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Dr Diego de Castro Neurologista

Dr Diego de Castro Neurologista

By Dr Diego de Castro dos Santos
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Tratamento da Insônia - Quando os Remédios Para Dormir São Necessários no Tratamento da Insônia?
Existem muitos pacientes que sabem que estão dormindo pouco, se sentem muito fatigados no outro dia, indispostos, com queda da energia, desatenção. E quando eles vão buscar ajuda, a primeira coisa, quando chegam no consultório é: "eu quero um remédio para dormir".  Essa é a hora que vem os desafios, a gente tem que mostrar para o paciente todas as coisas que estão associadas ao fato de dormir, que o sono tem uma estrutura que precisa ser respeitada.  Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Leticia Soster explicam sobre o tratamento da insônia e quando realmente é necessário introduzir os remédios para dormir. Remédios Para Dormir no Tratamento da Insônia Em relação ao tratamento da insônia, a prescrição de remédios para dormir não é a primeira linha, quase nunca! Existe uma tendência natural da sociedade a medicalizar a vida, como se para tudo fosse necessário um remédio para solucionar um problema de forma mágica.  Mas nos casos de insônia, a maioria das pessoas tem uma série de problemas ocorrendo que leva a um comportamento errado de dormir. E apesar dos pacientes chegarem no consultório querendo tomar um remédio, o remédio não é a primeira solução, porque o sono tem uma estrutura fisiológica que os medicamentos não conseguem reproduzir.  Como Estruturar o Tratamento da Insônia Existe um tripé de fatores necessários para o sono: - O ciclo circadiano (liberação de melatonina, horário de refeição, luminosidade, temperatura) - O cansaço do dia, que é o processo que a gente chama de homeostático, então o quanto eu canso durante o dia e como eu vou estar cansado na hora de dormir - O fator comportamental: que horas eu começo a relaxar antes de dormir. Nós não somos habituados a relaxar e acalmar a mente antes de dormir. E os remédios para insônia vão fazer você relaxar induzindo o sono, o que é induzir o sono se não sedar? É uma sedação, nós estamos sedando o paciente, a pessoa está sempre sedada. Então ela não está passando por aquele processo de uma forma natural e saudável, que deve passar por uma percepção do meio, percepção do seu próprio sono.  Do nosso tripé, o processo de acalmar a percepção do mundo é onde está a base do nosso tratamento. Saiba mais sobre o tratamento da insônia, lendo nossos artigos: Insônia e Dificuldade para Dormir - Causas e Tratamento Melatonina - Efeitos, Indicações e Cuidados Insônia - Dificuldade de Dormir insônia tratamento da insônia Dificuldade de Dormir Neurologia Neurologista Dr Diego de Castro Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
05:40
September 28, 2022
Tai Chi Chuan e Yoga - Benefícios da Yoga e do Tai Chi Chuan para o Parkinson
Tai Chi Chuan e Yoga - Benefícios da Yoga e do Tai Chi Chuan para o Parkinson Os benefícios do Tai Chi Chuan e da Yoga para o Parkinson são significativos principalmente na melhora do equilíbrio para o Parkinson.  Neste podcast, Dr Diego de Castro e a fisioterapeuta Erica Tardelli explicam sobre estes benefícios da yoga e do tai chi chuan para o Parkinson e a importância de realizar estas práticas de atividades físicas. Benefícios do Tai Chi Especificamente o tai chi chuan é uma prática oriental de movimentos coordenados como um fluxo. Um estudo publicado na Revista New England Journal of Medicine mostrou que os pacientes com parkinson melhoram o equilíbrio ao realizar tai chi.  Por ele ser um movimento (o tai chi é como se você tivesse fazendo movimentos muito lentos, coordenados, geralmente uma atividade em parques, em grupos) em que você treina muito a lentidão, mas de forma muito ampla, você melhora o equilíbrio.  Um outro aspecto é que no Tai Chi Chuan os movimentos são amplos o que faz você ampliar o movimento nas práticas diárias. E como o Parkinson tem uma tendência a fazer um movimento curtinho, com amplitude menor, ao ampliar você melhora a função motora.  A Yoga Praticar yoga também é muito interessante, pois ajuda a melhorar o equilíbrio, a ansiedade e a depressão, sintomas que também são muito comuns em pessoas com Parkinson. Não atrase a sua atividade física, é muito importante começar a fazer logo no início do seu diagnóstico. E lembre-se de que você tem opção, se você não gostar do exercício aeróbico, da Fisioterapia ou tiver dificuldade para encontrar um profissional, existe a possibilidade de você fazer yoga e tai-chi.  Boas Notícias na Doença de Parkinson: https://youtu.be/vjr45MGlC1A Direitos das pessoas com Parkinson: https://youtu.be/WAjEy240vqU Canabidiol na Doença de Parkinson: https://youtu.be/Poc120dLs5M Aprenda sobre a Fisioterapia no Parkinson: https://youtu.be/xrr8pf62nLw Cirurgia na Doença de Parkinson: https://youtu.be/fyUIj35ep6Q Como melhorar o efeito da Levodopa: https://youtu.be/UIABmsdrsB0 Leia também nossos artigos sobre o tratamento da doença de Parkinson: Exercícios Físicos na Doença de Parkinson - Saiba Mais! Tratamento da Doença de Parkinson Neurologista Especialista em Parkinson Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações! Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/ #taichichuan #yoga #parkinson  #DoençadeParkinson #ExercíciosparaParkinson #Neurologia #NeurologistaEspecialistaemParkinson #DrDiegodeCastro
03:14
September 26, 2022
Dormência nas mãos | Síndrome do Túnel do Carpo e Tendinite - Qual a Diferença?
Existe uma grande confusão entre os termos "Síndrome do Túnel do Carpo" e "Tendinite". Será que é a mesma coisa? Na realidade, esses termos referem-se à inflamação de estruturas diferentes na região do punho. Neste podcast, Dr Diego de Castro explica sobre a diferença entre Síndrome do Túnel do Carpo e Tendinite. Diferença entre Síndrome do Túnel do Carpo e Tendinite Nervos e tendões correm no punho. E esse movimento deve ser fluido. Quem trabalha muito com notebook costuma fazer um movimento de contrair um pouco o punho, geralmente durante o dia todo, toda semana, por anos. E então, o nervo mediano passa a ficar fazendo atrito nas estruturas ósseas ou nos tendões, e isso lesa o nervo mediano.  Pacientes que fazem esforço repetitivo têm o maior risco de desenvolver essa lesão do nervo mediano na região do túnel do carpo, ou seja, eles tem um risco maior de desenvolver síndrome do túnel do carpo.  Infelizmente, por este mesmo lugar, também passam alguns tendões e, da mesma maneira, os tendões podem friccionar pelo movimento repetitivo e também podem inflamar.  Nessas situações de esforço repetitivo, que é muito comum no trabalho, a gente tem a possibilidade de fazer uma tendinite (uma inflamação do tendão), e também tem a possibilidade de fazer uma lesão do nervo.  Como Identificar quando é Síndrome do Túnel do Carpo e quando é Tendinite  E é nessas situações que a gente precisa do exame para diferenciar qual é a condição que está causando a dor e as alterações de formigamento. A gente precisa de um exame chamado eletroneuromiografia. Saiba mais, lendo nossos artigos: Exame de Eletroneuromiografia (ENMG) Diagnóstico e Tratamento da Dormência nas Mãos Síndrome do Túnel do Carpo: Formigamento, Fraqueza e Dor nas Mãos Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações! Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/ #SíndromeDoTúnelDoCarpo #DormênciaNasMãos #Eletroneuromiografia #Neurologia #Neurologista #DrDiegoDeCastro
02:09
September 23, 2022
Cirurgia de Parkinson, Cirurgia de Distonia e Cirurgia de Tremor Essencial - É Sempre a Mesma?
