição do Autor, 2017, v. 1, p. 707-717. SILVA, S. C.; REIS, G. F. Representações de Genserico, rei dos vândalos, nos Panegíricos do aristocrata galo-romano Sidônio Apolinário (século V d. C.). REVISTA MUNDO ANTIGO, v. 5, p. 107-129, 2016. Imagem da capa do episódio: Saque de Roma 455 (obra de 1833-1836). De Karl Briullov. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 49. O rei Genserico e os Vândalos (Comentário por Gabriel Freitas Reis). Narração de Gabriel Freitas Reis [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 04 out. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/49--O-rei-Genserico-e-os-vndalos-Comentrio-por-Gabriel-Freitas-Reis-e18bpdd. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
20:04
October 05, 2021
48. O Deus Egípcio Aton e seu filho Akhenaton (Comentário por Lucas Araújo)
Neste episódio, Lucas Araújo (graduado em História pela UNINTER e pós-graduando em História Antiga e Medieval pela FMS/ITECNE) desenvolve uma série de elementos em torno do deus egípcio Aton e da reforma empreendida pelo faraó Akhenaton. Aton era um deus solar secundário no panteão egípcio. No entanto, no ano 4 do reinado do faraó Amenhotep IV (c. 1353-1335 AEC), o governante muda seu nome para Akhenaton, que significava “aquele que serve ao disco solar”, símbolo de Aton. Com isso, Akhenaton inicia uma interessante reforma político-religiosa em torno de Aton. O episódio em questão ficou conhecido pela historiografia como Reforma Amarniana, por conta da capital do reino egípcio ser transferida de Tebas para a recém fundada cidade de Akhetaton (chamada pelos árabes de Tell El Amarna. No episódio são apresentadas fontes históricas para estudo deste momento da história egípcia, atributos da divindade e elementos centrais em torno do projeto de Akhenaton e de sua relação com Aton. Referências principais: ASSMANN, J. The search for a God in Ancient Egypt. Londres: Cornell University Press, 2001. CHAPOT, G. O Grande Hino ao Aton e a Expressão da Teologia Amarniana, Revista Mundo Antigo, Rio de Janeiro, Ano II, V. 2, N.4, 2013 COELHO, L. C. O Deus Aton e a Solarização da Religião Egípcia durante o Reino Novo (1550-1070 a.C.). In: BAKOS, M. M.; SILVA, M. A. O. (Eds.). Deuses, Mitos e Ritos do Egito Antigo. Balti: Novas Edições Acadêmicas, 2017. Imagem da capa do episódio: Estela do Museu de Berlim, proveniente de um altar doméstico de uma das casas de Amarna. Na imagem aparece o deus Aton ao centro como o disco solar com raios terminados em mãos segurando o Ankh, sobre a família real amarniana. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 48. O Deus Egípcio Aton e seu filho Akhenaton (Comentário por Lucas Araújo). Narração de Lucas Araújo [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 06 set. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/48--O-Deus-Egpcio-Aton-e-seu-filho-Akhenaton-Comentrio-por-Lucas-Arajo-e170ar4. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
34:15
September 06, 2021
47. O Mito das Amazonas e a Mulher-Maravilha (Comentário por Dandara Perlin Pereira)
Neste episódio, Dandara Perlin Pereira (mestra em História pela UFSM) comenta sobre o Mito das Amazonas e sua relação com a personagem da Mulher-Maravilha. De forma geral, o que se conta na Antiguidade sobre as Amazonas é que sua principal atividade era a caça e a guerra, e que compunham uma sociedade formada somente por mulheres. Algumas das principais sobrevivências das Amazonas na Contemporaneidade são na Geografia brasileira, com o rio Amazonas, a floresta Amazônica e o Estado do Amazonas, e na cultura popular com a Mulher-Maravilha. No episódio, é comentado sobre essa personagem nas histórias em quadrinhos criadas em 1941 e no filme Mulher-Maravilha, lançado em 2017. Referências principais: MARSTON, W. Why 100,000,000 Americans Read Comics, The American Scholar, v. 13, n. 1, 1943-1944, p. 35-44. PEREIRA, D. P. O Mito das Amazonas na Literatura Grega Antiga e no Filme “Mulher-Maravilha” (2017). In: SILVA, S. C.; VIEIRA NETO, I. (Orgs.). Mitos, Deusas e Heróis: ensaios sobre a Antiguidade e o Medievo. Goiânia: Edições Tempestivas, 2019. PEREIRA, D. P. “Conduziu as mulheres aos combates bélicos e atribuiu aos homens humilhação e escravidão”: a barbaridade do feminino e a feminilidade do bárbaro das Amazonas em Diodoro Sículo (século I a.C.). Dissertação de Mestrado em História defendida na UFSM, 2021. Imagem da capa do episódio: Imagem do cartaz do filme Mulher-Maravilha, lançado em 2017 e distribuído pela Warner Bros. Pictures, com Gal Gadot no papel principal. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 47. O Mito das Amazonas e a Mulher-Maravilha (Comentário por Dandara Perlin Pereira). Narração de Dandara Perlin Pereira [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 23 ago. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/47--O-Mito-das-Amazonas-e-a-Mulher-Maravilha-Comentrio-por-Dandara-Perlin-Pereira-e16avt7. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
15:37
August 23, 2021
46. Magia na Antiguidade #3: O crime de magia e as leis romanas (Comentário por Semíramis Corsi Silva)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM), apresenta aspectos históricos sobre as leis e o crime de magia (crimen magiae) no contexto da República e do Principado Romano, em um período que cobre desde a formulação da Lei das Doze Tábuas (século V AEC), quando o termo magia ainda não aparecia nas leis, até meados do século III EC. Mostrando, nesse longo contexto, como ocorreu uma transformação nas leis que pautavam o crime de magia, conforme as próprias transformações históricas da República ao Principado Romano. Além da Tábua Sétima, que pautava sobre o crime contra a propriedade e, neste caso, o uso da magia para atingir a propriedade de outrem, analisaremos a Lex Cornelia de sicariis et veneficis, de 81 AEC, e o acirramento das penalidades imputadas aos praticantes de artes mágicas com as Sentenças de Paulo (século III EC). Referência principal: SILVA, S. C. O crime de magia no Principado Romano: considerações sobre crenças, leis e acusações de práticas mágicas. In: SILVA, G. V.; SILVA, E. C. M.; SILVA, R. A. (Orgs.). O Império Romano e sua diversidade religiosa. Vitória: Edufes, 2019, p. 93-115. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 46. Magia na Antiguidade #3: O crime de magia e as leis romanas (Comentário por Semíramis Corsi Silva). Narração de Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 01 ago. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/46--Magia-na-Antiguidade-3-O-crime-de-magia-e-as-leis-romanas-Comentrio-por-Semramis-Corsi-Silva-e15ahas. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
30:47
August 01, 2021
45. A expressão Pão e Circo (Comentário por Murilo Tavares Modesto, Pedro Vieira Marques de Oliveira e Luiza Batú Rubin)
Neste episódio, os mestrandos Murilo Tavares Modesto, Pedro Vieira Marques e Luiza Batú Rubin (PPGH/UFSM) comentam sobre a expressão latina “Panem et circenses” - “Pão e Circo”. No cotidiano brasileiro, essa expressão se tornou comum para fazer críticas a algumas práticas de lazer, normalmente indicando que as pessoas estariam sendo manipuladas para não se interessarem por assuntos políticos, enquanto se sentem confortáveis com as diversões que participam e assistem. No episódio, será explorado de onde vem essa expressão e em qual contexto ela foi primeiramente registrada. Também será comentado como a interpretação dessa expressão como uma política de entretenimento da massa ociosa surgiu no meio acadêmico do século XIX. Referência principal: GARRAFFONI, R. S. Pão e Circo: uma expressão romana no cotidiano brasileiro. In: CHEVITARESE, A. L.; CORNELLI, G.; SILVA, M. A. O. (Orgs.). A tradição Clássica e o Brasil. Brasília: Fortium Editora, 2008, p. 187-197. Imagem da capa do episódio: Pollice Verso (1872). De Jean-Léon Gérôme. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 45. A expressão Pão e Circo (Comentário por Murilo Tavares Modesto, Pedro Vieira Marques de Oliveira e Luiza Batú Rubin). Narração de Murilo Tavares Modesto, Pedro Vieira Marques de Oliveira e Luiza Batú Rubin [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 21 jun. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/45--A-expresso-Po-e-Circo-Comentrio-por-Murilo-Tavares-Modesto--Pedro-Vieira-Marques-de-Oliveira-e-Luiza-Bat-Rubin-e136g29. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
32:52
June 21, 2021
