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HUMANAS pesquisadoras em rede

HUMANAS pesquisadoras em rede

By HUMANAS pesquisadoras em rede
Série de programas produzidos por pesquisadoras da área das Humanidades, que discutem temas, questões e problemas contemporâneos.
HuMANAS - pesquisadoras em rede pretende promover reflexões críticas e colaborativas, através do diálogo transdisciplinar, de intervenções públicas e da defesa dos ideais democráticos.
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HUMANAS EP 12 Wikipédia e desigualdade de gênero
A Wikipédia é uma enciclopédia que reúne milhares de verbetes em diversas línguas escritos por voluntários interessados em promover o acesso livre e gratuito do conhecimento. Contudo, diversas pesquisas de perfil dos usuários editores delineiam uma comunidade composta por pessoas brancas e do sexo masculino, mostrando um acentuado viés de gênero na plataforma. Estima-se que por volta de 90% dos editores sejam homens. Como construir uma comunidade de usuários mais plural? Quais seriam os impactos da desigualdade de gênero na construção do conhecimento dentro da Wikipédia? Essas são algumas das questões que Flávia Florentino Varella/ UFSC aborda neste episódio com Giovanna Fontenelle, jornalista, wikipedista, gestora de projetos do Wiki Movimento Brasil. Indicações de leitura Projeto Whose Knowledge? | #VisibleWikiWomen: https://whoseknowledge.org/initiatives/visiblewikiwomen/?lang=pt-br Campanha Artes+Feminismos na Lusofonia 2020: https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Edit-a-thon/Atividades_em_portugu%C3%AAs/Artes%2BFeminismos_na_Lusofonia_2020 Ficha técnica Roteiro e mediação: Flavia Florentino Varella Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Trilha sonora:  "Florzinha petit fleur" (Tania Maria)  e "Flor de abril" (Duo Gisbranco) Realização: Humanas pesquisadores em rede (humanasrede.com)
34:38
October 1, 2020
HUMANAS EP 11 Monumentos, colonialismo e releituras históricas
O brutal assassinato de George Floyd, em Minneapolis, desencadeou uma onda de protestos antirracistas nos Estados Unidos, que se alastraram pelo mundo. Com eles, monumentos que celebram o colonialismo se tornaram alvos de questionamentos e ataques. Em Bristol, na Inglaterra, a estátua do traficante de escravizados Edward Colston veio ao chão, no dia 7 de junho. Na Bélgica, após ser incendiada, a estátua do rei Leopoldo II, cujas tropas mataram milhões de pessoas no Congo, foi transferida para um museu. Em Boston, a cabeça de um monumento a Colombo foi cortada, enquanto, em São Paulo, a estátua de Borba Gato passou a ser vigiada 24h por dia pela Guarda Civil Metropolitana. Esses movimentos de contestação a uma versão cristalizada da história vêm ocupando os noticiários, mas já ocorrem há alguns anos, como no emblemático caso #RhodesMustFall, ou “Rhodes Deve Cair”, que, em 2015, após uma campanha iniciada por estudantes, resultou na retirada da estátua em homenagem a Cecil Rhodes, na Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul. O que as diferentes vidas e as eventuais mortes das estátuas podem nos dizer sobre a memória e o esquecimento, sobre as experiências no tempo que são celebradas e as que são silenciadas, sobre o presente e sobre as relações entre pesquisa acadêmica e luta política? Neste episódio, Nathália Sanglard (UNIRIO) e Mariana Silveira (UFMG) conversam com Maria Cláudia Cardoso Ferreira (UNILAB) e Sílvia Correia (UFRJ) sobre as implicações das controvérsias em torno das estátuas para a história, a memória, o patrimônio, o espaço público e a vida política de forma mais ampla. Indicações do episódio: ALBERTI, Verena. “Pedaços de narrativa nacional na exposição permanente do Museu Histórico Nacional.” In: XXVII Simpósio Nacional de História, Natal, vol. 1, 2013.  