A cirurgia de DBS serve para Parkinson, para distonia e para tremor essencial. Mas a cirurgia é a mesma para todas essas doenças?  Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Catarina Couras explicam sobre a cirurgia de DBS, as semelhanças e as diferenças no procedimento para tratamento do Parkinson, Distonia, Tremor Essencial e outras indicações. O que é a Cirurgia de DBS?  Segundo a North American Neuromodulation Society (https://neuromodulation.org/Education/OurTherapies.aspx), a estimulação cerebral profunda fornece estímulos elétricos de forma controlada para as estruturas profundas do cérebro. Os alvos incluem o núcleo subtalâmico, globus pallidus e tálamo. O paciente que tem Parkinson, o paciente que tem tremor e o paciente que tem distonia e outras indicações, para cada uma das indicações, o local da inserção do eletrodo e programação do dispositivo vai variar de caso a caso. Outras Indicações da Cirurgia de DBS As outras indicações do DBS é algo que a gente está aprendendo aos poucos. As pesquisas estão mostrando o benefício em uma série de doenças. Por exemplo:  - Epilepsia - Transtorno obsessivo-compulsivo, em quadros graves - Cefaleias E à medida que as pesquisas vão avançando, a gente vai explorando o que a técnica pode oferecer para as pessoas. Muitos estudos estão analisando o DBS para tratamento da depressão, anorexia, obesidade, esclerose múltipla e síndromes da dor.  Na realidade, o que que o eletrodo faz é oferecer um estímulo elétrico capaz de modular a atividade da nossas células cerebrais. Um dos sinônimos da técnica de DBS é um procedimento chamado neuromodulação, modular a atividade das células nervosas. Leia nossos artigos e saiba mais sobre a cirurgia DBS: Neuromodulação - Conheça as Técnicas e as Indicações Estimulação Cerebral Profunda (DBS) em Neurologia Tratamento com Cirurgia para Doença de Parkinson - Estimulação Cerebral Profunda DBS Cirurgia de DBS Cirurgia de Parkinson Estimulação Cerebral Profunda Neurologia Neurologista Dr Diego de Castro Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
03:50
September 21, 2022
Enxaqueca Menstrual | Enxaqueca Catamenial - A Dor de Cabeça Durante o Ciclo Menstrual
Você já reparou que as dores de cabeça da enxaqueca são mais frequentes em determinadas fases do ciclo? A este tipo de dor de cabeça, chamamos Enxaqueca Menstrual. Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Juliana Fernandes explicam sobre como o ciclo menstrual tem uma relação direta com frequência da dor de cabeça e porque as mulheres que sofrem com a enxaqueca menstrual se beneficiam muito de terapias que buscam estabilizar os níveis hormonais. O que é a Enxaqueca Menstrual? A dor de cabeça mais frequente na mulher acontece por conta das oscilações hormonais ao longo do ciclo menstrual, de estrogênio e progesterona, especialmente o estrogênio, que é o hormônio mais relacionado a um quadro de enxaqueca. Como Funciona o Ciclo Menstrual O ciclo menstrual da mulher, sem o uso de hormônio, o ciclo menstrual fisiológico, acontece da seguinte maneira: O primeiro dia da menstruação é considerado o primeiro dia daquele ciclo. Nesse dia, o ovário recruta vários folículos, por estímulo hormonal de uma glândula cerebral, para que se desenvolvam e ocorra a ovulação. Enquanto os folículos recrutados vão se desenvolvendo e produzindo o estrogênio e a progesterona, um desses folículos geralmente fica mais exuberante que os outros e produz mais estrogênio. E quanto mais próximo da ovulação, mais estrogênio é produzido. Quando chega na metade do ciclo, ocorre um pico de LH e FSH, para estimular a liberação desse folículo dominante na cavidade pélvica, a trompa capta e leva em direção ao útero. Essa é a ovulação. Depois disso, ocorre uma queda desses hormônios. Quando a mulher não engravida, aquele folículo que foi para trompa em direção ao útero é eliminado pela menstruação e inicia-se um novo ciclo. Como o Ciclo Menstrual Influencia a Dor de Cabeça Há uma produção hormonal ascendente durante a primeira metade do ciclo menstrual e uma queda brusca até a menstruação. E essa flutuação dos hormônios é um detalhe muito importante na enxaqueca, especialmente quando vai iniciar aquela queda abrupta, capaz de deflagrar a dor de cabeça, a enxaqueca, porque desestabiliza a membrana do neurônio, a função neuronal, fazendo com que esse neurônio dispare mais estímulos, gerando o quadro de enxaqueca. Essa dor de cabeça durante o período menstrual, a gente chama de enxaqueca catamenial. A mulher geralmente não tem dor de cabeça, ela só tem diante da alteração hormonal, dessa queda brusca. Tratamento da Enxaqueca Menstrual Antigamente, as pílulas anticoncepcionais tinham uma quantidade de hormônio muito grande, que aumentava o risco de que esse neurônio também despolarizasse. Então quando as mulheres utilizavam as pílulas anticoncepcionais de altas doses, elas tinham dores de cabeça. Por esse motivo, toda mulher que tiver dor de cabeça devido a flutuação hormonal, talvez seja interessante a gente utilizar um método anticoncepcional que seja capaz de estabilizar seus níveis hormonais. Saiba mais sobre a enxaqueca, lendo nossos artigos: Enxaqueca Menstrual - É Possível Tratar e Prevenir https://drdiegodecastro.com/enxaqueca-menstrual-e-possivel-tratar-e-prevenir/ Enxaqueca na Gravidez - Causas, Tratamento e Prevenção https://drdiegodecastro.com/enxaqueca-na-gravidez-causas-tratamento-e-prevencao/ Neurologista Especialista em Enxaqueca https://drdiegodecastro.com/neurologista-especialista-em-enxaqueca/ Enxaqueca, Enxaqueca Menstrual, Ciclo Menstrual e Dor de Cabeça, Enxaqueca Catamenial, Neurologia, Neurologista, Dr Diego de Castro Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest:
06:40
September 19, 2022
Doença de Parkinson - Sintomas Não Motores no Parkinson Precoce | Dr Diego de Castro Neurologista
Além do tremor, lentidão e rigidez, os pacientes com Parkinson também tem um conjunto de sintomas que são denominados sintomas não-motores. E esse é um universo que igualmente limita muitos pacientes.  Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra. Laura Silveira Moriyama explicam sobre os sintomas não motores no Parkinson precoce, como eles se manifestam e suas diferenças e semelhanças em relação ao Parkinson que se manifesta mais tarde na vida. Quais São os Sintomas Não Motores? Os Sintomas não-motores, os mais famosos no Parkinson, seriam: - Depressão e ansiedade - Transtornos do sono, desde transtorno do sono REM (em que você chuta, grita, bate à noite, dormindo, e não percebe) até ter muito sono durante o dia - Presença de alucinações, psicose, paranoia, sensação de perseguição (geralmente é sempre relacionado ao aumento da medicação para tratar a doença) - Constipação intestinal - Disautonomia, que é um descontrole das coisas que nosso corpo faz automaticamente, por exemplo a desregulação da pressão arterial, especialmente quando levanta de uma posição sentada ou deitada. Esses sintomas não-motores, cada dia mais, tornaram-se o que mais incomoda os pacientes, porque o sintoma motor responde à levodopa e aos outros medicamentos antiparkinsonianos mas esses sintomas, ou não respondem ou pioram com o remédio para o Parkinson.  Sintomas Não Motores no Parkinson Precoce Nos jovens, eles são um pouquinho diferentes, por exemplo: - A perda olfativa não é tão comum nas formas precoces, ela é mais comum nas formas do idoso - A constipação varia um pouco também mas pode acontecer tanto na forma do idoso quanto na forma precoce - A disautonomia depende da forma precoce, alguns genes a gente sabe que dá mais disautonomia que outros - Depressão e ansiedade é bastante comum nas formas precoces, pois, além da perda de células na região da substância negra, há também uma perda de células da região do locus ceruleus, uma região que produz serotonina, o que está relacionado ao controle da depressão e da ansiedade. Dependendo do gene, pode ter um pouquinho a mais ou um pouquinho a menos de alguns desses sintomas.  Saiba mais sobre os sintomas não motores do Parkinson, lendo nossos artigos: Parkinson é Genético? Parkinson em Jovens | Doença de Parkinson Juvenil | Parkinson Precoce Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
03:37
September 16, 2022
O que é Insônia? Dificuldade de Dormir é Insônia? | Dr Diego de Castro Neurologista
Em relação à saúde do sono, não podemos pegar um conceito e generalizar: "não dormir é ter insônia". Mas então, o que significa, exatamente, ter insônia? Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Letícia Soster explicam sobre o que significa insônia crônica e insônia de ajustamento e os fatores que consideramos no diagnóstico deste distúrbio do sono. O que Caracteriza a Insônia A insônia pode ser caracterizada por alguns fatores:  - Dificuldade de iniciar o sono, manter o sono, ter um despertar precoce - Ter um sintoma clínico associado a isso: alteração de humor, alteração da percepção, dificuldade ou demora em atividades motoras simples, fadiga, irritabilidade - Essa dificuldade ocorre apesar de um ambiente adequado para dormir - Acontece por pelo menos três vezes na semana, pelo menos 3 meses no ano. Esse é o critério de insônia crônica, mas também existe a insônia de ajustamento, aquela de curto prazo relacionada a um evento específico, por exemplo:  - Perdeu um ente querido - A situação da pandemia - Alguma coisa está preocupando muito.  Os métodos de tratamento são diferentes para insônia aguda e crônica.  Dormir Menos não é Insônia Em alguns indivíduos, o padrão de sono é dormir menos horas por dia. E isso não é considerado insônia.  Por exemplo, quando a gente fala que a média da necessidade de sono das pessoas é 8 horas por noite, isso não quer dizer que se você dorme menos do que 8 horas você não está saudável, e se você dorme mais de 8 horas, não significa que está sendo preguiçoso, dormindo demais.  Esse número se baseia na média das pessoas, isso não significa que se aplica a você ou a qualquer outra pessoa. Então, antes de mais nada é necessário entender qual é o seu padrão de sono, qual é o seu perfil pessoal.  Existem pessoas que precisam de 6 horas, existem pessoas que são consideradas dormidoras curtas que precisam de menos do que isso e funcionam bem.  Se a sua noite de sono foi boa, ela vai dar um dia bom, no aspecto cognitivo, um dia bom de produtividade, de criatividade, de vontade de fazer alguma coisa diferente, de tomar iniciativas.  Saiba mais sobre insônia e qualidade do sono, lendo nossos artigos: Dificuldade de Dormir? - Conheça os Principais Distúrbios do Sono Conheça a Estrutura do Sono e sua Importância Insônia e Dificuldade para Dormir - Causas e Tratamento Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
04:42
September 14, 2022
Parkinson - Benefícios da Hidroginástica para Pacientes com Parkinson | Dr Diego de Castro
Pensando na hidroginástica para aumentar a frequência cardíaca, como um exercício aeróbico, também é interessante, mas para essa questão de manter as funções, de potencializar as funções.  Agora, para melhorar o equilíbrio, as evidências não são tão fortes com hidroginástica. Comparando com tango, com tai chi, com treino em esteira, com treino em dupla tarefa, essas são melhores.  Então, é importante se perguntar o que você espera alcançar com a atividade física e discutir com alguém especializado o que é melhor para o seu objetivo, considerando risco e benefício.  Só um detalhe em relação a hidroginástica, principalmente para mulheres que já estão numa idade um pouco mais alta, por volta dos 60 anos, que tem osteoartrose, que estão acima do peso e tem muita dor, a hidroginástica pode ser interessante para dar um condicionamento físico melhor, fortalecer seus ossos sem sobrecarregar as articulações e dar um alívio para a dor.  Agora, cada situação é diferente, realmente a gente tem que avaliar direitinho quais são os objetivos e as necessidades do paciente.  Mas nesta questão de escolher qual é o melhor exercício, se é a esteira, o tai chi, etc, a questão é que eu preciso começar! Porque comparar qualquer atividade com nada, a atividade é melhor. É melhor fazer qualquer atividade física do que não fazer nada. Saiba mais sobre a prática de exercícios para a doença de Parkinson, lendo nossos artigos:   Exercícios Físicos na Doença de Parkinson - Saiba Mais! Parkinson Tem Cura? Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
02:58
September 12, 2022
Dormência nas Mãos e Outros Sintomas da Síndrome do Túnel do Carpo | Dr Diego de Castro Neurologista
A Síndrome do Túnel do Carpo é uma das causas mais comuns de dormência e formigamento na mão, causada pela compressão do nervo mediano numa região da mão chamada túnel do carpo.  O nervo mediano é responsável pela inervação sensitiva do primeiro e segundo dedos e por passar ali no túnel do carpo, os sintomas da sua compressão levam o nome de síndrome do túnel do carpo.  Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dr Mateus Boaventura explicam sobre os sintomas da Síndrome do Túnel do Carpo. Sintomas da Síndrome do Túnel do Carpo Os pacientes, na fase inicial, costumam ter uma piora noturna dos sintomas. Esse componente de dormência ou de dor, frequentemente, acorda o paciente à noite. A gente acredita que isso acontece porque o braço fica sem mexer durante a noite e ao ficar parado, essa região por onde o nervo passa, aumenta a compressão temporariamente.  Outro detalhe é a predominância dos sintomas no polegar, indicador e dedo médio e palma da mão, associados ou não a alteração de força (quando o a compreensão é muito grave). E quando a gente tem uma clínica assim tão rica, tão definidora, já temos um direcionamento para a investigação. Para diferenciar essas condições que produzem dor e alterações de sensibilidade, a eletroneuromiografia é um exame de fundamental importância. Saiba mais sobre a Síndrome do Túnel do Carpo e a eletroneuromiografia, lendo nossos artigos: Síndrome do Túnel do Carpo: Formigamento, Fraqueza e Dor nas Mãos Eletroneuro: Entenda o Exame dos Nervos Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