44. Magia na Antiguidade #2: Os Papiros Mágicos Gregos (Entrevista com Ana Paula Scarpa)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) entrevista a Profa. Ma. Ana Paula Scarpa, doutoranda em História pela USP, sobre temas em torno dos papiros mágicos gregos. A coleção PGM, como os papiros mágicos gregos ou greco-egípcios são conhecidos, trata-se de uma série de papiros encontrados no território egípcio com ensinamentos, hinos, rituais e fórmulas mágicas da época helenística (Egito Ptolomaico) e da época imperial romana. Esses papiros são datados do século II AEC até o século V EC e trazem textos escritos especialmente em grego, mas também em demótico e copta. De forma geral, o conteúdo desses papiros pode ser condensado em duas categorias, uma de textos sobre rituais já realizados e outra de textos com instruções sobre a realização da magia. Todos esses elementos e muitos outros sobre os PGM são abordados neste episódio. Referência principal: BETZ, H. D. The Greek magical papyri in translation. Chicago: The University of Chicago Press, 1986. Imagem da capa do episódio: Amuleto Ouroboros. PGM VII. 579-590 [Frag.]. Prescrição para “filactério contra demônios, contra fantasmas, contra todas as doenças e sofrimentos”. Texto grego acompanhado de símbolos mágicos. Século III/IV EC. Coleção do British Museum. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS  44. Magia na Antiguidade #2: Os Papiros Mágicos Gregos (Entrevista com Ana Paula Scarpa). Entrevistada: Ana Paula Scarpa. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 06 jun. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/44--Magia-na-Antiguidade-2-Os-Papiros-Mgicos-Gregos-Entrevista-com-Ana-Paula-Scarpa-e129ao9. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
01:00:55
June 06, 2021
43. A Repatriação das Antiguidades Egípcias (Entrevista com Karine Lima da Costa)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) entrevista a Profa. Dra. Karine Lima da Costa (UFSC) sobre a questão da aquisição e das disputas por repatriação de peças do Antigo Egito que constituem parte dos acervos de museus europeus. Em especial, serão destacados os históricos do Museu Britânico, em Londres, na Inglaterra; do Museu do Louvre, em Paris, na França e do Museu Egípcio de Turim, na Itália. A aquisição dessas peças envolve antiquarismos, mas também dominação e imperialismos. Da mesma forma, a repatriação das peças envolve os debates pós-coloniais, os nacionalismos contemporâneos, a ideia de justiça e também de proteção dos bens históricos, da memória e das identidades. Todos estes temas são abordados neste episódio. Referência principal: COSTA, K. L. da. Caminhos para a descolonização dos museus: A questão da repatriação das antiguidades egípcias. Tese de Doutorado em História defendida na UFSC, 2019. Wish List egípcia citada no episódio: Zodíaco de Dendera (Musée du Louvre), Busto de Nefertiti (Neues Museum), estátua de Ramsés II (Museo Egizio), Pedra de Rosetta (British Museum), Hemiunu (Roemer-Pelizaeus Museum) e Ankhhaf (Museum of Fine Arts). Imagem da capa do episódio: Montagem com o Zodíaco de Dendera, Busto de Nefertiti, estátua de Ramsés II, Hemiunu e Ankhhaf (cinco das seis peças chamadas de Wish List do Egito no Episódio). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 43. A Repatriação das Antiguidades Egípcias (Entrevista com Karine Lima da Costa). Entrevistada: Karine Lima da Costa. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 22 mai. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/43--A-Repatriao-das-Antiguidades-Egpcias-Entrevista-com-Karine-Lima-da-Costa-e11cuk0. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
42:49
May 22, 2021
42. O Deus Posídon (Comentário por Vander Gabriel Camargo)
Neste episódio, o graduando Vander Gabriel Camargo (UFRGs) nos apresenta o Deus Posídon. Na obra Teogonia, de Hesíodo (c. século VIII AEC), Posídon aparece como pertencente à terceira geração que comandou o cosmos, filho de Cronos e Reia. No poema Ilíada, atribuído a Homero, vemos os vários domínios do universo sendo distribuídos pela terceira geração, a dos deuses olímpicos. Nessa partilha, o mundo foi dividido em três: Zeus ficou com o Céu, Hades com o submundo e Posídon com o reino do mar. Na Ilíada, a caracterização da soberania de Posídon no meio marítimo é muito evidenciada. Mas é na Odisseia que podemos observar o poder marítimo do Deus em toda a sua força, ele é a divindade responsável por atrasar a volta de Odisseu e de outros guerreiros gregos para suas cidades de origem. Todos esses elementos e muitos outros em torno do Deus Posídon são apresentados neste episódio. Referência principal: CAMARGO, V. G. Estudo de Caso: Posídon, a formação de uma identidade iconográfica clássica. Porto Alegre, 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=IIkLfTK4yXk. Acesso em: 06/05/2021. Imagem da capa do episódio: Posídon subjuga o gigante Polibotes durante a Gigantomaquia, detalhe de uma Ânfora grega de figuras negras do Período Arcaico (aprox. 515 - 510 AEC). Coleção do Museum of Cycladic Art, Atenas (Collection number: ΚΠ0098). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 42. O Deus Posídon (Comentário por Vander Gabriel Camargo). Locução de: Vander Gabriel Camargo [S./L.]:  Diálogos Olimpianos, 09 mai. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/42--O-Deus-Posdon-Comentrio-por-Vander-Gabriel-Camargo-e10i7lb. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
29:22
May 09, 2021
41. O imperador Juliano (Entrevista com Margarida Maria de Carvalho)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) entrevista a Profa. Dra. Margarida Maria de Carvalho (UNESP/Franca) sobre o Império Romano e, mais especificamente, sobre o imperador Juliano. Juliano foi um importante imperador romano que governou de 361 até 363. Amplamente conhecido pelos seus combates e perseguições aos cristãos, no entanto, Juliano foi um governante que realizou muitos outros feitos e, inclusive, nos legou obras escritas, sendo um dos imperadores dos quais mais nos chegou documentação. Juliano governou no século IV, um período de amplas reconfigurações políticas, religiosas e culturais de forma geral no Império Romano, conhecido como parte da Antiguidade Tardia. Esses temas são tratados neste episódio. Referência principal: CARVALHO, M. M. de. Paideia e Retórica no Séc. IV d.C.: a Construção da Imagem do Imperador Juliano segundo Gregório Nazianzeno. São Paulo: Annablume/Fapesp, 2010. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 41. O imperador Juliano (Entrevista com Margarida Maria de Carvalho). Entrevistada: Margarida Maria de Carvalho. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva [S./L.]:  Diálogos Olimpianos, 11 abr. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/41--O-imperador-Juliano-Entrevista-com-Margarida-Maria-de-Carvalho-eun3a1. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
48:26
April 11, 2021
40. Especial Dia do Teatro: O Deus Dioniso (Comentário por Potira Piaia)
Neste episódio, a graduanda Potira Piaia (UFSM) nos apresenta Dioniso, deus do vinho, do teatro e das festas. Originalmente, Dioniso estava ligado aos ritos agrários que celebram a renovação da natureza e da vegetação. É um deus relativamente novo no panteão grego, mas indícios demonstram que ele já estava presente no território da futura Hélade desde, pelo menos, o século XIV AEC.  Entretanto, a partir do século VI AEC, Dioniso tornou-se essencialmente o deus do vinho, das festas, da embriaguez, dos estados alterados de consciência e do teatro. No episódio são tratados aspectos em torno da divindade de Dioniso, além das principais fontes textuais gregas sobre seu mito. Referência principal:  PIAIA, P. Dioniso: seu mito, seu rito e suas mutações na documentação textual greco-romana. In: SILVA, S. C.; VIEIRA NETO, I. (Orgs.). Mitos, Deusas e Heróis: ensaios sobre a Antiguidade e o Medievo. Goiânia: Edições Tempestivas, 2019, p. 61-70. Imagem da capa do episódio: Baco. De Caravaggio (1596). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 40. O Deus Dioniso (Comentário por Potira Piaia). Locução de: Potira Piaia [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 27 mar. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/40--Especial-Dia-do-Teatro-O-Deus-Dioniso-Comentrio-por-Potira-Piaia-etl7q4. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
24:43
March 27, 2021
39. Os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga (Comentário por Matheus Donay)
Neste episódio, o graduando Matheus Donay (USFM) comenta sobre os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga. Falar de Jogos Olímpicos na antiga Grécia é, antes de tudo, um exercício de ressignificação, pois os jogos antigos eram muito diferentes das versões contemporâneas. Os Jogos que conhecemos hoje são resultado de uma sociedade urbana e industrializada, já os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga possuíam um caráter religioso e militar. Além disso, os Jogos Olímpicos gregos contribuíam na delimitação da identidade grega. Todos esses elementos são trabalhados neste episódio. Referência principal:  LESSA, F. Atletas na Grécia Antiga: da competição à excelência. 1ª ed. Rio de Janeiro: Mauad Editora, 2018. Imagem da capa do episódio: Antiga corrida grega, detalhe de uma Ânfora Panatenaica de figuras negras atribuída ao Pintor de Eufiletos, aprox. 530 AEC. Acervo do Metropolitan Museum of Art, New York. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 39. Os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga (Comentário por Matheus Donay). Locução de: Matheus Donay [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 15 mar. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/39--Os-Jogos-Olmpicos-na-Grcia-Antiga-Comentrio-por-Matheus-Donay-esk7ia. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