AGULHON, Maurice. « La “statuomanie” et l’histoire ». In: Ethnologie française, Nouvelle série, Paris, t. VIII, n° 2-3, 1978, p. 145-172. ASSMANN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas: Editora da UNICAMP, 2011. FONSECA, Maria Cecília Londres. “Para além da pedra e cal. Por uma concepção ampla de patrimônio cultural”. In: ABREU, Regina; CHAGAS, Mário (Orgs). Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: Lamparina, 2009, p. 59-79.  HARVEY, David. “O direito à cidade”. In: Lutas Sociais, São Paulo, n.29, p.73-89, jul./dez. 2012. HUYSSEN, Andreas. Culturas do passado-presente: modernismos, artes visuais, práticas da memória. Rio de Janeiro: Contraponto, 2014. NORA, Pierre. "Entre memória e história: a problemática dos lugares." In: Projeto História, Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados de História, São Paulo, vol. 10, 1993. Ficha técnica Roteiro e mediação: Mariana Silveira/ Nathalia Sanglard Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Trilha sonora:  "Florzinha petit fleur" (Tania Maria)  e "Flor de abril" (Duo Gisbranco) Realização: Humanas pesquisadores em rede (humanasrede.com)
01:03:54
September 17, 2020
HUMANAS EP 10 Mulheres conservadoras ontem e hoje
Na política, no mundo artístico-midiático e nas redes sociais, as figuras femininas que defendem valores e ideias conservadoras têm sido presenças marcantes na cena pública contemporânea. Como explicar historicamente as manifestações de conservadorismo e de anti-feminismo entre as mulheres na conjuntura atual? Neste episódio, Luisa Rauter Pereira (UFOP) conversa com as historiadoras Janaína Martins Cordeiro (UFF)  e Ana Marilia Menezes Carneiro (UFMG) sobre a atuação política e social das mulheres conservadoras no período da ditadura militar brasileira.  Janaína Cordeiro é autora do livro Direitas em Movimento. A Campanha da Mulher Pela Democracia e a Ditadura no Brasil, em que analisa as origens e a atuação do grupo de mulheres que apoiou ativamente o golpe e o regime militar. Ana Marília Carneiro possui tese sobre cinema e censura nas ditaduras militares brasileira e argentina e atualmente faz pós-doutorado sobre o tema na UFMG. Leituras sugeridas no episódio: BOHOSLAVSKY, Ernesto; MOTTA, Rodrigo de Patto Sá; BOISARD, Stéphane (ed.). Pensar as direitas na América Latina. São Paulo: Alameda, 2019. CARNEIRO, Ana Marília. Cinema e censura nas ditaduras militares brasileira e argentina. Belo Horizonte:  Programa de Pós Graduação em História da UFMG, 2019. Tese de doutorado. CORDEIRO, Janaína Martins. Direitas em movimento: a campanha da mulher pela democracia e a ditadura no Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2009. LOWER, Wendy. As mulheres do nazismo. São Paulo: Rocco, 2014. VÁZQUEZ LORDA, Lilia Mariana. Intervenciones e iniciativas católicas en el ámbito familiar: las ligas de madres y padres de familia (Argentina, 1950-1970).  Buenos Aires: Universidad de San Andrés, 2012. Dissertação de mestrado. Ficha técnica Roteiro e mediação: Luisa Rauter Pereira Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Realização: Humanas pesquisadoras em rede humanasrede.com
01:18:15
August 27, 2020
HUMANAS EP 9 Feminismos entre ondas
Entre as narrativas sobre a história dos feminismos talvez a mais conhecida seja aquela que divide o movimento em “ondas”, que começariam no século XIX até os dias atuais. Como toda narrativa linear, essa história não está livre de contradições, silenciamentos e simplificações, sobretudo porque se mantém, sob muitos aspectos, inspirada nos ativismos de mulheres brancas, europeias, de classe média. Para discutir essas questões, Ana Carolina Barbosa Pereira/UFBA convidou a pesquisadora Iracélli da Cruz Alves, autora da tese “Feminismo entre ondas: mulheres, PCB e política no Brasil” (UFF, 2020), na qual investiga a militância feminista de mulheres do Partido Comunista Brasileiro (PCB) de 1949 até 1975. Indicações de leitura do episódio: AMADO, Janaína (org.). Jacinta