02:56
September 09, 2022
Cirurgia de Parkinson - Indicações da Cirurgia - Quem Pode e Quem não Pode Fazer
Além do tremor, quais são as indicações do tratamento cirúrgico? Quem Pode e Quem não Pode Fazer a Cirurgia de Parkinson?  Geralmente, a cirurgia de Parkinson vai trazer benefícios para pacientes com muito tremor (quando o tremor não responde adequadamente aos medicamentos), efeito curto da medicação e aqueles que apresentam discinesias, os movimentos involuntários. Neste podcast, Dr Diego de Castro explica sobre estas indicações da cirurgia de Parkinson. Efeito Curto da Medicação Para certos pacientes, a doença vai progredindo ao longo do tempo, esses sintomas de lentidão, tremor e rigidez vão piorando até que chega um ponto que, muitas vezes, as medicações sozinhas não são suficientes para gerar uma resposta clínica adequada.   Com isso, o paciente toma o remédio certo e o efeito do remédio fica curto (dura três horas, duas horas, uma hora e meia). Então esse paciente cujos sintomas não estão melhorando, não estão tendo a resposta adequada com medicamento, devem considerar a terapia com cirurgia de estimulação cerebral profunda.  Nossa experiência no Hospital das Clínicas são pacientes que chegam a tomar remédio sete a nove vezes por dia. Esse é um desafio. E apenas trinta por cento dos pacientes consegue tomar as medicações na hora certa.  Presença de Discinesias Alguns pacientes enfrentam uma complicação da medicação para Parkinson (a levodopa, a popular Prolopa), ao longo do tempo, um movimento involuntário, que  nós chamamos de discinesia.  Este é um movimento de torção que geralmente acontece 30 minutos a uma hora e meia após a medicação. E esses pacientes que apresentam discinesia, chega uma hora que precisa realmente do procedimento cirúrgico. A cirurgia diminui a presença desses movimentos involuntários.  Quem não Pode Operar Os pacientes com menos de 5 anos de doença de Parkinson não são candidatos a cirurgia, só indicamos operar aqueles pacientes a partir de cinco anos de doença de Parkinson, antes disso, a cirurgia não traz benefício. Saiba mais sobre a cirurgia de Parkinson, lendo nossos artigos: Levodopa - Por que é Utilizada no Tratamento de Parkinson? Tratamento com Cirurgia para Doença de Parkinson - Estimulação Cerebral Profunda Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
04:50
September 07, 2022
Enxaqueca Causas - O que Pode Causar uma Crise de Enxaqueca? | Dr Diego de Castro Neurologista
O cérebro de um paciente que tem enxaqueca é um cérebro especial, é um cérebro hiperexcitável, que dispara estímulos dolorosos diante de uma série de estímulos físicos externos ou internos, entre eles as alterações hormonais. Neste podcast, Dr Diego de Castro explica sobre as causas da enxaqueca e como funciona o cérebro de um paciente com enxaqueca. Causas da Enxaqueca A enxaqueca acontece porque o neurônio desse paciente é hiperexcitável. Todas as nossas células nervosas se comunicam por meio de estímulos elétricos. E, no paciente que tem enxaqueca, esses estímulos elétricos disparam com muito mais facilidade, diante de estímulos que, em um cérebro normal, não seriam ativados.  É como se o cérebro do paciente com enxaqueca captasse o estímulo normal, esse estímulo hiper ativa o cérebro e leva à formação de um sinal doloroso. Por exemplo, quando o cérebro de um paciente com enxaqueca é submetido a muita luz, esses neurônios começam a disparar com muito mais facilidade gerando um estímulo doloroso.   Por esse motivo, quem tem enxaqueca começa a reconhecer que alguns estímulos deflagram um quadro de dor.  Diferença das Causas da Enxaqueca e das Outras Dores de Cabeça E essa é diferença das outras dores de cabeça (dor de cabeça do tipo tensional e uma outra mais rara que é denominada em salvas): essas outras dores de cabeça não tem esses fenômenos de hiperestimulação. A enxaqueca pode ser deflagrada diante de estímulos do ambiente externo ou do ambiente interno (do próprio organismo).  Isso é importante porque toda vez que o paciente tem dor de cabeça na sua fase inicial, pode conseguir identificar isso que se chama trigger (é o que dispara a dor), a luz, o barulho, o cheiro forte ou mesmo outros fatores que às vezes as pessoas ignoram: o stress, a alimentação, o sono, esse fatores são os principais desencadeantes da dor de cabeça.  O Fator Hormonal como Gatilho da Enxaqueca No meio desse campo existe o fator hormonal, na mulher existe a presença dos hormônios relacionados a ovulação (o estrogênio e a progesterona). Esses hormônios variam ao longo do ciclo, ao longo do mês, e isso é capaz de alterar a excitabilidade dos neurônios.  Por esse motivo, as mulheres têm mais dor de cabeça em determinadas fases, em determinadas épocas do mês. E a mulher que consegue marcar direitinho quando ela está para menstruar, no primeiro dia da menstruação, consegue prever uma crise de enxaqueca.  Saiba mais sobre a enxaqueca, lendo nossos artigos: Causas da Enxaqueca O que Causa Enxaqueca Crônica? Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
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September 05, 2022
Diagnóstico do Parkinson Precoce - O que Considerar ao Diagnosticar o Parkinson Precoce
O Diagnóstico do Parkinson Precoce, da doença de Parkinson nesse universo dos pacientes mais jovens, precisa ser um pouco mais amplo.  Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra. Laura Silveira Moriyama explicam sobre o Diagnóstico do Parkinson Precoce e os fatores aos quais devemos nos atentar. Diagnóstico do Parkinson Precoce Quando um paciente com suspeita de Parkinson é muito jovem, a gente, como neurologista, em primeiro lugar, precisa procurar uma causa, além do Parkinson, por exemplo um tumor ou alguma outra causa. É interessante realizar uma tomografia, pelo menos, ou uma ressonância para estudar melhor o tecido cerebral e ver se ele tem alguma alteração que justifique os sintomas. E, quando estamos avaliando sintomas de parkinsonismo abaixo dos 21 ou até um pouquinho a mais, pedir diversos exames para descartar outras causas, já no começo da investigação.  Um detalhe do diagnóstico é que ainda existe uma limitação dos exames que nós temos atualmente, fazendo com que todos os exames venham com o resultado normal. Por exemplo, fazer uma ressonância e não vir nada, para nós é o esperado porque a alteração que caracteriza o Parkinson é uma perda de um grupo de neurônios especiais que está situado numa região chamada substância negra que produz a dopamina. Essa perda de neurônios é tão tão pequena que o nosso método diagnóstico atual não é capaz de chegar lá, fotografar e identificar que realmente tem uma perda.  Então, existe atualmente um esforço muito grande da gente conseguir desenvolver, melhorar o nosso método de diagnóstico por imagem. Esse talvez seja um tema que a gente vai crescer nos próximos 3 a 5 anos: melhorar a ressonância para conseguir visualizar a estrutura e avaliar a função.  Assim, a expertise clínica no presente momento que a gente está tentando identificar a lentidão, a rigidez e caracterizar o tremor, ainda é o coração do diagnóstico de doença de Parkinson, principalmente nessa faixa etária de 20 a 40 anos. Saiba mais sobre o Diagnóstico do Parkinson Precoce, lendo nossos artigos: Parkinson em Jovens | Doença de Parkinson Juvenil | Parkinson Precoce Diagnóstico da Doença de Parkinson Gostou deste podcast? Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
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September 02, 2022
Melatonina - Como a Melatonina e Sono de Qualidade Ajudam a Saúde Hormonal | Dr Diego de Castro
Os ciclos do sono também estão associados a uma série de parâmetros hormonais. Existe uma série de processos fisiológicos e hormonais relacionados ao sono. A melatonina, por exemplo, é o principal deles, um hormônio que todos nós temos capacidade de produzir e e funciona como mediador do ciclo circadiano. Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Letícia Soster explicam sobre a melatonina e a importância de um sono de qualidade para uma boa saúde hormonal. A Melatonina A produção de melatonina começa no olho, na captação da luz, então ela é processada em diversas estruturas cerebrais, até chegar a uma glândula chamada de pineal para ser liberada. E essa captação luminosa é o que sinaliza ao cérebro se é dia ou noite.  Ou seja, a melatonina é a nossa vedete da ciclicidade circadiana, o ciclo de 24 horas, apesar de também sofrer influência do horário, temperatura e exposição à luz. Outros Hormônios do Sono Entre os outros hormônios do sono, podemos falar sobre o antagonista da melatonina: o cortisol, aquele hormônio do estresse, liberado de dia, que  é liberado durante o dia para nos manter acordados.  Durante a noite, há uma liberação de:  - Hormônios que controlam o açúcar no sangue: grelina, leptina, insulina - Peptídeo natriurético atrial, que ajuda na regulação da pressão arterial - GH, o hormônio do crescimento.  Importância do Sono para a Saúde Hormonal Preservar a saúde do sono é preservar também a saúde hormonal. Tem muita gente, por exemplo, que trabalha em turnos e começa a ter problemas da tireoide, mas quando começa a dormir relativamente bem, pelo menos com uma sequência, sempre no mesmo horário, começa a melhorar o perfil hormonal.  É importante prestar atenção na exposição à luz que a gente se submete durante o dia e a noite, pois ela ajuda a regular ou desregular nossa função do sono. Além disso, o stress, a descarga adrenérgica liberada em episódios de ansiedade, também atua modulando nosso sistema hormonal e alterando o nosso ciclo de noite e dia e, por conseguinte, também o sono. Saiba mais sobre a melatonina e outros hormônios do sono. Leia nossos artigos: Melatonina - Efeitos, Indicações e Cuidados Conheça a Estrutura do Sono e sua Importância Gostou deste podcast? Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
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August 31, 2022
Quem Tem Parkinson Pode Andar de Bicicleta? | Benefícios da Bicicleta para Pessoas com Parkinson
Uma das perguntas muito interessantes que recebemos é sobre os benefícios da bicicleta para pessoas com Parkinson.  Neste podcast, Dr Diego de Castro e a Fisioterapeuta Erica Tardelli explicam como a bicicleta, esse exercício aeróbico, é importante para melhorar a capacidade física, prevenir doenças cardiovasculares e a saúde geral, especificamente para pessoas com Parkinson.  Benefícios da Bicicleta para Pessoas com Parkinson  Sobre o exercício aeróbico, tem uma uma revisão recente mostrando que o exercício físico aeróbico, como a bicicleta, tem bons efeitos inclusive na diminuição de escores da escala da UPDRS, que são os exames que o seu médico faz lá na consulta neurológica, mostrando uma melhora motora, não só pensando em plasticidade neural, mas também em deixar o cérebro mais responsivo na questão cognitiva.  Mas esteira, bicicleta, natação, o que você fizer que aumente a sua frequência cardíaca vai ajudar. O ideal é que o seu fisioterapeuta ou educador físico especializado em doença de Parkinson faça aquela fórmula para saber a frequência cardíaca que você tem que chegar.  Como Saber se o Paciente Pode Andar de Bicicleta  Eu também sou apaixonado por essa questão da bicicleta. Pessoal, o programa cerebral para gente andar de bicicleta é diferente do que a gente usa para andar e correr. Tem pacientes que andam de bicicleta, principalmente os pacientes com Parkinson mais jovens, que andavam bem de bicicleta antes do diagnóstico. Ele pode estar todo travado, sobe na bicicleta e vai embora numa boa.  Mas isso não quer dizer que funciona para todo mundo, mas isso pode acontecer, cada paciente evolui de uma maneira. Então, se você andava de bicicleta antes, é acostumado a andar, fica bem na bicicleta, é uma atividade que te traz um bem-estar físico, você pode continuar. Mas andar de bicicleta, na rua, depende muito da fase da doença e das condições individuais do paciente.  Uma uma pessoa com 60 anos, parada, não anda de bicicleta há 20 anos, tem Parkinson há 10 anos, não é uma boa ideia, ainda mais na rua. Agora, um paciente com Parkinson, mais jovem, com 40 anos, cinco anos de doença, que andava de bicicleta a vida toda e fica bem na bicicleta, isso vai trazer uma qualidade de vida muito grande. Então não dá para gente generalizar, tem que ser realmente muito individualizado. A gente precisa calcular o risco e o benefício.  Escolhendo a Atividade Física Ideal  E da mesma forma que falamos do pilates ou de qualquer outra modalidade que você escolher: "o que você quer melhorar?" E é isso que você vai discutir com o seu neurologista, com seu fisioterapeuta. Além disso, o que precisamos focar é o seguinte: começar! Porque comparar qualquer atividade com nada, a atividade é melhor. Qualquer que ela seja, é melhor fazer uma atividade física do que não fazer nada.  Saiba mais sobre a prática de atividades físicas na doença de Parkinson, lendo nosso artigo.