18:00
March 15, 2021
38. O Martírio cristão e suas transformações (Comentário por Luiza Batú Rubin)
Neste episódio, a mestranda Luiza Batú Rubin (PPGH/UFSM) trabalha com o conceito de martírio cristão. A origem do termo “mártir” advém da palavra grega µάρτυς, que significava “testemunha” e era utilizada principalmente na linguagem legal grega. Aos poucos, a partir de mudanças na literatura cristã de meados do século II EC, o termo passa a significar “morrer por uma causa”, ou morrer em função da crença religiosa, sendo aplicado aos cristãos que se negavam aos cultos aos imperadores romanos em nome de Cristo e que passam, então, a serem entendidos como mártires. No episódio são tratadas diferentes abordagens historiográficas sobre o fenômeno do martírio cristão, pensando a importância do martírio como formação de uma identidade cristã nos primeiros séculos de expansão do cristianismo frente ao Império Romano. Referência principal: RUBIN, L. B. As transformações do conceito de mártir e seu significado para os cristãos no início do século III EC. In: Silva, S. C.; V. N, I. (Org.). Mitos, Deusas e Heróis:ensaios sobre a antiguidade e o medievo. Goiânia: Edições Tempestivas, 2019, p. 173-185. Imagem da capa do Episódio: Ignatius of Antiochie. Neapolitan School of Painting, possivelmente de Cesare Fracanzano (1605-1651). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 38. O Martírio cristão e suas transformações (Comentário por Luiza Batú Rubin). Locução de: Luiza Batú Rubin. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 01 mar. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/38--O-Martrio-cristo-e-suas-transformaes-Comentrio-por-Luiza-Bat-Rubin-er949t. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
27:22
March 01, 2021
37. Especial de Carnaval: Saturnais, a festa de Saturno (Entrevista com Alexandre Agnolon)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) e o mestrando Murilo Tavares Modesto (PPGH/UFSM) entrevistam o Prof. Dr. Alexandre Agnolon (UFOP) sobre uma festa da antiga cidade de Roma, as Saturnais (Saturnalia), a Festa ao deus Saturno, que ocorria em dezembro e teve seu auge na época imperial quando passou a ser comemorada em sete dias. A Festa de Saturno era um festejo alegre, muito popular, com banquetes e trocas de presentes. Durante as Saturnais aconteciam interessantes aspectos de inversão da ordem social, o que levou Mikhail Bakhtin a ver as Saturnais como uma espécie de base do carnaval medieval. Aspectos em torno do deus Saturno e dessa interessante festa são tratados neste episódio. Referência principal: AGNOLON, A. A Festa de Saturno: o Xênia e o Apoforeta de Marcial. São Paulo: Edusp, 2017. Imagem da capa do Episódio: The Romans in their Decadence. De Thomas Couture (1847). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 37: Especial de Carnaval: As Saturnais (Entrevista com Alexandre Agnolon). Entrevistado: Alexandre Agnolon. Entrevistadores: Semíramis Corsi Silva e Murilo Tavares Modesto. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 15 fev. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/37--Especial-de-Carnaval-Saturnais--a-festa-de-Saturno-Entrevista-com-Alexandre-Agnolon-eqeaqs. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
01:01:08
February 15, 2021
36. Magia na Antiguidade #1: Introdução à Magia Romana (Comentário por Semíramis Corsi Silva)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) faz uma introdução ao tema da Magia Romana. Durante todos os períodos da história que englobam a antiga cidade de Roma e seu Império, temos diversos exemplos de crenças, representações e de práticas do que podemos englobar sob a denominação de magia. As evidências arqueológicas, literárias e legislativas não deixam nenhuma dúvida de que havia praticantes de diversos tipos de magia na cidade de Roma e nas diversas regiões do Império Romano. Neste episódio são apresentados elementos gerais sobre termos usados em latim e grego para definir as práticas mágicas e seus praticantes, representações literárias, aspectos jurídicos da magia enquanto crime em Roma e um pouco sobre a cultura material que chegou até nossos dias. Referência principal: SILVA, S. C. Magia romana. In: LANGER, J. (Org.). Dicionário de História das Religiões na Antiguidade e Medievo. 1 ed. Petrópolis: Vozes, 2020, p. 330-335. Imagem da capa do Episódio: Boneca do Louvre (kolossos). Data: século II ao III EC (aprox.). Local: Egito. Coleção: Museu do Louvre. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 36: Magia na Antiguidade #1: Introdução à Magia Romana (Comentário por Semíramis Corsi Silva). Locução de: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 17 jan. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/36--Magia-na-Antiguidade-1-Introduo--Magia-Romana-Comentrio-por-Semramis-Corsi-Silva-ep3p9p. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.  
46:12
January 18, 2021
35. A Comédia Grega (Entrevista com Bárbara Alexandre Aniceto)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista a Profa. Ma. Bárbara Alexandre Aniceto, doutoranda em História pela UNESP/Franca, sobre a Comédia Grega. São tratados o momento de desenvolvimento das apresentações em Atenas, o termo comédia, os principais assuntos abordados nas peças de comédia, a performance, a relação da Comédia com a vida na pólis de Atenas, o comediógrafo Aristófanes e os temas de suas peças, em especial a questão de gênero, o riso e um pouco sobre a extensão da comédia do período clássico para a Comédia Nova. A comédia é pensada como um gênero sério, educativo e intrinsecamente conectado com a denúncia dos assuntos políticos de Atenas, analisando Aristófanes como uma espécie de “educador da pólis”. Referência principal: ANICETO, B. A. “Pela abstinência do falo”: um estudo das esposas atenienses na Comédia Antiga. Curitiba: CRV, 2020. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 35. A Comédia Grega (Entrevista com Bárbara Alexandre Aniceto). Entrevistada: Bárbara Alexandre Aniceto. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 4 jan. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/35--A-Comdia-Grega-Entrevista-com-Brbara-Alexandre-Aniceto-eohi1o. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
52:30
January 04, 2021
34. Especial de Natal: As origens do Natal entre Jesus e Nicolau de Mira (comentário por Luiza Batú Rubin e Dandara Perlin Pereira)
Neste episódio, as mestrandas Luiza Batú Rubin (PPGH/UFSM) e Dandara Perlin Pereira (PPGH/UFSM) apresentam um pouco das teorias que dividem opiniões dos pesquisadores acerca das origens do Natal, em especial sobre a ligação ou não da data de nascimento de Jesus, 25 de dezembro, com as festas para o Sol Invictus em Roma. Além disso, será também apresentado quem foi Santa Claus, uma das formas como é conhecido Nicolau de Mira, um bispo turco que viveu entre os séculos III e IV, canonizado pela Igreja Católica, e que está nas origens mais remotas das histórias sobre a figura do Papai Noel. Contas do Instagram citadas: @gemam.ufsm e @professoradandara Referências principais: NOTHAFT, C. P. E. The Origins of the Christimas Date: Some Recent Trends in Historical Research. Church History, 81:4 (december 2012), p. 903-911. HIJMANS, St. Sol Invictus, the Winter Solstice, and the origins of Christmas. Mouseion: Journal of the Classical Association of Canada, volume 3, bumbes 3, 2003, XLVII - séries III, p. 377-398. Imagem da capa do Episódio: Adoration of Shepherds. De Gerard van Honthorst (1622). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 35. A Comédia Grega (Entrevista com Bárbara Alexandre Aniceto). Entrevistada: Bárbara Alexandre Aniceto. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 4 jan. 2021. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/35--A-Comdia-Grega-Entrevista-com-Brbara-Alexandre-Aniceto-eohi1o. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
23:41
December 24, 2020
33. A Tragédia Grega (Entrevista com Mateus Dagios)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista o Prof. Dr. Mateus Dagios (UFRGs) sobre a Tragédia Grega. São tratados o momento de desenvolvimento, os principais assuntos abordados nas peças trágicas, poetas, peças e linhas de interpretação contemporâneas. Também é apresentada a relação íntima da Tragédia com os debates da pólis de Atenas e a importância do mito e do coro. O texto trágico, portanto, é pensado como um fenômeno social ligado à uma concepção grega sobre o fazer político, congregando aspectos identitários fundamentais da pólis de Atenas do século V AEC. Referência principal: DAGIOS, M. Pólis enferma: Nósos e representação do lógos sofístico nas tragédias Filoctetes de Sófocles e Orestes de Eurípides. Tese de Doutorado defendida na UFRGs, 2019. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 33. A Tragédia Grega (Entrevista com Mateus Dagios). Entrevistado: Mateus Dagios. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 13 dez. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/33--A-Tragdia-Grega-Entrevista-com-Mateus-Dagios-enoabq. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