Passos, coração militante: obra completa: poesia e prosa, biografia, fortuna crítica. Salvador: Editora EDUFBA, 2010. BAIRROS, Luiza. “Nossos feminismos revisitados”. Estudos Feministas, Florianópolis, Ano 3, 2º semestre 1995. BERNARDES, Maria Elena. Laura Brandão: a invisibilidade feminina na política. Campinas: UNICAMP/CMU, 2007. CARNEIRO, Sueli. Escritos de uma vida. São Paulo: Pólen Livros, 2019. DELCASTAGNÈ, Regina. Literatura brasileira contemporânea: um território contestado. Vinhedo, Editora Horizonte/ Rio de Janeiro, Editora da UERJ, 2012. FERRAZ, Geraldo Galvão (org.). Paixão Pagu: uma autobiografia precoce de Patrícia Galvão. Rio de Janeiro: Agir, 2005. GOLDMAN, Wendy Z. Mulher, Estado e Revolução: política familiar e vida social soviéticas, 1917-1936. São Paulo: Boitempo, 2014. hooks, bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. 4a ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2019. SOIHET, Rachel. Feminismos e antifeminismo: mulheres e suas lutas pela conquista da cidadania plena. Rio de Janeiro: 7Letras, 2013. Ficha técnica: Roteiro e mediação: Ana Carolina Barbosa Pereira Montagem e edição: Antonio Siqueira Realização: Humanas pesquisadoras em rede  humanasrede.com
01:00:04
August 12, 2020
HUMANAS EP 8 Tornar-se historiadora no Brasil (1934-1990)
Diferentemente dos Estados Unidos e da Europa, onde a mulheres tiveram acesso à formação universitária no século XIX, no Brasil, as primeiras professoras-historiadoras profissionais se formaram nos cursos superiores de História, criados nas décadas de 1930 e 1940: Alice Piffer Canabrava e Olga Pantaleão, na antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade de São Paulo e Maria Yedda Linhares e Eulália Maria Lahmeyer Lobo, na então Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi), da Universidade do Distrito Federal, a atual Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tornar-se historiadora no Brasil(1934-1990) é tema do podcast HUMANAS. Neste episódio, Gloria Oliveira/ UFRRJ e Aryana Costa/UERN, conversam com Carmem Kummer Liblik, autora da tese "Uma História toda sua: trajetórias de historiadoras brasileiras (1934-1990)",  publicada em 2019 pela editora da UFPR. Sugestões de leitura mencionadas no episódio: BLAY, Eva et. all. Mulheres na USP: horizontes que se abrem. São Paulo: Humanitas, 2004. LIBLIK, Carmem K. Uma História toda sua: trajetórias de historiadoras brasileiras (1934-1990). Curitiba/PR: Editora UFPR, 2019.  MACHADO, Daiane V. Por uma "ciência histórica": o percurso intelectual de Cecília Westphalen, 1950-1998. Assis/SP: UNESP, 2016. Tese de doutorado. MORAES, Fernanda Azeredo de. Pântanos de relações e colchões de cumplicidade: academia e conjugalidade na perspectiva de quatro mulheres intelectuais. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina/ Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, 2012. Dissertação (mestrado)  TRIGO, Maria Helena.  Espaços e tempos vividos: estudos sobre os códigos de sociabilidade e relações de gênero na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1997. Tese (Doutorado em Sociologia). ROIZ, Diogo da S. A institucionalização do ensino universitário de História na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo entre 1934 e 1956. São Paulo: UNESP, 2004. Tese de doutorado. SANTOS, Silmere A. Trabalho docente, família e vida pessoal: permanências e mudanças contemporâneas. Jundiaí/SP: Paco Editorial, 2015. SMITH, Bonnie. Gênero e História: homens, mulheres e a prática histórica. São Paulo: EDUSC, 2003. Ficha técnica Roteiro e mediação: Aryana Costa/UERN e Glória Oliveira/UFRRJ Edição e montagem: Antonio Siqueira Trilha sonora: "Flor de abril" (Duo Gisbranco) e  "Coisa n. 4" (Lan Lanh) Realização: Humanas pesquisadoras em rede humanasrede.com
01:06:13
July 30, 2020
HUMANAS EP 7 Sociologia do isolamento