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August 26, 2022
Dormência na Mão - Qual a Principal Causa de Dormência na Mão? | Dr Diego de Castro Neurologista
Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dr Mateus Boaventura explicam sobre a principal causa de dormência na mão: a síndrome do túnel do carpo.  Causas de Dormência na Mão Dentro das causas neurológicas de dormência e formigamento nas mãos, podemos citar as causas do sistema nervoso central e do sistema nervoso periférico.  A sensibilidade da mão tem basicamente um grupo de nervos que vão correr, como uma fiação elétrica, até a medula (conexão periférica) e da medula até o cérebro (conexão central). E a causa mais comum é na conexão periférica. A Síndrome do Túnel do Carpo O problema que os pacientes mais queixam, vai acontecer principalmente na região do primeiro e segundo dedo, mais à noite, e está relacionada com algumas atividades que geram compressão no chamado nervo mediano, que passa numa região da mão chamada túnel do carpo.  Ele é responsável pela inervação sensitiva desses dedos e por passar ali no túnel do carpo, esse problema leva o nome de síndrome do túnel do carpo. Essa seria a principal causa.  Seus sintomas podem ser desde mais leves até mais graves. Nos casos mais leves, vão ser sintomas mais sensitivos, apenas uma dormência, formigamento, um incômodo que pode ser chamado de dor ou choque, cada paciente vai dizer como experimenta. E nos casos mais graves, pode haver um comprometimento motor de algumas estruturas que são inervadas também pelo nervo mediano e algumas funções da mão. Saiba mais sobre a dormência na mão, lendo nossos artigos: O que Pode Causar Dormência nas Mãos? Diagnóstico e Tratamento da Dormência nas Mãos Neuropatia Ulnar - Sintomas e Causas Síndrome do Túnel do Carpo: Formigamento, Fraqueza e Dor nas Mãos Gostou deste podcast? Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/ Síndrome do Túnel do Carpo Dormência na Mão Principal Causa de Dormência na Mão Neurologia Neurologista Dr Diego de Castro
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August 24, 2022
Cirurgia para Parkinson - Por que a Cirurgia para Parkinson é Feita com o Paciente Acordado?
A Cirurgia para Parkinson é uma cirurgia bem diferente, pois o paciente fica acordado durante o procedimento. Usamos uma sedação muito leve, é feito anestesia no local onde vão ser feito os cortes e também o paciente fica com analgesia pela veia.  E durante o procedimento, realizamos estímulos com eletrodos dentro do cérebro, no local que a gente quer colocar o eletrodo definitivo.  O ideal é que fique um neurologista examinando esse paciente, de preferência o neurologista que já cuida do paciente e tem experiência na rigidez e tremor que o paciente apresenta,  enquanto o neurocirurgião passa as cânulas que são necessárias para poder fazer o estímulo.  Esse ponto da cirurgia, em que o paciente fica acordado, às vezes, traz muita ansiedade para o paciente, que pensa assim: "meu Deus, como que vão abrir minha cabeça comigo acordado?" Mas o benefício de estar acordado é justamente a gente ter certeza de que é capaz de chegar no alvo e conseguir observar o resultado, principalmente em relação ao tremor, que é praticamente imediato.  É lógico que a gente vai oferecer uma analgesia bem feita, vamos dar medicamento para dor, uma anestesia local, para que ninguém sinta a dor no procedimento. Mas a primeira parte da cirurgia, essa parte de colocar o eletrodo bem no alvo, é feita acordado e é muito importante que a pessoa saiba disso, para chegar lá e não tomar um susto.  Algo muito interessante, é que todo mundo quer colaborar, mas às vezes, realmente a emoção de estar operando, de querer ver um resultado, é difícil para os pacientes. E quem sofre com Parkinson, naturalmente, pode ter um pouco mais de ansiedade (50% dos pacientes com Parkinson tem transtorno de ansiedade) e diante de uma emoção tão grande, podem ficar ainda mais ansiosos.  Então o que a gente pode é explicar tudo que vai acontecer, o passo a passo da cirurgia, para evitar surpresa. Quanto menos surpresa, o paciente fica muito mais colaborativo.  E o neurologista que trabalha com distúrbios do movimento, consegue fazer esse acompanhamento completo. Assim, o paciente tem a segurança de saber que o seu médico vai conduzir desde o início, vai dar essa possibilidade de poder indicar, dialogar com o neurocirurgião na cirurgia e depois programar o sistema. Isso dá confiança ao paciente. Isso é muito importante, pois o tratamento do Parkinson não é uma corrida de 100 metros, a gente está falando de uma maratona. Tratar paciente com Parkinson, indicar uma cirurgia, é um processo.  Acompanhar esse paciente durante o procedimento cirúrgico dá a segurança de saber que o eletrodo, o chip, ele está realmente no lugar adequado. E isso, durante a programação, faz toda a diferença! Saiba mais sobre a cirurgia para Parkinson, lendo nossos artigos: Tratamento com Cirurgia para Doença de Parkinson Tratamento da Doença de Parkinson Neuromodulação - Conheça as Técnicas e as Indicações
04:41
August 22, 2022
Dor de Cabeça - Enxaqueca por Abuso de Analgésicos | Dr Diego de Castro Neurologista
Tem pacientes que entram em ciclo de dor de cabeça diário. E quando eles vão observar, estão fazendo uso de diversos tipos de analgésicos com muita frequência.  Por esse motivo, a pessoa começa a desenvolver uma mudança no padrão de dor de cabeça e começa a ficar mais perdida ainda.  Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Simone Amorim explicam sobre a Enxaqueca por Abuso de Analgésicos e como podemos quebrar este ciclo. Enxaqueca por Abuso de Analgésicos É muito importante que o paciente saiba a importância de vigiar o quanto de analgésicos que está utilizando. E se estiver utilizando analgésico mais do que 10 a 15 dias por mês, é um sinal de alerta de que a dor de cabeça está realmente descontrolada. Essa pessoa precisa de ajuda porque está desenvolvendo  uma complicação da enxaqueca, o que a gente chama de Enxaqueca Crônica, e junto com isso, está desenvolvendo um abuso de analgésicos.  Então, o que a gente queria mostrar para vocês é que quando a dor de cabeça vai se tornando quase diária, nós precisamos ter a percepção de que a dor de cabeça está se tornando crônica e precisamos de um tratamento preventivo.  Saiba mais sobre a enxaqueca, lendo nossos artigos: Causas da Enxaqueca O que Causa Enxaqueca Crônica? Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
05:59
August 19, 2022
Parkinson - Quando Vale a Pena Fazer um Teste Genético para a Doença de Parkinson?