50:02
December 13, 2020
32. Os ataques de Agostinho de Hipona à deusa Cibele e aos galli (Comentário por Camila Queiroz)
Neste episódio, a graduanda Camila Acosta Queiroz (UFSM) apresenta uma análise do Capítulo XXVI (A torpeza dos mistérios da Grande-Mãe) que pertence a obra A cidade de Deus, escrito por Agostinho de Hipona (futuro Santo Agostinho). Veremos os principais elementos utilizados por Santo Agostinho para atacar a deusa Cibele, sua visão sobre os sacerdotes castrados da deusa, os galli, e as formas como esse autor imprime sua visão cristã ao tratar de Cibele e dos galli. Referência principal: SANTO AGOSTINHO. Capítulo XXVI. A torpeza dos mistérios da Grande-Mãe (Livro V). In: ______. A cidade de Deus. Vol. I. Tradução, prefácio, nota biográfica e transcrições de J. Dias Pereira. Lisboa: Edição da Fundação Calouste Gulbenkian, 1996, p. 671-673. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 33: Os ataques de Agostinho de Hipona à deusa Cibele e aos galli (Comentário por Camila Queiroz). Locução de: Camila Queiroz. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 30 nov. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/32--Os-ataques-de-Agostinho-de-Hipona--deusa-Cibele-e-aos-galli-Comentrio-por-Camila-Queiroz-en5bg5. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
13:07
November 30, 2020
31. A Deusa Perséfone (Comentário por Luiza Batú Rubin e Dandara Perlin Pereira)
Neste episódio, as mestrandas Luiza Batú Rubin (PPGH/UFSM) e Dandara Perlin Pereira (PPGH/UFSM) apresentam a deusa Perséfone, a filha da deusa da vegetação Deméter e de seu irmão, o deus que comanda o Olimpo, Zeus. Quando era apenas uma jovenzinha, Perséfone foi raptada pelo deus Hades e levada ao mundo dos mortos para se tornar sua esposa e rainha. No mito, então, temos sua mãe, a deusa Deméter, desesperada com o sumiço da filha, não descansando até tê-la de volta e castigando a humanidade com a falta de alimento, tornando a terra infértil. Finalmente, Zeus decide que Perséfone retornará à superfície por um período do ano, junto da mãe, e na outra parte do ano, ficará junto ao marido. Temos aqui um mito que faz parte de um importante rito antigo sobre a ordem cósmica do universo, desenvolvido nos Mistérios de Elêusis. Neste episódio trataremos, portanto, dos amplos aspectos do mito e rito em torno de Perséfone. Referência principal: CARVALHO, T. R. Perséfone e Hécate: a representação das deusas na poesia grega arcaica. Tese de Doutorado defendida na Universidade de São Paulo, 2019. Imagem da capa do Episódio: Proserpina, de Dante Gabriel Rossetti (1874). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 31: A Deusa Perséfone (Comentário por Luiza Batú Rubin e Dandara Perlin Pereira). Locução de: Luiza Batú Rubin e Dandara Perlin Pereira. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 16 nov. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/31--A-Deusa-Persfone-Comentrio-por-Luiza-Bat-Rubin-e-Dandara-Perlin-Pereira-emhrhc. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
28:33
November 16, 2020
30. Especial Dia dos Mortos: O Deus Hades e o Mundo Inferior (Comentário por Murilo Tavares Modesto)
Neste episódio, o mestrando Murilo Tavares Modesto (PPGH/UFSM) faz uma apresentação sobre o mundo dos mortos greco-romano conhecido, entre outros termos, como Hades. Como sabemos, Hades era, ao mesmo tempo, o nome do deus que governava o mundo dos mortos e o próprio mundo dos mortos. Mas essa região também podia ser chamada de Averno, Orco, Tártaro ou denominado pelos termos latinos inferi e inferni (Infernus), que denotavam regiões das profundezas e que, futuramente, dará origem ao termo Inferno na concepção cristã. Porém, é importante ressaltar que, enquanto o Inferno da concepção cristã recebe somente as pessoas condenadas, os Infernos greco-romanos eram o destino de todos os falecidos. Serão apresentadas fontes possíveis para análise do tema e analisada, em especial, a narrativa que o poeta Estácio (século I EC) faz sobre a ida do jovem liberto Gláucias para o reino dos mortos. Referência principal: MODESTO, M. T. O trajeto no mundo dos mortos na Siluae 2.1 de Estácio. Gaia (Rio de Janeiro), v. 11, p. 36-53, 2019. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 30: Especial Dia dos Mortos: O Deus Hades e o Mundo Inferior (Comentário por Murilo Tavares Modesto). Locução de: Murilo Tavares Modesto. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 2 nov. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/30--Especial-Dia-dos-Mortos-O-Deus-Hades-e-o-Mundo-Inferior-Comentrio-por-Murilo-Tavares-Modesto-eltp3h. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
37:05
November 02, 2020
29. Especial Dia das Bruxas: As feiticeiras da Sátira I, 8 de Horácio (Comentário por Semíramis Corsi Silva)
Neste episódio Especial de Dia das Bruxas, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) analisa a Sátira 8 do Livro I das Sátiras do poeta Horácio, na qual temos descrito um ritual de magia na visão desse importante poeta latino. Nesse poema de Horácio, o deus Priapo narra a cena em que a personagem da feiticeira (uenefica) Canídia e sua companheira Ságana realizam encantamentos (carmina) e praticam a magia (ueneficium) em um antigo cemitério de Roma transformado em jardim na época de Horácio. São tratados elementos sobre a prática ali realizada na visão do poeta, bem como são analisados os nomes das personagens e elementos gerais do tom satírico do poema. Referência principal: SILVA, S. C. A imagem da mulher feiticeira como expressão da diferença de gênero em Roma: os poemas de Horácio e Ovídio, Klepsidra, v. 27, 2006. Imagem da capa do Episódio: Linda maestra! De Francisco de Goya (1799). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 29: Especial Dia das Bruxas: As feiticeiras da Sátira I, 8 de Horácio (Comentário por Semíramis Corsi Silva). Locução de: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 31 out. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/29--Especial-Dia-das-Bruxas-As-feiticeiras-da-Stira-I--8-de-Horcio-Comentrio-por-Semramis-Corsi-elr5ca. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
25:11
October 31, 2020
28. Homoerotismo e Humor na Roma de Marcial (Comentário por Henrique Hamester Pause)
Neste episódio, o mestrando Henrique Hamester Pause (PPGH/UFSM) fala sobre o tema do homoerotismo e do humor nos epigramas do poeta Marcial. Marcial atacou de forma ampla homens com comportamentos que eram considerados femininos. E, embora falasse de pessoas conhecidas, ele conseguia criar disfarces que as mesmas fossem identificadas, mas sem explicitá-las. Os poemas de Marcial eram escritos para fazer rir, por mais que para nós, hoje, não tenhamos a mesma resposta esperada pelo poeta. Mesmo assim, podemos perceber algo de jocoso misturado à malícia em seus escritos. Assim, os poemas trarão humor ao tratar da liberação de sentimentos hostis ou agressivos com algumas partes do corpo, atos sexuais e menções às pessoas envolvidas em tais atos, consideradas sujas, baixas e abjetas. Todos esses elementos são tratados nesse episódio. Referência principal: PAUSE, H. H. Sexo, Gênero e Humor na Roma do Principado: rindo da passividade e da efeminação masculina com os epigramas de Marcial (séculos I – II d.C.). Trabalho final de graduação em História apresentado na UFSM, 2018. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 28: Homoerotismo e Humor na Roma de Marcial (Comentário por Henrique Hamester Pause). Locução de: Henrique Hamester Pause. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 18 out. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/28--Homoerotismo-e-Humor-na-Roma-de-Marcial-Comentrio-por-Henrique-Hamester-Pause-el85m0. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
29:05
October 18, 2020
27. Átila e os Hunos (Comentário por Rodrigo dos Santos Oliveira)
Neste episódio, o mestrando Rodrigo dos Santos Oliveira (PPGH/UFSM) fala sobre os hunos, um grupo nômade da Ásia Central que, no final do século IV, migrou em direção às fronteiras do Império Romano. Os hunos foram responsáveis por uma das primeiras confederações nômades da estepe ocidental e muito importantes no processo de migrações de grupos vistos como bárbaros. No episódio são tratados elementos sobre o seu mais famoso e bem-sucedido líder, Átila o huno, conhecido pelo epíteto “flagelo de Deus”. São apresentadas fontes textuais e levantadas questões relacionadas a esse grupo nômade, tais como: sua origem, sua composição étnica, a problemática de suas representações, o momento de seu apogeu sob a liderança de Átila e, por fim, o derradeiro fim dos hunos, que levou ao posterior desaparecimento de relatos sobre eles nas fontes. Referência principal: OLIVEIRA, R. S. Do Don ao Danúbio: uma análise dos etnômios “cita” e “huno” nos Fragmentos de Prisco de Pânio (século V). Trabalho final de graduação em História apresentado na UFSM, 2018. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 27: Átila e os Hunos (Comentário por Rodrigo dos Santos Oliveira). Locução de: Rodrigo dos Santos Oliveira. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 5 out. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/27--tila-e-os-Hunos-Comentrio-por-Rodrigo-dos-Santos-Oliveira-ekkera. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