"No livro de Albert Camus, a peste impõe o fechamento da cidade de Orã e seus habitantes vivem nessa espécie de exílio coletivo. Eu penso que há uma similaridade sim entre o exílio tal como se configura nesse romance e o nosso exílio de isolamento. Por mais que nossa conexão virtual tenha substituído e ajude a minimizar as perdas, nós estamos todos juntos exilados nesse mundo virtual, como os cidadãos de Orã no romance. E o tempo, para eles e para nós, tornou-se um impasse." (Lidiane Rodrigues). Como o isolamento social vem sendo praticado no Brasil desde que a pandemia da covid-19 foi anunciada pela OMS em 11 de março de 2020? Quais os tipos de interações o isolamento prejudica e quais as modalidades de vínculos a sua manutenção intensifica? Como os marcadores sociais de gênero, cor da pele, nível de escolaridade e classe afetam as formas de isolamento praticados na pandemia?  "Sociologia do isolamento" é título da pesquisa em andamento  da historiadora Lidiane Soares Rodrigues/UFCar e tema deste episódio, com mediação de Gloria Oliveira/UFRRJ. Desde o final de abril, quando Rio de Janeiro e São Paulo completaram cerca de um mês de “isolamento social”, Lidiane colocou em circulação o questionário “Como está sua quarentena?”, na intenção de coletar a diversidade das experiências de isolamento social. A ideia nasce também de certo desconforto com a “futurologia” de alguns intelectuais que fizeram e fazem muitas afirmações sem se preocuparem em ouvir as pessoas, estudar suas dificuldades, seus sentimentos,  seus arranjos domésticos e, sobretudo, suas estratégias compensatórias diante da privação abrupta de práticas e vínculos sociais que conferiam estabilidade ao cotidiano.  O questionário que serve de base para a pesquisa ainda pode ser respondido por todos aqueles que tiverem interesse e se sentirem dispostos a dar seu depoimento,  no seguinte link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeikwEpy_1vBD6vt3h4HJeM4cH_dDhNhF8PXcLC9hONlPEWwA/viewform Ficha técnica Roteiro: Gloria Oliveira/ Lidiane Soares Rodrigues Mediação: Glória Oliveira Edição de áudio: Antonio Siqueira Realização Humanas pesquisadoras em rede
01:40:04
July 22, 2020
HUMANAS EP 6 "Quilombo é onde estou": Beatriz Nascimento historiadora -
Neste episódio, Maiara Juliana Gonçalves, professora de História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte,  conversa com Raquel Barreto, doutoranda em História/UFF e Maria Lídia Pinn, mestranda em História/UFOP sobre a contribuição de Maria Beatriz Nascimento (1942-1995) para historiografia e o pensamento social brasileiro. Ficha técnica do episódio Roteiro, apresentação e mediação: Maiara Juliana Gonçalves Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Realização: Humanas pesquisadoras em rede
41:12
July 8, 2020
HUMANAS EP. 5: O negacionismo da escravidão brasileira
O movimento negacionista da escravidão brasileira tem sido difundido nas redes sociais  nos últimos anos pelas extremas direitas, em uma direta ameaça às conquistas democráticas no país. Neste episódio, a historiadora Luisa Rauter/UFOP conversa com Juliana Barreto Farias (historiadora e professora da UNILAB) e Erika Bastos Arantes (historiadora e professora da UFF Campos/RJ) sobre os argumentos que negam e falsificam os fatos acerca do processo da escravidão no Brasil mediante o uso da historiografia profissional, apontando para os desafios no enfrentamento do problema no campo da produção do conhecimento e do ensino na educação básica. Ficha Técnica do episódio: Roteiro e apresentação: Luisa Hauter Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Realização: Humanas pesquisadoras em rede
01:04:39
June 29, 2020
Humanas Ep. 04 Lélia Gonzalez: teórica do amefricanidade