Como ainda estamos descobrindo os genes associados à doença de Parkinson, é importante considerar alguns fatores antes de realizar testes genéticos para a doença de Parkinson. Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra. Laura Silveira Moriyama explicam sobre quando vale a pena realizar um teste genético para Parkinson e quais fatores considerar para tomar esta decisão.  Teste Genético para a Doença de Parkinson É importante considerar que os testes genéticos não substituem o diagnóstico de Parkinson. Antes de fazer um teste genético, consulte um conselheiro genético, para conseguir interpretar os resultados, sem que isso prejudique suas perspectivas.  A maioria dos testes genéticos verifica um número limitado de mutações genéticas associadas ao Parkinson. Isso quer dizer que os testes atuais ainda não são muito abrangentes, já que o conhecimento das causas genéticas da doença de Parkinson começou a evoluir há cerca de 20 anos. Considere também que, mesmo que você ou um teste de um ente querido seja positivo para um gene de Parkinson, isso não significa que nenhum de vocês irá desenvolver a doença. Ter uma mutação genética significa apenas que você pode estar em maior risco. Fatores ambientais e escolhas de estilo de vida ajudarão a determinar se alguém terá Parkinson. Leia nossos artigos, para saber mais sobre os fatores genéticos associados à doença de Parkinson: Parkinson é Genético? Parkinson em Jovens | Doença de Parkinson Juvenil | Parkinson Precoce Causas da Doença de Parkinson Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
06:23
August 17, 2022
O que é Sono? O que Acontece Durante o Sono? | Dr Diego de Castro Neurologista
Todos temos pelo menos uma vaga noção do que é sono, mas isso não significa que definir essa parte misteriosa de nossas vidas seja simples.  Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Leticia Soster explicam sobre o que é sono e o que acontece em nosso organismo durante este momento do dia. O que é Sono? O sono é uma parte importante da rotina diária de todos os indivíduos. Até mesmo no útero, a partir do momento em que a rede neural começa a se desenvolver, o feto já precisa dormir. Dormir é  importante para uma série de funções cerebrais, incluindo como as células nervosas se comunicam entre si. Na verdade, seu cérebro e seu corpo permanecem ativos enquanto você dorme.  O que Acontece Durante o Sono? Embora uma pessoa dormindo possa parecer inativa, algumas funções do cérebro e do corpo são na verdade mais ativas durante o sono do que quando estamos acordados Precisamos de vários tipos e profundidades de sono em diferentes quantidades e em diferentes momentos ao longo da noite. E essas mudanças em profundidade estão relacionadas a padrões característicos de ondas cerebrais e outras funções fisiológicas. Durante todo o tempo dormindo, o cérebro percorre repetidamente um ciclo composto por quatro estágios de sono. A cada ciclo, passamos menos tempo nos estágios mais profundos e mais tempo no estágio de sono REM, que vamos explicar melhor em outros vídeos. Aprofunde seus conhecimentos sobre o sono, lendo nossos artigos: Conheça a Estrutura do Sono e sua Importância Dificuldade de Dormir? - Conheça os Principais Distúrbios do Sono Melatonina - Efeitos, Indicações e Cuidados Gostou deste podcast? Inscreva-se em nosso canal e ative as notificações para receber em primeira mão todo nosso conteúdo sobre Neurologia, Doenças Neurológicas e seus Tratamentos. Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
06:15
August 15, 2022
Parkinson - Como Tratar a a Perda de Equilíbrio na Doença de Parkinson
Um dos aspectos que chama muito a atenção dos pacientes e familiares é a Perda de Equilíbrio na Doença de Parkinson. Infelizmente, a terapia medicamentosa não tem muito efeito sobre essas alterações, mas existem outras estratégias que podemos utilizar para postergar a chegada dessa fase na doença. Neste vídeo, Dr Diego de Castro e a fisioterapeuta Érica Tardelli explicam sobre o que causa a Perda de Equilíbrio na Doença de Parkinson e o que podemos fazer para tratar este sintoma. Perda de Equilíbrio na Doença de Parkinson Conforme passam os anos, a morte de neurônios na doença de Parkinson progride, e com cerca de 8 a 10 anos de doença, o paciente começa a apresentar problemas de equilíbrio. A perda de equilíbrio em pacientes com Parkinson acontece devido à perda neuronal na região cerebral chamada nucleo pedunculopontino, que produz o neurotransmissor acetilcolina. E, por este motivo, as alterações de equilíbrio não respondem à terapia medicamentosa que utilizamos na doença de Parkinson. Nós reforçamos tanto a recomendação de procurar um fisioterapeuta logo nas fases iniciais da doença de Parkinson, para que a prática ajude a postergar o máximo possível essas alterações de equilíbrio. Muitas vezes, quando o paciente procura a fisioterapia nos estágios mais avançados, já pode ter perdas significativas que dificultam seguir a demanda das práticas e aí há muito pouco a se realizar para retardar o avanço da doença. Benefícios do Tango Em 2012 foi realizado um estudo muito importante sobre os benefícios do Tango como prática de atividade física para pessoas com Parkinson. Como esta dança tem um ritmo muito marcado, ela pode ser efetiva para ajudar a destravar o freezing, assim como para melhorar o equilíbrio dos pacientes. É possível utilizar muitas estratégias de tratamento para o Parkinson, além do remédio. Procure conversar com seu médico e com seu fisioterapeuta sobre práticas prazerosas que podem ajudar em seu tratamento. Saiba mais sobre a doença de Parkinson, lendo nossos artigos:   Neurologista Especialista em Parkinson Exercícios Físicos na Doença de Parkinson - Saiba Mais!
04:08
August 12, 2022
Cirurgia de Parkinson - Como é o Planejamento da Cirurgia para Parkinson | Dr Diego de Castro
A estimulação cerebral profunda (DBS) é um tratamento eficaz para melhorar os sintomas motores da doença de Parkinson entre pacientes bem selecionados, desde que o Planejamento da Cirurgia para Parkinson seja realizado com muito cuidado.   Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Catarina Couras explicam sobre o Planejamento da Cirurgia para Parkinson e a escolha do alvo para a implantação do eletrodo.   Planejamento da Cirurgia para Parkinson   Segundo artigo publicado na Frontiers in Neurology, várias regiões anatômicas foram alvo da estimulação cerebral profunda (DBS), com base na experiência prévia em neurocirurgia. O núcleo subtalâmico e o globus pallidus interno são os alvos cirúrgicos mais comuns entre pacientes com Doença de Parkinson e têm efeitos benéficos nos sintomas motores.    Estas regiões são muito pequenas. Assim, para ter uma maior precisão ao estimular estes alvos, o Planejamento Estereotáxico é fundamental.    Uma das etapas do planejamento consiste na realização de ressonância magnética pré operatória e combinação destas imagens com as obtidas em tomografia computadorizada realizada com o arco estereotáxico.   É importante salientar que o planejamento da cirurgia para Parkinson é extremamente individualizado, levando em consideração as características individuais do paciente, seus objetivos com o tratamento e o estágio da doença.   Saiba mais sobre a cirurgia para Parkinson, lendo nossos artigos:   Tratamento da Doença de Parkinson   Tratamento com Cirurgia para Doença de Parkinson - Estimulação Cerebral Profunda 
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August 10, 2022
Mãos Formigando - Qual nervo causa Formigamento nas Mãos?
Mãos Formigando - Qual nervo causa Formigamento nas Mãos?   Você conhece alguém que sempre reclama das mãos formigando?   Para compreender a causa para a dormência nas mãos, é importante conhecer os detalhes dos nervos responsáveis pela inervação da mão.   Neste vídeo, Dr Diego de Castro Neurologista explica sobre quais os principais nervos responsáveis pela sensação de mão formigando e a importância de explicar para seu médico, com detalhes, os sintomas de dormência nas mãos para um diagnóstico adequado.   A nossa mão tem uma estrutura muito nobre, sua representação no cérebro é bem importante, com nervos bem espessos que saem da coluna cervical, percorrendo o braço, para inervar os músculos dos dedos.   No corpo humano, temos 3 grandes nervos responsáveis pelo sintoma de mãos formigando:   - Nervo Mediano - que passa na palma da mão e inerva o polegar, o indicador e o dedo médio  - Nervo Ulnar - que passa ao lado do osso ulnar responsável pelo dedo anelar e o "dedo mindinho"  - Nervo Radial - que passa pela região de trás da mão inervando todos os dedos   Ao procurar seu médico com sintoma de formigamento nas mãos quanto mais específica for a descrição dos sintomas, mais fácil é para identificar qual nervo está acometido e causando a dormência na mão. Assim, seja específico em explicar onde predomina a dormência e onde o formigamento começa.  Quando é muito difícil explicar o local onde as mãos estão formigando podemos considerar uma causa relacionada diretamente ao cérebro, ao invés de causas relacionadas aos nervos das mãos.   A causa mais comum de mãos formigando é a lesão do nervo mediano no punho. Esta condição é denominada síndrome do túnel do carpo. Na Síndrome do Túnel do Carpo as mãos ficam dormentes principalmente a noite e podem ser acompanhadas por dor, formigamento principalmente no polegar, indicador e dedo médio.   Saiba mais sobre a dormência nas mãos, lendo nossos artigos:   O que Pode Causar Dormência nas Mãos?  Neuropatia Ulnar - Sintomas e Causas  Diagnóstico e Tratamento da Neuropatia Ulnar 
03:31
August 08, 2022
Aura Enxaqueca - Enxaqueca com Aura é Perigoso?