22:24
October 05, 2020
26. A Deusa Afrodite (Entrevista com Juarez Carlos de Oliveira Pinto)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) e a mestranda Luiza Batú Rubin (PPGH/UFSM) entrevistam o Prof. Me. Juarez Carlos de Oliveira Pinto (USP) sobre a deusa Afrodite, um deusa múltipla, mas reconhecida, especialmente, como deusa da beleza, da guerra e do desejo, principalmente do desejo sexual. Os amplos atributos, poderes, epítetos e elementos dessa deusa são tratados neste episódio, bem como seu reconhecimento enquanto deusa do amor, no imaginário moderno, é discutido, uma vez que o que se entende como amor é reconhecido como algo cultural e que, para os gregos antigos, tinha variadas formas e definições. Também são comentadas as teorias sobre as origens da deusa Afrodite, ligadas aos debates etimológicos sobre seu nome. Conta do Instagram citada: @afrodision Referência principal: PINTO, J. C. O. O Catálogo das Mulheres hesiódico e o fim da linhagem dos heróis no epos grego arcaico. Dissertação de Mestrado em Letras Clássicas defendida na USP, 2020. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 26: A Deusa Afrodite (Entrevista com Juarez Carlos de Oliveira Pinto). Entrevistado: Juarez Carlos de Oliveira Pinto. Entrevistadoras: Semíramis Corsi Silva e Luiza Batú Rubin. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 28 set. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/26--A-Deusa-Afrodite-Entrevista-com-Juarez-Carlos-de-Oliveira-Pinto-ek9o5c. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
01:05:07
September 28, 2020
25. A Antiguidade Tardia: passagens da Antiguidade para o Medievo (Comentário por Gabriel Freitas Reis)
Neste episódio, o doutorando Gabriel Freitas Reis (PPGH/UFSM) apresenta o conceito de Antiguidade Tardia, que é uma das formas como podemos denominar o período histórico que se situa entre a chamada Antiguidade e o chamado Medievo. Há muitas discussões sobre como aconteceram as mudanças nas estruturas do Império Romano e, consequentemente, sobre como nomear esse período de transição e intensas transformações. Tais mudanças, inclusive, marcam um dos mais calorosos debates de toda historiografia. Elementos gerais sobre o debate historiográfico em questão e alguns dos principais historiadores que escreveram sobre o tema são analisados neste episódio.  Referência principal: REIS, G. F. Considerações acerca da gênese do conceito de Antiguidade Tardia. In: ______. Fronteiras nas obras de Sidônio Apolinário: disputas e negociações de gauleses com itálicos e germânicos (século V EC). Dissertação de Mestrado em História defendida na UFSM, 2019, p. 38-45. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 25: Antiguidade Tardia: passagens da Antiguidade para o Medievo (Comentário por Gabriel Freitas Reis). Locução de Gabriel Freitas Reis. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 21 set 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/25--A-Antiguidade-Tardia-passagens-da-Antiguidade-para-o-Medievo-Comentrio-por-Gabriel-Freitas-Reis-ejuurq. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
23:24
September 21, 2020
24. Mulheres Bíblicas: a rainha Jezabel (Comentário por Tailiny Fabris)
Neste episódio, Tailiny Fabris, graduanda em História pela UFSM, fala um pouco sobre Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios, portanto da cidade fenícia (ou cananeia) de Sídon. Jezabel foi casada com o rei Acabe, rei do Reino de Israel (c. 873–852 AEC). Esse casal real ficou conhecido por ter construído espaços para a adoração dos deuses Baal e Asherah e, dessa maneira, segundo a redação do Antigo Testamento, são considerados como maus exemplos de governantes. Em vários momentos Jezabel é colocada como a responsável por influenciar seu marido a fazer escolhas erradas e cultuar deuses falsos. A problemática das representações de Jezabel são analisadas neste episódio a partir da ótica dos estudos de gênero e dos estudos deuteronomistas. Referência principal: FABRIS, T. F. Elementos de gênero na formação do monoteísmo hebraico: o caso da rainha Jezabel. In: SILVA, S. C.; VIEIRA NETO, I. (Orgs.). Mitos, Deusas e Heróis: ensaios sobre a Antiguidade e o Medievo. Goiânia: Edições Tempestivas, 2019, p. 33-41. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 24: Mulheres Bíblicas: a rainha Jezabel (Comentário por Tailiny Fabris). Locução de: Tailiny Fabris. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 14 set. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/24--Mulheres-Bblicas-a-rainha-Jezabel-Comentrio-por-Tailiny-Fabris-ejk3fl. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
13:53
September 14, 2020
23. Oráculos gregos e estados alterados de consciência (Entrevista com Beatris Ribeiro Gratti)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) e a graduanda Potira Piaia (História - UFSM) entrevistam a Profa. Ma. Beatris Ribeiro Gratti (Mestra em Linguística pela UNICAMP) sobre os oráculos gregos e os estados alterados de consciência. Serão tratados elementos e exemplos do que seriam as práticas divinatórias para gregos e romanos antigos e os rituais com alterações de estado de consciência diante dessas práticas. Também será comentado sobre os usos de cavernas e de câmaras subterrâneas nas buscas da verdade divina e do conhecimento no antigo paganismo greco-romano. Conta do Instagram citada: @s.i.b.y.l.l.a Referência principal: GRATTI, B. R. Sobre a adivinhação de Marco Túlio Cícero. Dissertação de Mestrado em Linguística defendida na UNICAMP, 2009. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 23. Oráculos gregos e estados alterados de consciência (Entrevista com Beatris Ribeiro Gratti). Entrevistada: Beatriz Ribeiro Gratti. Entrevistadoras: Semíramis Corsi Silva e Potira Piaia. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 7 set. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/23--Orculos-gregos-e-estados-alterados-de-conscincia-Entrevista-com-Beatris-Ribeiro-Gratti-ej8nhg. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
47:17
September 07, 2020
22. O deus-falo Priapo: humor e sexo em Roma (Entrevista com Alexandre Cozer)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista o Prof. Me. Alexandre Cozer, doutorando em História pela UFPr, sobre o tema de suas pesquisas, o deus greco-romano Priapo, um deus-falo como Alexandre acha melhor definir esta divindade por suas representações sempre ligadas ao órgão sexual masculino. Deus de múltiplas características e atributos, o estudo de Priapo torna-se paradigmático para a compreensão de uma série de elementos da sociedade romana antiga, especialmente do humor, do sexo, das questões de gênero, da fertilidade, da festa e dos usos dos prazeres, sempre perpassados pelas crenças e pela religiosidade. Todos esses elementos em torno de Priapo são tratados nesse episódio. Da mesma forma, são comentados alguns pontos importantes sobre a historiografia em torno do tema do sexo dos antigos romanos e romanas. Referência principal: COZER, A. Os falos de Priapo e as masculinidades romanas: sexo, humor e religião na Priapeia (circa séc. I d.C.). Mestrado em História defendido na UFPr, 2018. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 22. O deus-falo Priapo: humor e sexo em Roma (Entrevista com Alexandre Cozer). Entrevistado: Alexandre Cozer. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 31 ago. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/22--O-deus-falo-Priapo-humor-e-sexo-em-Roma-Entrevista-com-Alexandre-Cozer-eiub3q. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
46:14
August 31, 2020
21. Atargátis: a Deusa Síria (Comentário por Murilo Modesto e Dandara Perlin Pereira)