A obra de Lélia Gonzalez (1935-1994) representa uma das mais importantes contribuições para o pensamento social brasileiro, embora raramente seja incluída na bibliografia dos cursos de graduação e pós-graduação. A historiadora Raquel de Andrade Barreto já demonstrou não apenas a centralidade da pensadora no enegrecimento do feminismo, mas foi a primeira pesquisadora a estudar a documentação de arquivo relativa à ficha de Lélia no DOPS, durante a ditadura civil-militar, por conta de sua militância intensa nesse contexto. A potência do trabalho teórico desta filósofa foi destacada por Angela Davis que, em passagem pelo Brasil em 2019, chegou a dizer: "vocês não precisam de mim, leiam Lélia Gonzalez!". Neste episódio, Gloria Oliveira/UFRRJ convidou as historiadoras Maiara Gonçalves/EAJ/UFRN, Aryana Costa/UERN e Lívia Barbosa/IFRN para uma roda de conversa sobre a atualidade do legado teórico de Lélia Gonzalez. Ficha Técnica do episódio: Roteiro e apresentação: Glória Oliveira Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Realização: Humanas pesquisadoras em rede
41:21
June 17, 2020
HUMANAS Ep. 03 Negacionismo e Pós-verdade: impactos sociais e enfrentamento
Negacionismo é expressão que esteve associada às interpretações que negam total ou parcialmente a realidade do holocausto dos judeus, na Segunda Guerra mundial. No entanto, nos últimos anos, a expressão tem sido cada vez mais utilizada para se referir a realidades bastante diversas. Pós-verdade, por sua vez, é expressão que se popularizou recentemente, tendo sido eleita a palavra do ano pelo Dicionário Oxford, em 2016. Mas afinal, qual o significado de negacionismo? Estaríamos, de fato, vivendo a era da pós-verdade? Neste episódio, a historiadora Ana Carolina Barbosa/Universidade Federal da Bahia convida com as historiadoras Sônia Meneses/ Universidade Regional do Cariri e Caroline Silveira Bauer/ Universidade Federal do RS para uma conversa sobre “negacionismo” e “pós-verdade” na conjuntura brasileira atual. Ficha Técnica do episódio: Roteiro e apresentação: Ana Carolina Barbosa Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Realização: Humanas pesquisadoras em rede
38:45
June 10, 2020
Humanas Ep. 01 Novo vírus, velhos problemas
Humanas pesquisadoras em rede dá início a uma série de episódios com foco em reflexões sobre questões do presente e problemas contemporâneos. Neste primeiro programa, abordamos o problema das condições  desiguais de vulnerabilidade que a pandemia do novo coronavirus tornou mais visíveis.  O aumento das estatísticas relacionadas à violência doméstica expõe um sintoma social epidêmico bem anterior à atual pandemia. Qual o papel e a função pública das Humanidades neste momento? Para conversar sobre essas questões, nossas convidadas são a historiadora Nathalia Sanglard e a filósofa Kataria Pitasse Fragoso. Ficha Técnica do episódio: Roteiro, seleção de trilha sonora e apresentação: Glória Oliveira Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Realização: Humanas pesquisadoras em rede
17:53
May 28, 2020
Humanas Ep. 02 Teoria de gênero ou “Ideologia" de gênero”?
A expressão  “ideologia de gênero” entrou na ordem do dia do debate público desta década.  O termo evoca a concepção de que o campo de reflexão em torno dos feminismos e movimentos LGBTQ tem produzido não teorias críticas e explicativas da vida social, mas uma “ideologia”, isto é, uma tentativa de transformar de forma autoritária e artificial elementos que seriam naturais: a constituição da família heterossexual , as diferenças entre homem e mulher e seus respectivos papéis. Mas afinal de contas, existe uma “ideologia" de gênero? E o que são, na verdade,  as teorias de gênero hoje? Neste episódio,  Luisa Rauter, historiadora e professora de Teoria da História da Universidade Federal de Ouro Preto, conversa com Géssica Guimarães Gaio, historiadora e professora de Teoria da História da Universidade do Estado do RJ. Ficha Técnica do episódio: Roteiro e apresentação: Luisa Hauter Montagem e edição de áudio: Antonio Siqueira Realização: Humanas pesquisadoras em rede
37:60
May 28, 2020