Aura Enxaqueca - Enxaqueca com Aura é Perigoso?    A Aura da Enxaqueca é um fenômeno que está presente em cerca de 20 a 25% dos pacientes que apresentam enxaqueca.   Muitas vezes descrito como um "sinal de alerta", o estágio da aura da enxaqueca consiste em uma série de distúrbios sensoriais que acontecem pouco antes da crise de dor da enxaqueca.   Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Simone Amorim explicam sobre os sintomas da aura e se enxaqueca com aura é perigoso.   O que é Aura da Enxaqueca?   A aura geralmente dura 05 a 60 minutos e pode incluir muitos sintomas como:   Pontos cegos  Linhas em zigue-zague que flutuam pelo campo de visão  Pontos cintilantes  Perda da visão  Faíscas ou flashes de luz  Formigamento em um lado do corpo Fraqueza muscular  Incapacidade de falar com clareza Vertigem  Desequilíbrio  Visão dupla   Ter aura com enxaqueca é perigoso quando a duração da aura é maior que 60 minutos ou na primeira vez que ocorre o evento. Nessas situações, o paciente deve procurar imediatamente um pronto-socorro para uma avaliação neurológica.   A maioria dos pacientes que tem aura apresentam melhora espontânea da aura que é seguido pelo evento de dor de cabeça. Alguns pacientes podem apresentar a aura sem a enxaqueca.   Pesquisas estão sendo realizadas para entender o motivo pelo qual algumas pessoas têm aura e outras não, o que pode nos ajudar no desenvolvimento de tratamentos específicos para prevenir a aura.   Saiba mais sobre a aura da enxaqueca, lendo nossos artigos:   Enxaqueca com Aura  Enxaqueca - Sintomas e Causas  
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August 05, 2022
Parkinson Precoce - Quando Começar a Levodopa no Parkinson Precoce? | Dr Diego de Castro
Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Laura Moriyama explicam sobre a discinesia no Parkinson precoce e quando começar a levodopa para tratamento destes pacientes, a fim de evitar os movimentos involuntários, efeitos adversos que acontecem quando utilizamos altas doses deste medicamento.   Quando a doença de Parkinson começa por volta dos 40 anos de idade, ela evolui de forma muito parecida que nos pacientes com mais idade. Mas há um detalhe relevante neste grupo de pacientes: a Discinesia.   A levodopa é um medicamento que repõe a dopamina que está em falta nos pacientes com Parkinson. Porém, em doses elevadas, este medicamento pode causar movimentos involuntários, o que é chamado discinesia.   O que é Discinesia  A discinesia é um sintoma que limita muito a vida do paciente, especialmente em quadros que ela prolonga-se por muito tempo. Muitos cuidadores também podem acabar ficando assustados com os movimentos involuntários, principalmente com o receio do paciente cair ou estar sentindo dor.   Discinesia no Parkinson Precoce   Pessoas com Parkinson Precoce têm maior possibilidade de desenvolver discinesia precocemente, pois vão conviver com a doença de Parkinson por mais anos e tomar a levodopa por mais tempo.   Por este motivo, por muito tempo, um pensamento se difundiu na comunidade médica de que a terapia poupadora de levodopa seria mais interessante para tratar casos de Parkinson precoce.   Mas esses pacientes tinham um prejuízo motor muito importante, ficando impossibilitados de sair de casa, trabalhar, divertir-se e levar uma vida normal.   Quando Começar a Levodopa no Parkinson Precoce   Atualmente, já temos a compreensão de que a levodopa pode ser iniciada já nos primeiros momentos do tratamento, inclusive para pacientes com Parkinson precoce. O cuidado, neste caso, é iniciar com doses mais baixas, que serão aumentadas gradualmente, conforme necessário.  Quando for necessário o uso de doses mais altas e houver um maior risco do paciente desenvolver discinesia, podemos entrar com outras medicações, ou mesmo avaliar a possibilidade da cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda, já que estes pacientes respondem muito bem ao procedimento.   Saiba mais sobre a doença de Parkinson precoce, lendo nosso artigo:  Parkinson é Genético? Parkinson em Jovens | Parkinson Precoce Gostou deste podcast? Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
04:50
August 03, 2022
Freezing no Parkinson - Como Sair do Freezing do Parkinson? (Congelamento de Marcha)
O funcionamento cerebral é realmente incrível! Existem estratégias em que o ritmo ajuda o paciente a Sair do Freezing do Parkinson.   Neste podcast, Dr Diego de Castro e a Fisioterapeuta Érica Tardeli explicam como a técnica "dual task" ajuda pessoas com Parkinson a sair do congelamento de marcha.   Como Sair do Freezing do Parkinson   Apesar do paciente com Parkinson evoluir com sintomas de lentidão e congelamento de marcha, o cérebro utiliza redes de neurônios diferentes para realizar tarefas diferentes.   Se o paciente com Parkinson prestar atenção em uma música, marcar o ritmo e tentar acompanhar com os passos, ele pode sair do congelamento de marcha.   Práticas de fisioterapia que mesclam atividades complexas ajudam a treinar o paciente para desenvolver um componente atencional que o permita caminhar e utilizar estímulos diferentes que podem destravar o congelamento de marcha.   Prestar atenção a um estímulo auditivo ou mesmo visual enquanto caminha pode ter uma maior dificuldade. Mas o treino motor e cognitivo é fundamental para chegar a esta etapa do seu tratamento.   Esta é apenas uma das estratégias que podemos utilizar no tratamento do Parkinson, além do uso de medicamentos. Em nossos artigos, saiba mais sobre o tratamento da doença de Parkinson: Exercícios Físicos na Doença de Parkinson - Saiba Mais! Tratamento da Doença de Parkinson  Gostou deste podcast? Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
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August 01, 2022
Parkinson é Hereditário? - Entenda os casos hereditários de Doença de Parkinson
Parkinson é Hereditário? - Entenda os casos hereditários da Doença de Parkinson   A dúvida se a doença de Parkinson é Hereditária é muito comum. Existem formas de Parkinson determinadas por mutações genéticas e nesses casos a doença de Parkinson pode ser hereditária. No entanto, esta não é uma regra.   A maioria dos casos de Parkinson se inicia após os 50 anos e tem uma causa complexa, associada a múltiplos fatores ambientais e individuais, mas não são formas de Parkinson hereditária.    Em nossa prática clínica, tanto em familiares de nossos pacientes com a doença de Parkinson (que gostariam de saber das possibilidades de herdar a doença e formas de prevenir seu aparecimento), quanto em pacientes que têm o receio de transmitir a doença a seus filhos.   Ao longo dos anos, cientistas estudaram o DNA de pessoas com Parkinson e descobriram dezenas de mutações genéticas ligadas à doença. Esses genes estão sendo estudados para identificarmos qual é o papel que eles desempenham no desenvolvimento de Parkinson.   Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Laura Silveira Moriyama explicam sobre as causas genéticas da Doença de Parkinson e as situações em que o Parkinson é hereditário.   Saiba mais sobre este assunto, lendo nossos artigos:   Parkinson é Genético?   Parkinson em Jovens | Parkinson Precoce 
04:38
July 29, 2022
DBS - Estimulação Cerebral Profunda - Como é Feita a Cirurgia para Doença de Parkinson?
Uma dúvida muito frequente dos pacientes é: "Como é Feita a Cirurgia para Doença de Parkinson?". Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dra Catarina Couras explicam sobre a realização deste procedimento.   Como é Feita a Cirurgia para Doença de Parkinson?   De acordo com a Cleveland Clinic, a atual técnica de escolha é a Estimulação Cerebral Profunda (DBS).    A cirurgia compreende no implante de um eletrodo para estimular regiões específicas do cérebro. O eletrodo é conectado a um neuroestimulador que produz impulsos elétricos, modulando a atividade cerebral.  A energia do eletrodo é proveniente de uma bateria colocada sob a pele abaixo da clavícula do paciente (como um marca-passo).   A cirurgia para Doença de Parkinson é planejada minuciosamente por meio de ressonância magnética combinada a uma técnica especial denominada neuronavegação.   Durante a cirurgia, um neurofisiologista registra a atividade das células cerebrais melhorando o grau de precisão e segurança da cirurgia. Essa etapa é realizada na maioria das vezes com o paciente acordado, o que permite verificar resultados imediatos.   Em um segundo momento da cirurgia (com completa sedação) é realizado o implante da bateria geradora de impulsos.   Saiba mais sobre a cirurgia para doença de Parkinson, lendo nossos artigos:   Tratamento com Cirurgia para Doença de Parkinson - Estimulação Cerebral Profunda   Tratamento da Doença de Parkinson   Gostou deste podcast? Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais: Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/ Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
04:57
July 27, 2022
Fisioterapia para Parkinson em Estágio Intermediário
Geralmente por volta dos 5 anos de doença, começa a fase intermediária da doença de Parkinson. Neste momento, o paciente pode começar a apresentar o fenômeno de OFF e também episódios de freezing ou congelamento de marcha.  Esses fatores também podem prejudicar o equilíbrio do paciente.  Se neste momento, o paciente ainda não iniciou a fisioterapia, é imperativo que a prática seja iniciada o quanto antes.  Nos estágios intermediários, a prática de fisioterapia tenta manter a atividade aeróbica pelo máximo de tempo possível, para manter e otimizar a capacidade cardiorrespiratória enquanto busca prevenir episódios de queda.   Nesta fase, também buscamos incrementar as práticas com tarefas motoras complexas, ou seja, treinos desafiadores para melhorar a capacidade motora e o foco atencional. o que ajuda a reduzir os episódios de freezing. Podemos utilizar como recursos pistas auditivas, geralmente aplicativos de celular que funcionam como um metrônomo.   Como essas práticas necessitam de um foco atencional mais intenso, é tão importante iniciar a fisioterapia em estágios anteriores, especialmente a atividade aeróbica, que já demonstrou ter efeitos protetores nas funções cognitivas e em melhorar as capacidades físicas do paciente.   Saiba mais sobre a fisioterapia para a doença de Parkinson, lendo nosso artigo: Exercícios Físicos na Doença de Parkinson - Saiba Mais! Gostou deste podcast? Acompanhe também nosso conteúdo nas outras redes sociais:   Site: https://drdiegodecastro.com/ Facebook: https://www.facebook.com/drdiegodecastro/ Instagram: https://www.instagram.com/DrDiegodeCastro/ Twitter: https://twitter.com/DNeurologista LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/diego-de-castro-dos-santos-24aa85151/ Pinterest: https://br.pinterest.com/ddecastrodossantos/  Veja também nosso site de Neurologia em VItória: https://especialidades-neurologicas.webnode.com/
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July 25, 2022
Doença de Parkinson - Sintomas do Parkinson Precoce | Dr Diego de Castro Neurologista
Pacientes e familiares se perguntam sobre os Sintomas do Parkinson Precoce, suas semelhanças e diferenças em relação à doença que se inicia em idades mais avançadas. Assim como nos indivíduos mais velhos, os sintomas do Parkinson em jovens incluem: Rigidez Lentidão Tremor Sintomas não motores Problemas do sono Constipação Intestinal Perda do Olfato Hipotensão postural (queda de pressão ao ficar em pé) Segundo a American Parkinson Disease Association, com o maior entendimento da Doença de Parkinson Precoce, observou-se: Presença de mais movimentos involuntários induzidos pelas medicações (discinesias) Presença de contrações musculares dolorosas (distonias) Menor incidência de problemas de memória Menor incidência de problemas de equilíbrio Os casos de Parkinson em jovens são muitas vezes um desafio para médicos, pacientes e familiares. A associação de que a doença é exclusiva dos idosos pode dificultar a procura por um neurologista e o correto diagnóstico. Saiba mais sobre a doença de Parkinson, lendo nossos artigos: Diagnóstico da Doença de Parkinson Sintomas Não Motores da Doença de Parkinson - Depressão, Sono e outros sintomas
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July 22, 2022
Doença de Parkinson - Constipação aos 40 anos Pode Ser Parkinson? | Dr Diego de Castro Neurologista
Muitas pessoas têm a dúvida se Constipação aos 40 anos Pode Ser Parkinson. Realmente, um dos sintomas iniciais da doença é o intestino preso. Mas nem todas as pessoas com constipação aos 40 anos precisam ficar preocupadas com a possibilidade de desenvolver Parkinson. Neste podcast, Dr Diego de Castro e Dr Gustavo Franklin explicam sobre os sintomas não motores que podem aparecer inicialmente na doença de Parkinson e respondem à pergunta: "Constipação aos 40 anos Pode Ser Parkinson". Constipação e Doença de Parkinson  Cerca de 80% dos pacientes com a doença de Parkinson apresentam como primeiro sintoma a constipação, que pode aparecer cerca de 20 anos antes do início dos sintomas motores. Os sintomas não motores (como constipação, distúrbios do sono e distúrbios do humor) podem preceder os sintomas motores (tremor, rigidez e lentidão de movimentos). Mas é importante compreender que o simples fato de ter constipação não é um sinal da doença de Parkinson. Esse sintoma é muito comum na população em geral. Se você apresenta este sintoma, trate-o com as medidas adequadas e apenas fique alerta para o aparecimento de outros sintomas. Quando outros sintomas começam a aparecer, por exemplo os distúrbios do sono, ansiedade e depressão, é importante buscar uma avaliação de um neurologista especializado em distúrbios do movimento. Conheça os outros sintomas não motores da doença de Parkinson. Leia nosso artigo: Sintomas Não Motores da Doença de Parkinson - Depressão, Sono e outros sintomas
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July 20, 2022
Fisioterapia para Doença de Parkinson - Tipo de Fisioterapia para Parkinson em Estágio Inicial
Fisioterapia para Doença de Parkinson - Tipo de Fisioterapia para Parkinson em Estágio Inicial Sabemos que exercícios de todos os tipos são benéficos para pacientes com Parkinson. Mas a Fisioterapia para Parkinson, em particular, é fundamental nas diversas fases da doença. Um profissional especializado em fisioterapia para Parkinson pode guiá-lo através dos movimentos certos para aumentar a mobilidade, força e equilíbrio, e ajudá-lo a permanecer independente desde o estágio inicial do Parkinson Como a Fisioterapia para Parkinson Pode Ajudar Se você é recém-diagnosticado, a fisioterapia para Parkinson pode ajudar a manter seus níveis de condicionamento físico e uma boa postura e equilíbrio à medida que sua condição progride.  Nos estágios iniciais do Parkinson, você pode sentir que sua mobilidade ainda é boa e que você está se exercitando sem problemas. Mas a fisioterapia pode ajudá-lo a manter sua mobilidade e atuar como agente protetor contra o avanço da doença. Melhorando ou Mantendo o Condicionamento Físico Exercício é bom para qualquer pessoa, assim como é bom para as pessoas com Parkinson. Nas fases iniciais, a fisioterapia para Parkinson ou qualquer forma de exercício exerce efeito protetor para o sistema nervoso. Evidências sugerem que uma prática de exercícios em torno de 2,5 horas por semana pode retardar a progressão dos sintomas de Parkinson. A atividade que você faz pode se adequar a suas preferências e sua condição.  Um fisioterapeuta com experiência em Parkinson pode lhe dar apoio sobre o que vai ajudá-lo. Ele pode elaborar um programa de exercícios, orientar sobre esportes que você pode fazer ou uma aula de exercícios que você poderia participar, como yoga ou tai chi.  Além de ajudar com seus sintomas, o exercício pode ajudar com sua saúde geral, aumentando sua circulação e ajudando a prevenir doenças cardíacas e pulmonares. O exercício também pode ajudá-lo a gerenciar o estresse e a fadiga e aumentar seu humor. Pode ajudá-lo a dormir bem também. Quanto mais você puder fazer, mais benefícios você terá. A medida que a doença progride do estágio inicial para fases mais avançadas a fisioterapia para Parkinson é obrigatória. Saiba mais sobre a fisioterapia para a doença de Parkinson, lendo nosso artigo: Exercícios Físicos na Doença de Parkinson - Saiba Mais!