Neste episódio, os mestrandos Murilo Tavares Modesto (PPGH/UFSM) e Dandara Perlin Pereira (PPGH/UFSM) apresentam a deusa Atargátis, também conhecida como Deusa Síria por conta de uma obra atribuída a Luciano de Samósata (A Deusa Síria). Ainda que a autoria dessa obra seja contestada, ela é a principal documentação textual sobre a deusa. Atargátis é uma deusa da fertilidade, ligada também à água. É consorte do deus Hadad, considerado o principal deus do panteão de algumas regiões sírias antigas. Ao longo do tempo, o culto a Atargátis superou o culto de seu consorte Hadad na principal cidade onde eles eram cultuados: Hierápolis, atual Manbij, no nordeste de Alepo. Todos esses atributos, bem como alguns elementos do culto da deusa no contexto do Império Romano, são tratados neste episódio. Referência principal: LUCIANO. A deusa síria. In: ______. Luciano [VII]. Tradução do grego, introdução e notas de Custódio Magueijo. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2013, p. 177-207. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 21: Atárgatis: a Deusa Síria (Comentário por Murilo Modesto e Dandara Perlin Pereira). Locução de: Murilo Modesto e Dandara Perlin Pereira. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 24 ago. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/21--Atargtis-a-Deusa-Sria-Comentrio-por-Murilo-Modesto-e-Dandara-Perlin-Pereira-eijb3i. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
28:49
August 24, 2020
20. O Mito da Deusa Mãe (Entrevista com Flávia Marquetti)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista a Profa. Dra. Flávia Marquetti (LINCEU – UNESP e LAP – UNICAMP) sobre o mito da Deusa Mãe. Esse mito tem uma longa história acadêmica que começa, pelo menos em meados do século XIX, com os trabalhos do Johann Jakob Bachofen e suas interpretações, já contestadas, sobre a existência de sociedades matriarcais na chamada Pré-história, tendo esse tema retornado, especialmente, durante a Segunda Onda do Feminismo, na década de 1960. Mas, não sem antes passar por uma série de outros estudiosos, por várias revisões e até ter repercussões em especulações místicas mais recentes. Neste episódio, são abordados elementos sobre as primeiras representações femininas feitas pelos seres humanos, as chamadas Vênus Paleolíticas. Também são abordadas as deusas gregas e a questão do mito da Deusa Mãe, alguns elementos sobre o masculino nos ritos de fertilidade e as transformações sofridas pelo arcabouço figural da Deusa junto da cultura cristã na imagem de Maria. Referência principal: MARQUETTI, F. R. Da sedução e outros perigos: o mito da Deusa Mãe. São Paulo: Editora da UNESP, 2013. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 20. O Mito da Deusa Mãe (Entrevista com Flávia Marquetti). Entrevistada: Flávia Marquetti. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 16 ago. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/20--O-Mito-da-Deusa-Me-Entrevista-com-Flvia-Marquetti-ei870p. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
45:07
August 16, 2020
19. A (Des)africanização do Egito (Entrevista com Raisa Sagredo)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista  a Profa. Ma. Raisa Sagredo (UFSC) sobre o processo que ela chama de  (Des)africanização do Egito, colocando o des entre parênteses por conta  de sua análise de um processo duplo, com a retirada da História do Egito  Antigo da História da África, de um lado, e a Africanização do Egito  pelos Movimentos Pan-africanistas e Afrocentristas, de outro lado. Neste  episódio serão explicados tanto esse primeiro processo, que surgiu com a  Egiptologia, ligado às teorias raciais emergentes no século XIX e ao  Orientalismo, quanto a reconfiguração da Egiptologia com o chamado  Afrocentrismo Kemético. A partir disso, Raisa expõe sua leitura que visa  superar binarismos raciais e essencialismos. Atenção também foi dada à  forma como a proposta Afrocentrista entra no Brasil por meio da música  do Grupo Olodum. Referência principal: SAGREDO, R. Raça e etnicidade: questões e debates em torno da (des)africanização do Egito antigo. Florianópolis, Dissertação de Mestrado em História defendida na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2017. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 19. A (Des)africanização do Egito (Entrevista com Raisa Sagredo). Entrevistada: Raisa Sagredo. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 9 ago. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/19--A-Desafricanizao-do-Egito-Entrevista-com-Raisa-Sagredo-ehu1ja. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
56:16
August 10, 2020
18. Boudica: a rainha guerreira (Entrevista com Tais Pagoto Bélo)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) e o doutorando Gabriel Freitas Reis (PPGH/UFSM) entrevistam a Profa. Dra. Tais Pagoto Bélo (MAE/USP) sobre a rainha bretã Boudica, que liderou sua tribo, os icenos, juntamente com a tribo dos trinovantes, em um levante contra as forças do Império Romano no século I EC. Será apresentada a documentação que temos para estudar essa personagem, bem como a problemática dessa documentação. Da mesma forma, serão tratados elementos de gênero no estudo da personagem e elementos sobre a recepção da mesma na Contemporaneidade. Referência principal: BÉLO, T. P. Boudica e as facetas femininas ao longo do tempo: nacionalismo, feminismo, memória e poder. Tese de doutorado em História defendida na Universidade Estadual de Campinas, 2014. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 18. Boudica: a rainha guerreira (Entrevista com Tais Pagoto Bélo). Entrevistada: Tais Pagoto Bélo. Entrevistadores: Semíramis Corsi Silva e Gabriel Freitas Reis. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 2 ago. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/18--Boudica-a-rainha-guerreira-Entrevista-com-Tais-Pagoto-Blo-ehjfe3. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
34:38
August 02, 2020
17. A Deusa Cibele e seu consorte Átis (Comentário por Semíramis Corsi Silva)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) fala um pouco sobre a deusa Cibele e seu consorte Átis, cujos mitos e ritos envolvem uma complexidade de elementos que vão de práticas de curas, especialmente de crianças, até ritos extáticos e práticas com caráter soteriológico. As origens de Cibele e Átis são frígias (Anatólia), mas seu culto se desenvolveu por várias sociedades mediterrânicas. O culto de Cibele parece ter sido assimilado a um antiquíssimo culto asiático, de raízes neolíticas, a uma grande deusa mãe consorte de um deus da vegetação. Em Roma, a festa para Cibele (a Megalensia, renomeada por Augusto como Ludi Matri deum Magnae Idaeae) era celebrada no início da primavera pelo próprio caráter da deusa ligada à questão da fertilidade, da prosperidade e dos ciclos de renascimento. Todos esses elementos são abordados neste episódio. Referência principal: GASPARRO, G. S. Soteriology and mystic aspects in the cult of Cybele and Attis. Leiden: E. J. Brill, 1985. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 17: A Deusa Cibele e seu consorte Átis (Comentário por Semíramis Corsi Silva). Locução de: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 26 jul. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/17--A-Deusa-Cibele-e-seu-consorte-tis-Comentrio-por-Semramis-Corsi-Silva-eh919l. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
40:58
July 26, 2020
16. Bárbaros e Barbaridades (Comentário por Gabriel Freitas Reis e Rodrigo dos Santos Oliveira)
Neste episódio, o doutorando Gabriel Freitas Reis (PPGH-UFSM) e o mestrando Rodrigo dos Santos Oliveira (PPGH/UFSM) falam sobre o construção do conceito de bárbaro na Antiguidade. Podemos dizer que a ideia do que é ser bárbaro aparece inicialmente em Homero como uma noção linguística para definir o outro, sendo esse outro aqueles que não falavam a língua grega. É somente no século V AEC, no entanto, com a tentativa de invasão da Grécia pelo persas, nas chamadas Guerras Médicas, que o conceito de bárbaro passa a ter uma definição mais concreta. Nesse momento temos também a definição de uma identidade helênica, reunindo elementos em comum das diferentes cidades-Estado. Mas os gregos formularam apenas o início da concepção do que é ser bárbaro. Com os romanos, que se inspiraram em muitos elementos da cultura grega, uma ideia de hierarquização de grupos humanos será vastamente utilizada e reelaborada, especialmente quando Roma começou a conquistar espaços pelo Mar Mediterrâneo. Tais temas serão tratados nesse episódio, refletindo sobre a criação do ser bárbaro de Homero até a Antiguidade Tardia, passando por reflexões sobre identidades e alteridades também no imperialismo oitocentista e na Contemporaneidade. Referência principal: JENSEN, E. Barbarians in the Greek and Roman World. Indianapolis/Cambridge: Hackett Publishing, 2018. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 16: Bárbaros e Barbaridades (Comentário por Gabriel Freitas Reis e Rodrigo dos Santos Oliveira). Locução de: Gabriel Freitas Reis e Rodrigo dos Santos Oliveira. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 20 jul. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/16--Brbaros-e-Barbaridades-Comentrio-por-Gabriel-Freitas-Reis-e-Rodrigo-dos-Santos-Oliveira-eh04k7. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
20:17
July 20, 2020
