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Psicologia e diferença

Psicologia e diferença

By Bruno Carrasco
Podcast criado para refletir sobre a existência, o devir e a singularidade a com a filosofia, a psicologia, a história e as artes, dialogando perspectivas a partir da fenomenologia, da psicologia crítica, da filosofia da diferença e da antipsiquatria.
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Importância da Filosofia para a Psicologia
A importância da filosofia para a psicologia, que muitas vezes não se questiona, caminhando para uma prática meramente técnica, encaminhando pessoas a um modelo de vida que serve a exigências do mercado neoliberal, onde a noção de "saúde" por vezes é relacionada a produtividade ou a uma forma de ajustamento. Será que isso é agir terapeuticamente? Por isso evidencio o questionamento sobre os embasamentos e práticas da psicologia, que ao invés de se ocupar sobre o -Como? ou -O que fazer? sugiro refletir sobre -Por que fazemos o que fazemos? Qual modelo de saúde, de ser humano e mundo que norteia tal atuação? Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
02:15
September 23, 2022
Loucura a partir de Michel Foucault
Michel Foucault constatou em suas pesquisas que a loucura só se tornou uma especialidade médica a partir do século XIX, antes disso quem falava da loucura era o próprio louco, o artista ou o filósofo. Na atualidade o louco não fala mais sobre si mesmo, pois foi silenciado pelas práticas psicológicas e psiquiátricas. Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
04:15
September 22, 2022
Refletindo noções de normal e anormal na Psicologia
Quem determina o que é "normal" e "anormal" em psicologia? Quais os critérios que definem quem é entendido como "normal", seria o mais "adequado" ou "ajustado" a um modelo de vida numa sociedade específica? Se assim for, essa psicologia atua de maneira conservadora, impedindo o surgimento do novo, de outras maneiras de viver, se relacionar e trabalhar. Referência: BOCK, Ana M.; GONÇALVES, Maria da G.; FURTADO, Odair. (orgs). Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2015. Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
04:05
September 21, 2022
A Grande Saúde em Friedrich Nietzsche
A grande saúde, segundo Friedrich Nietzsche, consiste no reconhecimento do sofrimento, ao invés de sua evitação ou racionalização, transmutando sua experiência, utilizando a dor como uma potência para novos modos de vida, mais salutares para si. Fragmento da palestra/conferencia: Reconhecimento do sofrimento em Nietzsche e expansão da existência. Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta. Apresentado no Primeiro Congresso Latinoamericano de Tanatologia Existencial Online - Morte e Morrer na América Latina. Realizado por: Instituto Mexicano de Acompañamiento Existencial. Días 23, 24 y 25 de Octubre, 2020.
05:51
September 20, 2022
Mudança e permanência em Heráclito e Parmênides
Diferenças entre Heráclito e Parmênides, dois importantes filósofos da Grécia Antiga, que conceberam cosmologias opostas: um voltado para a mudança e outro para a permanência, o que desembocou na famosa "teoria das ideias" de Platão. Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia.
04:55
September 19, 2022
A Fabricação da Loucura segundo Thomas Szasz
No livro 'A Fabricação da Loucura', o psiquiatra húngaro Thomas Szasz comenta que o atual entendimento de "doença mental" é resultado de uma construção da psiquiatria moderna, com o intuito de ajustar e controlar pessoas que se diferem de um modo de vida tido por "normal". Por Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
04:57
September 17, 2022
Corpo, sofrimento e transformação em Nietzsche
Reconhecimento e valorização do corpo, dos afetos e da intuição na filosofia de Nietzsche, propondo uma reavaliação da vida a partir da experiência e das vivências, sem negar o sofrimento, possibilitando fazer algo do sofrimento e operando a transmutação dos valores. Fragmento da palestra/conferencia: Reconhecimento do sofrimento em Nietzsche e expansão da existência, no Primeiro Congresso Latinoamericano de Tanatologia Existencial Online - Morte e Morrer na América Latina. Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia.