06:28
July 18, 2022
Solidão e Doença de Parkinson - Solidão Pode Piorar o Parkinson
Um estudo publicado no Journal of Parkinson's Disease apontou que a Solidão Pode Piorar o Parkinson. A pandemia da COVID-19 trouxe muitas consequências para todos nós, mas especialmente para as pessoas com Doença de Parkinson (DP). As medidas de distanciamento social resultaram em mudanças no estilo de vida que favorecem o isolamento. E, naturalmente, as pessoas com Parkinson já têm uma predisposição ao isolamento. Os achados do estudo demonstraram como o estresse psicológico do isolamento social, especialmente devido a pandemia da COVID-19, favoreceu o agravamento dos sintomas da doença de Parkinson. Manter-se mentalmente ativo é tão essencial para a saúde cerebral das pessoas com Parkinson, que a Parkinson Foundation recomenda uma interação social positiva frequente, porque a solidão e o isolamento podem exacerbar sintomas cognitivos e motores.  Continue aumentando seus conhecimentos sobre o tratamento da doença de Parkinson, lendo nossos artigos: Neurologista Especialista em Parkinson Tratamento da Doença de Parkinson Tratamento com Cirurgia para Doença de Parkinson - Estimulação Cerebral Profunda Exercícios Físicos na Doença de Parkinson Alimentação e Dieta para Tratamento da Doença de Parkinson
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July 15, 2022
Congelamento de Marcha na Doença de Parkinson - Tratamento com Estimulação Medular
O Congelamento de Marcha pode ser um sintoma comum de Parkinson. As pessoas descrevem como se seus pés pareçam "colados" no chão, de repente. E elas não conseguem caminhar por alguns segundos ou minutos. Este é um grave fator de risco para quedas, que reduz a qualidade de vida e a probabilidade de vida independente. Também chamado de Freezing, o congelamento de marcha pode piorar se você estiver se sentindo ansioso, estressado ou se perder a concentração. O congelamento também é mais provável de acontecer em estágios avançados do Parkinson. Segundo artigo publicado na Frontiers in Neurology, a estimulação da medula espinhal tem sido usada para o tratamento da dor crônica há quase cinco décadas, com alto grau de eficácia e baixa incidência de eventos adversos.  Estudos experimentais estão sendo conduzidos para avaliar a eficácia da estimulação medular como terapia para disfunção motora e de marcha em estados parkinsonianos, em especial o congelamento da marcha.  Neste podcast, Dr Diego de Castro explica sobre os resultados de três estudos que já temos até o momento sobre a estimulação medular como tratamento do congelamento de marcha na doença de Parkinson. Continue aumentando seus conhecimentos sobre o tratamento da doença de Parkinson, lendo nossos artigos: Neurologista Especialista em Parkinson Tratamento da Doença de Parkinson Tratamento com Cirurgia para Doença de Parkinson - Estimulação Cerebral Profunda Exercícios Físicos na Doença de Parkinson Alimentação e Dieta para Tratamento da Doença de Parkinson
03:03
July 13, 2022
Demência na Doença de Parkinson - Quando o paciente com Parkinson está com Demência?
Quem não conhece Parkinson, pode confundir em algum momento com a Demência de Alzheimer. É importante reconhecer que há diferenças entre essas doenças. Mas, segundo a Parkinson's Foundation, alguns pacientes com Parkinson podem desenvolver um quadro que chamamos Demência na Doença de Parkinson. A demência na doença de Parkinson é um sintoma tardio, que ocorre nas fases avançadas da doença. A maioria dos pacientes leva 15 a 20 anos para o desenvolvimento de Demência no Parkinson. Neste podcast, Dr Diego de Castro explica sobre as alterações cognitivas encontradas em pacientes com Parkinson e quando podemos considerar um quadro de Demência na Doença de Parkinson. Comprometimento Cognitivo Leve ocorre antes do desenvolvimento da Demência no Parkinson A "cognição" se refere à nossa capacidade e habilidade de raciocínio, o que envolve uma série de funções cerebrais, como: - Planejamento - Memória - Atenção - Percepção de espaço É muito comum que, logo no início da doença de Parkinson, os pacientes fiquem atrapalhados. Nesse caso, o comprometimento cognitivo é leve, e consideramos o quadro como uma disfunção executiva.  Este sintoma de perda cognitiva leve é muito comum. Ele acontece em cerca de 50% dos pacientes com Parkinson na fase inicial da doença. Distúrbios do Sono e Comprometimento Cognitivo Algo para se investigar quando temos um paciente com disfunção executiva na fase inicial do Parkinson é a qualidade do sono desse paciente. Qualquer pessoa que não consiga dormir bem acaba tendo prejuízos em sua cognição. E os próprios sintomas iniciais do Parkinson já podem prejudicar a qualidade do sono de um indivíduo. Por isso, lembre-se de relatar ao seu médico todos os seus sintomas e dificuldades que venha experimentando. Demência na Doença de Parkinson O Comprometimento Cognitivo Leve que pode acontecer nas fases iniciais do Parkinson é bem diferente de uma demência. A demência é um quadro muito avançado de prejuízos em raciocínio e planejamento, que chega a atrapalhar e limitar a qualidade de vida de uma pessoa. É importante compreender esta diferença, pois com cerca de 10 a 20 anos do início da doença, os pacientes têm um maior risco de desenvolver um quadro que chamamos Demência na Doença de Parkinson. Por este motivo, quando os pacientes vão chegando a 10 anos de doença, o neurologista começa a prestar atenção à capacidade de raciocínio desse indivíduo, para buscar identificar precocemente qualquer tipo de prejuízo. Mas também é importante que você relate para seu médico se está tendo algumas dessas dificuldades: - Dificuldade com o gerenciamento do dinheiro - Problemas para administrar as tarefas de casa - Esquecimento de informações, de forma que atrapalha sua vida Avaliar estes aspectos é altamente relevante para identificar um quadro de Demência na Doença de Parkinson. Leia nossos artigos e saiba mais sobre a Demência na Doença de Parkinson: Demência de Corpos de Lewy - Causas e Sintomas Diagnóstico e Tratamento da Demência de Corpos de Lewy Parkinson em Jovens | Doença de Parkinson Juvenil | Parkinson Precoce Sintomas Não Motores da Doença de Parkinson
04:32
July 11, 2022
Cirurgia de Parkinson - Existe Cirurgia de Parkinson sem Corte?
Um grupo de pesquisadores em Harvard vem estudando uma técnica de Cirurgia de Parkinson sem Corte. Esta cirurgia é chamada Subtalamotomia por Ultrassom Focalizado e, em alguns anos, pode estar disponível para tratamento da doença de Parkinson. Neste podcast, Dr Diego de Castro explica sobre o estudo da técnica de Subtalamotomia por Ultrassom Focalizado para Cirurgia de Parkinson sem Corte, quais foram seus resultados até o momento e novas possibilidades de tratamento que este estudo pode nos trazer. Núcleo Subtalâmico como Alvo Existe uma cirurgia para doença de Parkinson chamada Estimulação Cerebral Profunda, realizada para tratamento dos sintomas motores que não obtêm resultados satisfatórios com o tratamento medicamentoso ou que passam a apresentar efeitos colaterais com o tratamento. A cirurgia é realizada em pacientes com pelo menos 5 anos da doença.  Para este procedimento, realizamos uma incisão no crânio para implantar um eletrodo na região cerebral chamada núcleo subtalâmico. Este eletrodo libera estímulos elétricos nessa região, o que chamamos de Neuromodulação, para aliviar os sintomas. Subtalamotomia por Ultrassom Focalizado Conforme publicado no The New England Journal of Medicine, os pesquisadores utilizaram ultrassom focalizado na região do núcleo subtalâmico para criar lesões terapêuticas nessa estrutura cerebral, guiado por imagens de ressonância magnética. Os resultados demonstraram que a técnica foi eficaz para tratar sintomas como tremor e rigidez. Mas nessa fase inicial, foram identificados efeitos colaterais. O principal efeito colateral foi algum grau de fraqueza, já que a energia do ultrassom também afetou estruturas próximas ao núcleo subtalâmico que não deveriam ser lesadas. Nossa perspectiva é que nos próximos 4 a 5 anos já teremos aperfeiçoado esta técnica, para realizar uma cirurgia de Parkinson sem corte, para beneficiar uma grande parcela de pacientes. Continue aumentando seus conhecimentos sobre o tratamento da doença de Parkinson, lendo nossos artigos: Neurologista Especialista em Parkinson Tratamento da Doença de Parkinson Tratamento com Cirurgia para Doença de Parkinson - Estimulação Cerebral Profunda Exercícios Físicos na Doença de Parkinson Alimentação e Dieta para Tratamento da Doença de Parkinson
04:10
July 08, 2022
Causas da Enxaqueca - Quais São os Fatores que Podem Causar Enxaqueca?