15. O imperador Trajano (Entrevista com Alex da Costa)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) e o mestrando Murilo Tavares Modesto (PPGH/UFSM) entrevistam o Prof. Dr. Alex Aparecido da Costa (UEM) sobre o imperador Trajano, que governou o Império Romano de 98 a 117. Trajano é o primeiro imperador romano de origens provinciais. Além disso, em seu governo, o Império Romano atingiu sua máxima extensão. Os feitos militares de Trajano, os processos de expansão e integração imperial, a documentação, entre outros temas em torno de Trajano são tratados neste episódio. Referência principal: COSTA, A. A. da. Aspectos da integração provincial romana na correspondência entre Plínio, o Jovem, e Trajano. Tese de doutorado em História defendida na Universidade Estadual de Maringá, 2019. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 15. O imperador Trajano (Entrevista com Alex da Costa).  Entrevistado: Alex da Costa. Entrevistadores: Semíramis Corsi Silva e Murilo Tavares Modesto. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 13 jul. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/15--O-imperador-Trajano-Entrevista-com-Alex-da-Costa-egm64v. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
01:10:03
July 13, 2020
14. Morgana: deusa, fada e feiticeira (Comentário por Victoria Brum Vargas)
Neste episódio, Victoria Brum Vargas, graduanda em História pela UFSM e bolsista de Iniciação científica PIBIC/CNPq, fala sobre as origens da personagem Morgan le Fay, a Morgana do ciclo arturiano. Morgana é uma personagem que sofreu diversas transformações na literatura ao longo da Baixa Idade Média, surgindo como figura benéfica e acabando por se consolidar como uma feiticeira má nas obras do século XV. Os elementos de transformação sobre a personagem de Morgana como deusa celta, fada e feiticeira medieval, são abordados, portanto, pela Victoria nesse episódio. Referência principal: VARGAS, V. B. Antes de bruxa, deusa: as origens mitológicas celtas de Morgan Le Fay. In: SILVA, S; NETO, I. (Orgs.) Mitos, deusas e heróis: ensaios sobre a Antiguidade e Medievo. Goiânia: Edições Tempestivas, 2019, p. 211-221. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 14: Morgana: deusa, fada e feiticeira (Comentário por Victoria Brum Vargas). Locução de: Victoria Brum Vargas. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 6 jul. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/14--Morgana-deusa--fada-e-feiticeira-Comentrio-por-Victoria-Brum-Vargas-egcea8. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
19:34
July 06, 2020
13. Os Fenícios (Comentário por Henrique Hamester Pause)
Neste episódio, o mestrando Henrique Hamester Pause (PPGH/UFSM) nos apresenta os povos chamados pelos gregos de fenícios a partir da leitura do trabalho do historiador Mario Liverani. Atualmente, como fenícios, os pesquisadores e pesquisadoras classificam um conjunto de povos de língua semítica norte-oriental que ocupou a costa sírio-libanesa. Estes povos se organizavam em cidades-Estado e, ao que parece, nunca chegaram a ter uma autodenominação própria, pois, a identidade dos chamados fenícios era bem marcada pela cidade em si de onde eles eram. As principais cidades consideradas fenícias foram Biblos, Tiro e Sidon. No episódio sobre fenícios, são explorados elementos gerais sobre a econômica, a sociedade e as relações comerciais dos fenícios com outros povos. Referência principal: LIVERANI, M. Os fenícios. In: ______. Antigo Oriente. História, sociedade e economia. São Paulo: EDUSP, p. 565-581. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 13: Os Fenícios (Comentário por Henrique Hamester Pause). Locução de: Henrique Hamester Pause. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 29 jun. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/13--Os-Fencios-Comentrio-por-Henrique-Hamester-Pause-eg313t. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
15:46
June 29, 2020
12. O Mito Grego (Entrevista com Ivan Vieira Neto)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) e a mestranda Dandara Perlin Pereira (PPGH/UFSM) entrevistam o Prof. Me. Ivan Vieira Neto (PUC Goiás, PPGPC/UFG) sobre um tema que desperta muita curiosidade e interesse dos pesquisadores e do público em geral: o mito grego. Mito (μυθος) é um termo grego que traz a ideia de narrativa, sendo dinâmico e estando sempre em movimento. O sentido do que é Mito recebe diversas interpretações pelos pesquisadores e pesquisadoras, tais interpretações são apresentadas neste episódio. Atenção especial foi dada ao importante mito grego de Helena de Esparta. Contas no Instagram citadas: @gemamufsm, @teamgemuna, @mythologousi. Referência principal: VIEIRA NETO, I. A Ilíada de Homero e as raízes do Helenismo. In: SANTOS, D. (Org.). Grandes Epopeias da Antiguidade e do Medievo. Blumenau: EDIFURB, 2014, p. 109-129. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 12. O Mito Grego (Entrevista com Ivan Vieira Neto). Entrevistado: Ivan Vieira Neto. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 21 jun. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/12--O-Mito-Grego-Entrevista-com-Ivan-Vieira-Neto-efndut. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
49:31
June 21, 2020
11. O Jesus Histórico (Entrevista com André Chevitarese)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista o Prof. Dr. André Leonardo Chevitarese (UFRJ), um dos principais pesquisadores brasileiros sobre Jesus. O tema, portanto, é o Jesus histórico, ou seja, o Jesus das pesquisas historiográficas. A escrita da história é feita com documentos, métodos e teorias, o que o Prof. Chevitarese nos apresenta em relação aos estudos sobre um dos personagens mais famosos da História. São discutidas as possibilidades de existência de Jesus, o que se sabe e quais as principais propostas interpretativas sobre essa personagem em termos históricos. Atenção também foi dada sobre como a melhor compreensão de Jesus, o homem, pode ajudar a combater os fundamentalismos religiosos atuais. Referência principal: CHEVITARESE, A. L.; FUNARI, P. P. A. Jesus Histórico. Uma Brevíssima Introdução. Rio de Janeiro: Klíne, 2012. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 11. O Jesus Histórico (Entrevista com André Chevitarese). Entrevistada: André Chevitarese. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 14 jun. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/11--O-Jesus-Histrico-Entrevista-com-Andr-Chevitarese-efdug4. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
48:49
June 14, 2020
10. A Deusa Hécate (Comentário por Semíramis Corsi Silva)
Neste episódio, a Profa. Semíramis Corsi Silva (UFSM) fala um pouco sobre a deusa greco-romana Hécate. Tradicionalmente conhecida como deusa da magia, Hécate é evocada em rituais mágicos, como mostram um conjunto de lâminas de imprecações mágicas e papiros do contexto greco-romano. No entanto, seu mito e seu rito não de reduziram às suas ligações com a magia. Cultos mistéricos, caráter maternal e de proteção aos jovens, proteção nos nascimentos e fonte da vida nos Oráculos caldaicos, por exemplo, são alguns dos elementos relacionados à Hécate na longa duração em que seu culto foi desenvolvido na religiosidade e na mitologia antiga. Referência principal: SILVA, S. C.; FIGUEIREDO, D. Hécate. In: LANGER, J. (Org.). Dicionário de História das Religiões na Antiguidade e Medievo. Petrópolis: Editora Vozes, 2020, p. 238-241. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 10: A Deusa Hécate (Comentário por Semíramis Corsi Silva). Locução de: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 7 jun. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/10--A-Deusa-Hcate-Comentrio-por-Semramis-Corsi-Silva-ef4f4f. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
25:31
June 07, 2020
9. Cômodo, o imperador gladiador (Comentário por Pedro Vieira Marques de Oliveira)
Neste episódio, o mestrando Pedro Vieira Marques de Oliveira (PPGH/UFSM) fala um pouco sobre Cômodo, o famoso imperador romano interpretado por Joaquin Phoenix no filme O Gladiador (2000). Cômodo se destaca pela maneira atípica que escolheu governar, lutando no famoso Coliseu como gladiador. Ligada à sua associação com a gladiatura estava a figura de Hércules. Na arena, Cômodo buscava recriar os feitos de Hércules, matando animais considerados exóticos. Neste episódio, então, Pedro analisa as questões políticas por trás das escolhas de Cômodo e como sua imagem nos foi transmitida negativamente por uma documentação senatorial contrária ao seu governo. Referência principal: OLIVEIRA, P. V. M. de. Imperador e Hércules gladiador: o principado de Cômodo nas obras de Dião Cássio, Herodiano e nas moedas. Trabalho de Conclusão de Graduação em História apresentado na UFSM, 2019. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 9: Cômodo, o imperador gladiador (Comentário por Pedro Vieira Marques de Oliveira). Locução de: Pedro Vieira Marques de Oliveira. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 31 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/9--Cmodo--o-imperador-gladiador-Comentrio-por-Pedro-Vieira-Marques-de-Oliveira-eeqlbg. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
18:55
May 31, 2020
8. A Deusa Asherah (Comentário por Tailiny Fabris)