04:31
September 17, 2022
História da loucura a partir de Michel Foucault
Michel Foucault fez um estudo sobre a história de como a loucura se tornou um objeto médico no ocidente, constatando um progressivo domínio da razão sobre a loucura.  Segundo Foucault, no século XIX a pessoa “louca” passa a ser reconhecida como incapaz, portadora de uma doença mental, que necessita de tratamento médico, medicalização e ajuste normativo. Porém nem sempre a loucura foi entendida como um "problema" médico ou precisou de "tratamento". Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico. *Trecho da aula online sobre Foucault, filósofo francês que evidenciou a condição histórica e contingente dos saberes, das relações de poder e das práticas de cuidado de si. Referências: CASTRO, Edgardo. Introdução a Foucault. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2015. FOUCAULT, Michel. Resumo dos Cursos do Collège de France. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. YAZBEK, André. 10 lições sobre Foucault. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.
11:16
September 17, 2022
Fenômeno psicológico na perspectiva Sócio-Histórica
O fenômeno psicológico, na perspectiva sócio-histórica, é entendido a partir das relações no contexto histórico e social onde este se constitui (família, escola, trabalho e sociedade como um todo). Assim, não se concebe a angústia, depressão ou ansiedade como algo descolado da realidade material, mas que se constitui nas relações com as outras pessoas, no mundo. Referência: BOCK, Ana M.; GONÇALVES, Maria da G.; FURTADO, Odair. (orgs). Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2015. Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
03:36
September 16, 2022
Apolo, Dionísio e a Filosofia Trágica de Nietzsche
Apolíneo e dionisíaco na filosofia trágica de Friedrich Nietzsche, que propõe a reconciliação dessas duas tendências antitéticas em favor de uma vida afirmativa. Trecho da palestra/conferencia: Reconhecimento do sofrimento em Nietzsche e expansão da existência. Apresentado no Primeiro Congresso Latinoamericano de Tanatologia Existencial Online - Morte e Morrer na América Latina. Realizado por: Instituto Mexicano de Acompañamiento Existencial. Días 23, 24 y 25 de Octubre, 2020.
08:01
September 15, 2022
Psicopolítica e novas técnicas de poder por Byung Chul-Han
O livro Psicopolítica - o neoliberalismo e as novas técnicas de poder, de Byung-Chul Han, descreve diversas técnicas de poder atuantes em nosso tempo, que atuam sobre a mente e as emoções, utilizando psicotecnologias com o foco no aumento de eficiência e de desempenho, fazendo com que as pessoas acreditem ser livres, mas se explorando constantemente. Aqueles que não conseguem alcançar as expectativas sofrem se deprimem, apesar disso não questionam o sistema ou este modo de vida exigente, mas se sentem inadequados, entendendo seu sofrimento como resultado de uma falha pessoal ou inadaptação. A "cura" é apresentada como um maior ajuste da pessoa a tal modelo de vida. Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
06:28
September 15, 2022
O que é Antipsiquiatria?
Antipsiquiatria é um movimento e um conjunto de perspectivas que colocam em questão as práticas da psiquiatria tradicional, apontando seus problemas e deficiências. Trata-se de uma contestação a um modelo de tratamento para as pessoas em sofrimento emocional.  O termo "antipsiquiatria" foi utilizado pelo psiquiatra sul-africano David Cooper (1931-1986) em seu livro "Psiquiatria e Antipsiquiatria", publicado em 1967. Cooper contribuiu significativamente para o movimento antipsiquiátrico, estabelecendo suas bases teóricas e filosóficas, apoiando-se no existencialismo e na fenomenologia. A antipsiquiatria entende que nas sociedades industrializadas o padrão de normalidade foi determinado a partir da capacidade produtiva de cada indivíduo ou pela adesão a um modelo "adequado" de vida. A finalidade das instituições psiquiátricas, supostamente designadas à recuperação, na realidade tendem a eliminar as diferenças e a improdutividade por meio de técnicas e métodos de "tratamento" que servem ao ajustamento a um modelo específico de vida.  *Fragmento do grupo de estudos sobre Antipsiquiatria, realizado em agosto de 2022. Referências: COOPER, David. Psiquiatria e Antipsiquiatria. São Paulo: Editora Perspectiva, 1989. OBIOLS, Juan. Psiquiatria e antipsiquiatria. Rio de Janeiro: Salvat, 1979. Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
04:17
September 15, 2022