Pacientes com enxaqueca precisam ficar atentos a alguns eventos ao longo do dia que podem causar uma crise de enxaqueca. A estes eventos, damos o nome de Gatilhos da Enxaqueca. Entre os principais fatores que são causas de enxaqueca, em especial a crise, estão: Alimentação Hidratação Fatores ambientais: barulho, luz, cheiros fortes Abstinência ou excesso de sono Transtornos do humor Conforme conseguimos perceber quais gatilhos causam a enxaqueca são os que mais afetam nossas crises de dor de cabeça, podemos começar a gerenciar melhor nossa exposição. Como Identificar os Gatilhos que são causa da Enxaqueca Uma recomendação é registrar seus sintomas de enxaqueca em um diário. Note o que você estava fazendo antes e quando uma crise iniciou.  O que você estava comendo?  Por quanto tempo você dormiu na noite anterior?  Aconteceu algo estressante ou importante naquele dia?  A resposta a estas perguntas são pistas chave para identificar as causas da sua enxaqueca. Lembre-se de que os fatores que causam uma crise de enxaqueca são diferentes para cada pessoa. Por isso, é tão importante identificar quais são os gatilhos da enxaqueca específicos para o seu caso. Uma vez que você descobrir quais são os seus gatilhos, procure não se expor a eles, ou fale com seu médico sobre como gerenciá-los melhor.  Saiba mais sobre a enxaqueca, lendo nossos artigos: Causas da Enxaqueca Alimentação e Dieta no Tratamento da Enxaqueca
03:02
July 06, 2022
Dor e Parkinson - Como Tratar a Dor na Doença de Parkinson?
A dor na doença de Parkinson é um sintoma presente em quase 50% dos pacientes. Ela é tão frequente e limitante que pode ser o primeiro sintoma da doença.  O local mais comum de dor no Parkinson é o ombro. Alguns pacientes podem ser diagnosticados erroneamente por problemas ortopédicos do ombro. No entanto, na maioria dos casos,  a dor no Parkinson tem origem na rigidez e na diminuição do movimento causado pela doença. Por muito tempo, não levávamos em consideração a dor durante o diagnóstico. Mas atualmente já sabemos a dor é um sintoma que compõe os sintomas não motores da doença de Parkinson. O quadro típico de dor no Parkinson é aquele que apresenta flutuação. A dor pode aliviar e piorar ao longo do dia. Quando o paciente está em tratamento do Parkinson com levodopa, os sintomas tornam-se mais intensos quando a medicação está chegando ao final. Para tratar a dor do Parkinson procure observar se sua dor está associada a rigidez e se ela começa quando está chegando a hora de tomar uma nova dose da levodopa. E se tomar o remédio ajuda a aliviar a dor. Em caso positivo, esta dor faz parte do quadro de sintomas do Parkinson. Em grande parte dos paciente, a dor dor no ombro é a dor inicial. Posteriormente, pode envolver outras musculatura como coluna e pernas, principalmente quando a musculatura encontra-se congelada, rígida. Quando a Dor não é Sintoma do Parkinson Como a doença de Parkinson afeta, em sua maioria, pessoas com mais de 55 anos, pode haver uma certa confusão com quadros dolorosos comuns do envelhecimento, como perda de massa muscular e osteoartrose. Esses quadros dolorosos têm uma característica contínua, enquanto a dor na doença de Parkinson apresenta uma certa flutuação, de acordo com a quantidade de levodopa que está disponível na corrente sanguínea. Tratamento da Dor na Doença de Parkinson Não apenas para a dor da doença de Parkinson, mas para qualquer quadro doloroso, o movimento é muito importante. Aliar a prática de fisioterapia com atividades físicas aeróbicas é fundamental para um tratamento adequado dos sintomas dolorosos, pois melhora a mobilidade e a resistência muscular, reduzindo as possibilidades de desenvolver dor. Saiba mais sobre a doença de Parkinson, lendo nossos artigos: Diagnóstico da Doença de Parkinson Sintomas Não Motores da Doença de Parkinson - Depressão, Sono e outros sintomas
03:31
July 04, 2022
Diagnóstico da Distonia - Distonia Aparece na Ressonância Magnética?
Uma dúvida que muitos pacientes têm é se a Distonia Aparece na Ressonância Magnética. Então, se a Ressonância deu normal, quer dizer que eu não tenho nada? O diagnóstico da distonia é algo que depende mais da expertise do Neurologista, para identificar os sinais e sintomas do quadro distônico. Os exames complementares têm a finalidade de excluir outras causas que estejam levando a um quadro de distonia. As alterações da distonia acontecem em nível de circuitos cerebrais, ou seja, na forma como os sinais nervosos são transmitidos de uma célula nervosa a outra. A conexão entre os neurônios acontece de forma inadequada, ou há alguma disfunção em um neurotransmissor chamado dopamina, que regula a transmissão de impulsos nervosos entre os neurônios motores. O que a Ressonância Magnética Mostra Os exames de ressonância magnética atuais funcionam como uma foto. Imagine tirar uma foto de um fio em um sistema de energia elétrica. Mesmo que pareça tudo bem com o fio, não quer dizer que a corrente elétrica está passando por ele normalmente. A próxima geração de ressonâncias magnéticas já será capaz de demonstrar o funcionamento cerebral. Esta tecnologia é chamada de ressonância funcional e, por enquanto, só está disponível em protocolos de pesquisa. Quando a Ressonância Magnética Mostra Alterações da Distonia Um subgrupo de pacientes apresenta alterações estruturais que são a causa da distonia. Isso é muito comum acontecer em crianças que sofreram algum trauma craniano no parto que gerou uma lesão cerebral e essa lesão é a causa da distonia. Em pacientes adultos, as lesões cerebrais que causam a distonia e podemos ver na ressonância magnética são devido a um AVC, infecções cerebrais, ou tramas cranianos.  Essas são as causas secundárias da distonia. Ou seja, a distonia acontece devido a alguma alteração estrutural. E, por isso, podemos visualizar na ressonância magnética.  Mas algo muito importante para se compreender é que, na maioria das vezes, a ressonância magnética não demonstra alterações. E isso não significa que o paciente não tem distonia. A maioria dos neurologistas vai solicitar o exame, mas para afastar outras possíveis causas estruturais para a distonia. Saiba mais sobre a distonia, lendo nossos artigos: Distonia Cervical | Torcicolo Espasmódico Cãibra do Escrivão - Tratamento da Distonia da mão tarefa específica Distonia Oromandibular - Sintomas, Diagnóstico e Tratamento
04:20
July 01, 2022
Parkinson e Luz do Sol - Importância da Exposição ao Sol para Pessoas com Parkinson
Por que é importante para pessoas com Parkinson a luz do sol? Um estudo de 2018 publicado no JAMA Neurology demonstrou a Importância da Exposição ao Sol para Pessoas com Parkinson. Participaram do estudo pessoas com Parkinson que apresentavam distúrbios do sono ou quadros de agitação. Estes pacientes foram expostos a uma luz semelhante ao sol por alguns períodos do dia. Com isso, eles passaram a ter uma qualidade do sono melhor. Existe um ditado antigo que diz: "Casa onde o sol entra, o médico não precisa entrar". E isso faz sentido! Sol, na medida certa, é vida, é saúde. Realmente, há benefícios da exposição ao sol na diminuição de sintomas depressivos e distúrbios do sono. Sabemos que o sol faz bem até as 10h da manhã. Depois desse horário, a radiação ultravioleta é muito alta, o que faz muito mal para a pele.  Tomar sol pela manhã é muito importante, especialmente aliado à prática de outras atividades saudáveis, como o exercício. O benefício da exposição ao sol para pessoas com Parkinson não depende da vitamina D. É resultado do estímulo causado pela própria luz aos olhos e ao sistema nervoso. Saiba mais sobre a doença de Parkinson e seu tratamento, lendo nossos artigos: Exercícios Físicos na Doença de Parkinson - Saiba Mais! Alimentação e Dieta para Tratamento da Doença de Parkinson Tratamento da Doença de Parkinson
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June 29, 2022
Parkinsonismo - Conheça a Atrofia de Múltiplos Sistemas Tipo P
A Atrofia de Múltiplos Sistemas é uma doença que leva a perda neuronal, ou seja, morte de neurônios em regiões do cérebro como os gânglios da base (relacionadas ao movimento) e cerebelo (relacionadas ao equilíbrio). A forma da doença que afeta os gânglios da base se assemelha à doença de Parkinson, e por isso, é chamada de Atrofia de Múltiplos Sistemas Tipo P. Sinais e Sintomas da de Atrofia de Múltiplos Sistemas Tipo P Quando o paciente apresenta alguns sinais e sintomas de Parkinsonismo (lentidão, rigidez e tremor) mas também apresenta outros aspectos que são pouco comuns na doença de Parkinson clássica, podemos suspeitar do Tipo P da de Atrofia de Múltiplos Sistemas. Algumas pistas que podem nos ajudar a identificar o quadro são: - Inicialmente, o paciente tem um Parkinsonismo que não responde a Levodopa - A doença evolui muito rapidamente: às vezes, o paciente pode precisar utilizar cadeira de rodas, com cerca de 2 anos de evolução - O paciente apresenta tonturas, chegando até mesmo a quadro de quedas, o que pode já iniciar nos primeiros anos da doença - O paciente costuma ser um pouco mais jovem do que em outros tipos de Parkinsonismo - Muitas características de distúrbios do sono estão presentes (falar dormindo, sonolência excessiva) - O paciente ou sua esposa podem trazer para a consulta queixas de dificuldade sexual (disfunção erétil) - Presença de disfunções urinárias - Alterações repentinas da pressão arterial (às vezes com queda e às vezes su