Neste episódio, Tailiny Fabris, graduanda em História pela UFSM e bolsista de Iniciação científica PROBIC/FAPERGs, fala um pouco sobre Asherah, uma interessante deusa da região Sírio-Palestina antiga. Deusa criadora, ela recebe muitas nomenclaturas e títulos nos textos da antiga cidade síria de Ugarit. Conforme evidências da cultura material, Asherah era consorte do deus de Israel, Yahweh. Ela aparece várias vezes no Antigo Testamento, quando seu culto é extremamente criticado pela escrita patriarcal presente nesse documento. Sendo assim, estamos diante de uma divindade extremamente importante para a compressão de elementos da cultura de povos do Crescente Fértil e também para a compreensão da afirmação do monoteísmo hebraico em torno de um deus masculino. Referência principal: BINGER, T. Asherah: Goddesses in Ugarit, Israel and the Old Testament. Journal for the Study of the Old Testament: Supplement Series 232. Copenhagen International Seminar 2. Sheffield: Sheffield Academic Press, 1997. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 8: A Deusa Asherah (Comentário por Tailiny Fabris). Locução de: Tailiny Fabris. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 25 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/8--A-Deusa-Asherah-Comentrio-por-Tailiny-Fabris-eehh93. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO
14:15
May 25, 2020
7. A Epopeia de Gilgamesh (Entrevista com Katia Pozzer)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista a Profa. Dra. Katia Pozzer (UFRGs), uma das mais importantes pesquisadoras brasileiras sobre a História da Mesopotâmia. O tema da entrevista são as histórias mesopotâmicas em torno do herói Gilgamesh, mais especificamente a Epopeia de Gilgamesh, o primeiro poema épico da História, anterior aos textos homéricos, aos poemas de Hesíodo e ao Antigo Testamento. Além disso, tal texto traz narrativas muito semelhantes a alguns relatos do Livro de Gênesis, da Bíblia. Ou seja, temos em debate aqui uma tradição literária de importância imensurável que trata de amizade, amor e morte. Referência principal: POZZER, K. M. P. A Epopeia de Gigames – Amizade e Morte na Mesopotâmia. In: SANTOS, D. (Org.). Grandes Epopeias da Antiguidade e do Medievo. Blumenau: Edifurb, 2014, p. 42-52. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 7. A Epopeia de Gilgamesh (Entrevista com Katia Pozzer). Entrevistada: Katia Pozzer. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 18 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/7--A-Epopeia-de-Gilgamesh-Entrevista-com-Katia-Pozzer-ee7cgt. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
45:45
May 18, 2020
6. A fertilidade fálica em mitologias antigas (Comentário por Murilo Modesto e Dandara Perlin Pereira)
Neste episódio, os mestrandos Murilo Tavares Modesto (PPGH/UFSM) e Dandara Perlin Pereira (PPGH/UFSM) apresentam o tema da fertilidade fálica em mitologias do antigo Egito e do antigo Oriente Próximo a partir das reflexões da historiadora Stephanie Lynn Budin. Budin analisa antigas narrativas que mostram a criação do mundo por meio da fertilidade de deuses masculinos, percebendo a importância do falo divino nessas cosmogonias. Referência principal: BUDIN, S. L. Phallic Fertility in the Ancient Near East and Egypt. In: HOPWOOD, N.; FLEMING, R.; KASSELL, L. Reproduction. Antiquity to the Presente. Cambridge: Cambridge University Press, 2018, p. 25-38. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 6: A fertilidade fálica em mitologias antigas (Comentário por Murilo Modesto e Dandara Perlin Pereira). Locução de: Murilo Modesto e Dandara Perlin Pereira. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 10 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/6--A-fertilidade-flica-em-mitologias-antigas-Comentrio-por-Murilo-Modesto-e-Dandara-Perlin-Pereira-edsmo1. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
20:45
May 10, 2020
5. O martírio cristão de Perpétua e Felicidade (Bate Papo com Luiza Batú Rubin)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM), o mestrando Murilo Modesto (PPGH/UFSM) e a graduanda Victória Brum Vargas (UFSM) batem um papo com a mestranda Luiza Batú Rubin (PPGH/UFSM) sobre o tema de seu trabalho final de graduação: o martírio cristão de Perpétua e Felicidade, a primeira, uma aristocrata romana e, a segunda, uma escrava que passaram pelo processo do martírio no ano de 203 na cidade de Cartago, no norte da África. Referência principal: RUBIN, L. B. Corpo e gênero em um martírio cristão: uma análise da Paixão de Perpétua e Felicidade (século III EC). Trabalho final de graduação em História apresentado na UFSM, 2019. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 5: O martírio cristão de Perpétua e Felicidade (Bate Papo com Luiza Batú Rubin). Entrevistada: Luiza Batú Rubin. Entrevistadores: Semíramis Corsi Silva, Murilo Tavares Modesto e Victoria Brum Vargas. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 4 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/5--O-martrio-cristo-de-Perptua-e-Felicidade-Bate-Papo-com-Luiza-Bat-Rubin-edjjbe. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
35:09
May 04, 2020
4. Os cananeus e o Antigo Testamento (Entrevista com André Reinke)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista o historiador e teólogo Prof. Me. André Daniel Reinke (Doutorando em Teologia pelas Faculdades EST) sobre os povos chamados no Antigo Testamento de cananeus e a região identificada ali como Canaã. André nos conta um pouco sobre a imbricação de tradições culturais na região de Canaã, perpassando pelos deuses El e Baal, da cidade de Ugarit, analisando possíveis influências e antagonismos desses tipos divinos com o Deus de Israel, Yahweh. André também nos explica sobre as diferentes tradições presentes na escrita do Antigo Testamento, a eloísta (em que o Deus de Israel aparece como Elohim) e a javista (em que o Deus dos israelitas aparece como Yahweh). Referência principal:REINKE, A. D. Os outros da Bíblia. Rio de Janeiro: Editora Thomas Nelson Brasil, 2019. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 4. Os cananeus e o Antigo Testamento (Entrevista com André Reinke). Entrevistado: André Reinke. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 3 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/4--Os-cananeus-e-o-Antigo-Testamento-Entrevista-com-Andr-Reinke-edip3k. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
33:16
May 03, 2020
3. A Prostituição Sagrada (Entrevista com Janaina Zdebskyi)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi (UFSM) entrevista a Profa. Ma. Janaina Zdebskyi, doutoranda em História pela UFSC, sobre o tema de sua dissertação de mestrado: a Prostituição Sagrada. Referência principal: ZDEBSKYI, J. F. A prostituta sagrada e os entrelaçamentos transculturais no Antigo Crescente Fértil. Dissertação de Mestrado em História defendida na UFSC, 2018 Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 3. A Prostituição Sagrada (Entrevista com Janaina Zdebskyi). Entrevistada: Janaina Zdebskyi. Entrevistadora: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 3 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/3--A-Prostituio-Sagrada-Entrevista-com-Janaina-Zdebskyi-edip2a. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
24:26
May 03, 2020
2. O mito de Hércules e o filme da Disney (Comentário por Dandara Perlin Pereira)
Neste episódio, a mestranda Dandara Perlin Pereira (PPGH/UFSM) fala um pouco sobre o mito grego de Héracles, dando especial atenção à construção desse mito no filme de animação Hércules (1997), coproduzido pela Walt Disney Pictures e distribuído pela Buena Vista Pictures. Referência principal: HÉRCULES, Direção de Ron Clements e John Musker, Walt Disney Pictures, 1997. DVD (92 minutos). Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 2. O mito de Hércules e o filme da Disney (Comentário por Dandara Perlin Pereira). Locução de: Dandara Perlin Pereira. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 03 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/2--O-mito-de-Hrcules-e-o-filme-da-Disney-Comentrio-por-Dandara-Perlin-Pereira-edioor. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
11:55
May 03, 2020
1. O Orientalismo segundo Edward Said (Comentário por Semíramis Corsi Silva)
Neste episódio, a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva (UFSM) apresenta pontos essenciais da obra Orientalismo. O Oriente como invenção do Ocidente, de Edward Said. Referência principal: SAID, E. W. Orientalismo. O Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: Cia. das Letras, 2007. Para citação no formato ABNT: DIÁLOGOS OLIMPIANOS 1: O Orientalismo segundo Edward Said (Comentário por Semíramis Corsi Silva). Locução de: Semíramis Corsi Silva. [S./L.]: Diálogos Olimpianos, 03 mai. 2020. Podcast. Disponível em: https://anchor.fm/dialogosolimpianos/episodes/1--O-Orientalismo-segundo-Edward-Said-Comentrio-por-Semramis-Corsi-Silva-ediogu. Acesso em: COLOQUE A DATA DO SEU ACESSO.
26:50
May 03, 2020